domingo, 8 de maio de 2016

Rivalidade


Fotografia de Flávio Japa / Folha PE

RIVALIDADE

William Tavares
Prestes a disputar sua primeira final do Campeonato Pernambucano, o atacante Grafite concedeu sua última entrevista coletiva antes da decisão do domingo (8), na Ilha do Retiro, contra o Sport. O atacante comentou sobre a vantagem do Tricolor ter feito o primeiro jogo no Arruda, comentou sobre as chances na disputa do prêmio de melhor jogador do torneio e ainda classificou o Clássico das Multidões como o maior de Pernambuco. Confira os trechos da entrevista.

ARBITRAGEM

Soube das polêmicas do jogo passado. No meu entender não foi um impedimento claro, foi aquela coisa de um centímetro...mas também do mesmo jeito que erraram ao nosso favor, também já erraram contra nós.

RIVALIDADE

A maior rivalidade do estado ao meu entender. É gratificante em motivo de orgulho fazer parte disso. Estou indo para o meu quarto clássico, se não me engano. Já fiz um gol, na verdade dois, mas o árbitro deu para Lelê. Também marquei contra, então acho que faço parte desse folclórico clássico.

VANTAGEM

Eu prefiro jogar a primeira (partida) em casa porque, dependendo do resultado, tanto negativo como positivo, encaminha muita coisa. Tivemos a felicidade de jogar assim contra Ceará, Bahia, Campinense e Sport.

TÍTULOS SEGUIDOS?

Trabalhamos sempre para ganhar títulos. Vivi essa expectativa já em Dubai, quando vencemos uma final e depois perdemos outra em um intervalo de dez dias. Realizei o sonho de ter ganhado uma Copa do Nordeste e agora estou motivado para conquistar o Pernambucano.

GOSTINHO ESPECIAL?

Em se tratando do maior rival do Santa, a motivação aumenta ainda mais. Se ganharmos esse título lá na Ilha do Retiro, sabemos que ficaremos marcados, ainda por cima por conta dos 100 anos do clássico. Mas a minha rivalidade com o Sport termina dentro de campo. Não tem gostinho especial. Acabou os 90 minutos, sou amigo do Tulio, conhecido do Rithely...

CRAQUE DO CAMPEONATO?

Lógico que a reta final pesa muito nas votações, mas acho que precisamos olhar um contexto geral. Um jogador que me agradou muito no campeonato foi o Marcos Tamandaré( do Salgueiro). Tem uma regularidade, vem jogando bem. Eu não me vejo tão craque. (O torneio) Não foi nem perto do que esperava. Marquei apenas três gols, mas também fui poupado em muitos jogos. Acho que só joguei sete, oito partidas. O começo não foi tão bom, mas na reta final eu melhorei bastante. Mas eu não me vejo candidato a ser craque.

Fonte: Folha de Pernambuco, Recife, 06/5/2016

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