quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Grafite


GRAFITE

Edinaldo Batista Libânio, mais conhecido como Grafite (Campo Limpo Paulista, 2 de Abril de 1979), é um futebolista brasileiro que joga como atacante. Atualmente defende o Santa Cruz.
Iniciou sua carreira no Matonense, onde se destacou, em seguida foi para a Ferroviária, de São Paulo em 1999. Em 2001 teve passagens pelo Santa Cruz Futebol Clube, onde acabou ganhando maior fama no cenário nacional, tanto por seus gols, quando pelos gols perdidos. Em 2002 foi parar no Grêmio, onde chegou a ser titular.
Em 2003, foi contratado pelo Anyang Cheetahs, da Coreia do Sul. Voltou para o Brasil no segundo semestre de 2003, para jogar no Goiás, onde se destacou marcando muitos gols pelo clube no Campeonato Brasileiro daquele ano.
Em 2003, Grafite foi contratado pelo São Paulo, onde logo foi titular, jogando no ataque ao lado de Luis Fabiano. Após a saída de Lu[ís Fabiano para a Europa, Grafite se tornou o artilheiro do São Paulo na temporada, com vinte e seis gols.
Após as grandes partidas de Grafite pelo São Paulo, Carlos Alberto Parreira convocou o atacante para a Seleção Brasileira para um amistoso contra a Guatemala, que marcou a despedida de Romário da Seleção. Marcou ainda um gol nesse jogo.
Seu nome repercutiu na imprensa mundial no dia 13 de abril de 2005. Durante um jogo da Copa Libertadores, contra o Quilmes, da Argentina, em uma dividida, Grafite discutiu com o zagueiro do time adversário, Leandro Desábato, que o teria ofendido com expressões de cunho racista. Grafite foi expulso no lance junto com outro argentino. Desábato acabaria preso ao fim da partida.
Em junho do mesmo ano, quando Grafite estava próximo de ser convocado novamente para defender o Brasil, desta vez na Copa das Confederações, contundiu-se e, como conseqüência, foi operado. Voltou a jogar somente no final do ano, perdendo assim o restante da disputa da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro em 2005, mas ainda em tempo de ajudar o São Paulo a se consagrar campeão do Mundial de Clubes da FIFA jogando o segundo tempo da semifinal e da final.
Em 2006, totalmente curado da lesão, Grafite fez ainda mais algumas partidas pelo São Paulo, mas acabou sendo contratado pelo Le Mans, da França.
Após uma temporada defendendo o Le Mans, Grafite foi contratado pelo Wolfsburg, da Alemanha. Logo em sua primeira temporada pelo clube alemão, Grafite foi um dos destaques, ajudando a equipe a conquistar uma inédita vaga na Copa da UEFA de 2009.
Também em 2009, Grafite conquistou com o Wolfsburg, o inédito título do Campeonato Alemão, tendo ainda, terminado como artilheiro da competição com vinte e oito gols (igualando o recorde de Aílton, de estrangeiro com mais gols em uma única edição) e, juntamente com Džeko (vice-artilheiro do campeonato, com dois gols a menos), bateu o recorde de cinquenta e três gols marcados por Gerd Müller e Uli Hoeneß (atuando pelo Bayern München, na temporada 1972-73), marcando cinquenta e quatro.
Na temporada seguinte, apesar do início apagado na Bundesliga, Grafite foi o responsável pela primeira vitória dosWölfe na Liga dos Campeões da UEFA (é a primeira participação no clube no torneio). O triunfo aconteceu sobre o CSKA Moscou, da Rússia, tendo marcado na vitória por 3 a 1.
Mesmo não tendo uma brilhante temporada como a última, recebeu uma oportunidade no início de 2010 na Seleção Brasileira, no amistoso contra a Irlanda, após lesão de Luís Fabiano. Tendo disputando apenas vinte e sete minutos, dando uma assistência para o segundo gol, foi, surpreendentemente, convocado para disputar a Copa do Mundo de 2010.
Em 2015, acertou com o Al-Sadd por 6 meses e após o fim do contrato, outros clubes mostraram interesse em seu passe.
No meio do ano de 2015 o Santa Cruz faz uma proposta ao atacante e depois de algumas negociações, ele assina com o clube em 30 de junho. Contratado, pede para usar o número 23 o qual usa como marca própria. Marcou o seu primeiro gol na reestreia com a camisa tricolor, com o Estádio do Arruda lotado, na vitória por 1x0 do tricolor contra o Botafogo carioca.

Fonte: Wikipédia

Colocar no currículo


COLOCAR NO CURRÍCULO

Thaís Lima

Vice-artilheiro tricolor com cinco gols marcados nesta Série B e líder de assistências do campeonato, com oito passes para gols, Luisinho vive o melhor momento da sua carreira no Santa Cruz. Com o Tricolor no G4 da competição, depois de ter vencido o Bragantino, na última terça-feira, por 3 a 1, com um gol do atacante de 24 anos e duas assistências também convertidas em gols, por Lelê e Bruninho, o jogador sonha em terminar o ano de 2015 com o acesso do Santa à primeira divisão do Brasileiro no seu currículo.
“Eu vivo um dos melhores momentos da minha vida. Acho que já vivi momentos muito bons, mas esse está sendo muito importante porque eu não tenho nenhum acesso. Colocar um time na primeira divisão acho que vai ser muito importante para a minha carreira. Quero poder marcar e deixar a minha marca na história do clube”, afirmou o atacante.
Em meio a boa fase, Luisinho diz se cobrar bastante dentro de campo e revela também que há uma cobrança do time pelo fato de muitas das oportunidades de gols do grupo passarem por ele. Criticado em alguns momentos por parte da torcida tricolor por pecar na hora de finalizar as jogadas, o atleta se mostra consciente do seu papel, que atualmente é fundamental no setor ofensivo da equipe coral.
“Eu me cobro muito, mas todo mundo me cobra porque eu tenho muitas chances. O pessoal da comissão técnica comentou que eu sou o cara que mais cria chances de gol , então tenho que aproveitar, treinar mais, estar mais concentrado na partida para ajudar mais”, pontua Luisinho.
Já com o foco no próximo confronto do Santa Cruz, contra o CRB, na terça-feira, dia 6, o jogador espera agora que o time mantenha a concentração e o foco para conseguir uma vitória importante fora de casa e se manter no G4. Como ainda serão realizados os jogos que complementam esta rodada, no próximo sábado, o Tricolor tem a possibilidade de deixar a zona de classificação para a Série A.
Estamos demonstrando muita qualidade, raça, determinação e concentração nos jogos que estamos fazendo. A gente sabe que agora vamos ser mais cobrados, não só pela torcida, mas também entre nós mesmos.Vamos nos cobrar para que a gente possa fazer melhores partidas. Agora é concentração total e foco para que a gente vá pensando em fazer o melhor na próxima partida e trazer a vitória”, concluiu o atacante.

Fonte: Diario de PE, Recife, 30/9/2015

A cobrança da torcida


A COBRANÇA DA TORCIDA

O atacante Grafite não balança as redes adversárias há dois jogos. Apesar do pouco tempo, o camisa 23 do Santa Cruz já é cobrado pela torcida coral. Na partida contra o Bragantino, na última terça-feira (29), o centroavante desperdiçou ao menos duas oportunidades. Na etapa complementar, com um desempenho abaixo da média, foi substituído por Bruno Moraes e entendeu as críticas.
“Normalmente são chances que não perco, mas futebol é assim. Sou cobrado porque tenho qualidade. Tive duas chances e, se tivesse feito, seria a minha melhor partida pelo Santa Cruz. O importante é que a força do time prevaleceu”, afirmou Grafite.
Apesar de não ter feito gols nas últimas partidas, o atacante foi defendido pelo técnico Marcelo Martelotte. De acordo com o treinador, o jogador tem uma função importante na formação do Santa Cruz.
“Ele funciona bem segurando a bola, abrindo espaço e dando passes. Por causa da marcação individual, Grafite está vindo buscar o jogo e criando espaço para seus companheiros. Isso é importante”, garantiu o comandante coral.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 30/9/2015

Santa Cruz 3 x 1 Bragantino


SANTA CRUZ 3 x 1 BRAGANTINO

A ansiedade do torcedor tricolor em ver sua equipe pela primeira vez no G4 desta Série B do Campeonato Brasileiro terminou. E foi na 29ª rodada da competição, diante do Bragantino, nesta terça-feira (29), no estádio do Arruda. A vitória que deu este direito ao Santa Cruz poderia ter sido conquistada de uma forma mais tranquila. Muitas oportunidades acabaram desperdiçadas durante o duelo. E na reta final do jogo, Alemão ainda foi expulso. Mas o 3×1, com gol aos 43 do segundo tempo, acabou suficiente. Para alívio coral.
Seria até injusto com o Santa Cruz descer para os vestiários sem a tranquilidade da vantagem no placar. Inúmeras oportunidades claras de gol foram criadas pela equipe, que desde os primeiros minutos do jogo pressionou o Bragantino. Um adversário, inclusive, que chegou a levar perigo à meta pernambucana. Mas os sustos acabaram apenas proporcionados graças a falhas individuais do próprio time coral. O destaque negativo ficou para Wellington Cézar. Ofensivamente, no entanto, os 45 minutos iniciais foram tricolores.
Foram necessários apenas três minutos de jogo para a defesa paulista ser violada, após chute de Daniel Costa. Mas a arbitragem anulou o gol, assinalando toque de mão de Vitor. O lateral direito foi um capítulo a parte. Bastante participativo, chegou a fazer o goleiro Douglas trabalhar com finalizações, e bons cruzamentos. Mas o tento tricolor não saiu de seus pés. Aos 34 minutos, Luisinho fez um cruzamento, que encontrou Lelê livre na ponta esquerda. O jogador só teve o trabalho de escolher o canto e bater.
Por falar em oportunidades, Grafite fez uma partida longe do esperado. O jogador perdeu duas chances claras em ambas as etapas do jogo. Quando substituído por Bruno Moraes, foi vaiado. Coube, então, para outros atletas aumentarem a vantagem tricolor. Como foi o caso de Luisinho, aos nove do segundo tempo. Ele aproveitou uma bobeada da zaga do Bragantino e fez o 2×0. A comemoração, no entanto, foi curta. Alan Mineiro arriscou um chute de fora da área e venceu Tiago Cardoso.
O alívio pelo resultado positivo poderia ter chegado nos pés de Daniel Costa. Mas a bola que ele acertou na trave não entrou. A apreensão aumentou após Alemão ser expulso aos 31 minutos. Garantia apenas aos 43, com o gol de Bruninho. Finalmente, G4 conquistado.

SAIBA MAIS

CLASSIFICAÇÃO – O resultado deixou o Santa Cruz na terceira colocação da Série B, com 48 pontos. Pode ser ultrapassado ainda nesta rodada por Bahia e Paysandu, que entram em campo no sábado. O Bahia tem clássico com o Vitória, e o Papão encara o Atlético/GO, fora de casa.

FICHA DE JOGO

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vitor, Danny Morais, Alemão e Allan Vieira; Wellington Cezar, João Paulo, Daniel Costa (Bruninho), Lelê e Luisinho; Grafite (Bruno Morais) (Marlon). Técnico: Marcelo Martelotte.

BRAGANTINO: Douglas; Alemão, Gilberto, Bonfim, Éder Lima; Renan (Conrado), Wigor, Chico (Rodolfo) e Alan Mineiro; Jobinho e Rodrigo Maranhão (Bruno César). Técnico: Wagner Lopes.

Local: Arruda (Recife-PE). Horário: 21h. Árbitro: Francisco de Paula dos Santos (RS). Assistentes: Carlos Henrique Selbach (RS) e Marcos Santos Vieira (AM). Gols: Lelê (aos 34 do 1ºT); Luisinho (aos 9 do 2ºT), Alan Mineiro (aos 14 do 2ºT), Bruninho (aos 43 do 2ºT). Cartões amarelos: Alemão, Lelê (Santa Cruz); Renan, Gilberto, Eder Lima (Bragantino). Cartão vermelho: Alemão (Santa Cruz)
Público: 14388. Renda: R$ 161.890,00.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 29/9/2015

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A reclamação de Dany Morais


A RECLAMAÇÃO DE DANY MORAIS

Rafael Brasileiro

Aos 31 minutos do primeiro tempo, os torcedores tricolores que compareceram ao Castelão soltaram o grito de gol. Comemoraram após Danny Morais desviar a bola para o fundo do gol. A alegria e a entrada do Santa Cruz no G4 durou poucos segundos. O árbitro Francisco Carlos do Nascimento anulou o gol e revoltou não apenas a direção coral, mas também o autor do tento.
“Uma jogada antes eu reclamei que o zagueiro tinha feito a falta em mim, mas a bola não veio para mim. No outro lance foi a mesma coisa, e ele estava me pressionando para baixo. Eu me desvencilhei, e a bola raspou na minha cabeça e entrou. Não achei falta. Seria meu primeiro gol e poderia ter sido o gol da vitória. Tivemos outras chances, mas não saíram. Pelo menos, tivemos uma solidez defensiva”, lamentou o zagueiro.
Apesar de não ter conquistado os três pontos, Danny Morais lembrou que ainda faltam dez jogos para o fim da Série B. Rodadas suficientes para que o time consiga o acesso, objetivo principal de 2015. “Ainda faltam dez rodadas e nessa pegada que a gente está, esse jogo entra no contexto e faz parte disso. É uma pena que não saímos com a vitória. A intenção era vir aqui e sair com a vitória. Tivemos a chance de matar o jogo. Faz parte se defender bem para fazer o resultado. Ficamos felizes com nossa maneira de jogar,” afirmou.

Fonte: Diario de PE, Recife, 27/9/2015

Daqui pra frente, tudo é decisão!


DAQUI PRA FRENTE, TUDO É DECISÃO!

William Tavares

O discurso é antigo. Para alguns, repetitivo e pouco efetivo na prática. Mas a cada partida a frase é cravada: “Todo jogo é decisão”. É assim que jogadores e treinadores destacam a importância das rodadas finais de um campeonato. Mas não há como negar que esse chavão tem sim encaixe no contexto atual do Santa Cruz na Série B do Campeonato Brasileiro. Faltando dez jogos para o término da competição, cada ponto conquistado é de suma importância na luta pelo acesso à Série A. Por menor que seja um tropeço ou um triunfo, ele fará diferença no fim. Ciente disso, o técnico Marcelo Martelotte já declarou a necessidade de o Santa encarar todas as próximas partidas da Segundona como duelos de vida ou morte.
“Temos 30 pontos para disputar e todas as partidas possuem um caráter decisivo daqui para frente. Esse empate com o Sampaio Corrêa (0×0) foi importante porque jogamos fora de casa com um adversário direto pelo acesso. Esse ponto conquistado vai nos ajudar”, afirmou o treinador. Com o resultado diante dos maranhenses na rodada passada, o Santa ficou na sexta posição do campeonato, com 45 pontos. O Sampaio tem a mesma pontuação, mas está em sétimo por ter uma vitória a menos que os pernambucanos.
O empate foi comemorado, mas os tricolores deixaram o gramado do Castelão inconformados com a atuação do árbitro Francisco Carlos do Nascimento. A polêmica foi por conta de uma falta do zagueiro Danny Morais em Edimar, do Sampaio, em lance que originou um gol anulado do Santa. O vice-presidente do clube, Constantino Júnior, não escondeu o descontentamento com a marcação. “A arbitragem nos tirou os três pontos. Mais uma vez estava despreparada e nos prejudicou”, reclamou. Para que esses pontos não façam falta no futuro, o dirigente convocou os torcedores para comparecerem em grande número no Arruda, contra o Bragantino/SP, amanhã, às 21h.”Essa é a hora da união em busca do acesso. Precisamos de bons públicos. Estamos na reta final da Série B e queremos o apoio do nosso torcedor”, declarou.

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 28/9/2015

domingo, 27 de setembro de 2015

Vista essa camisa mais uma vez!


VISTA ESSA CAMISA MAIS UMA VEZ!

SEJA O NOSSO 12º JOGADOR, MOSTRE QUE VOCÊ ESTÁ FECHADO COM O SANTA

Ontem, o Mais Querido conquistou um importante empate, fora de casa, contra o Sampaio Corrêa. A caminhada rumo ao G-4 não vai parar. Contamos com o apoio de sempre da Torcida Mais Apaixonada do Brasil, que sempre apóia e empurra o time para frente.

TERÇA-FEIRA, DIA DE TRICOLOR É NO ARRUDA!

Fonte: Santa Cruz Site Oficial

Tiago Cardoso: 200 jogos com a camisa coral


Fotografia de Antônio Melcop

TIAGO CARDOSO: 200 JOGOS COM A CAMISA CORAL

O goleiro Tiago Cardoso foi um dos primeiros reforços do Santa Cruz para a temporada 2011, portanto, a história de renascimento do Mais Querido se mistura com a trajetória do atleta. Após quase cinco anos e muitas conquistas vestindo a camisa coral, Tiago está completando 200 jogos em defesa do clube das três cores.
Será nesta partida, diante do Sampaio Corrêa, que o atleta coral irá alcançar esta marca. Mas Cardoso é acostumado ao sabor dos grandes feitos. Durante a carreira no Santa, o atleta conquistou cinco títulos - quatro Campeonatos Pernambucanos e um Brasileiro da Série C.
E mais: Tiago Cardoso não apenas participou destes títulos, mas contribuiu efetivamente para que o troféu terminasse, impreterivelmente, nas mãos do Santa Cruz. Foram atuações épicas nas finais do Estadual de 2012 e 2013, além de uma exibição inesquecível diante do Betim, nos confrontos que levaram o Tricolor para a Série B.
A trajetória linear de sucessos posicionou Tiago Cardoso, de forma mais do que merecida, como um dos maiores ídolos dos últimos anos no Santa Cruz. Exemplo de conduta dentro e fora de campo, o goleiro está perto de conduzir o Santa Cruz a mais um grande objetivo: o retorno para a elite do futebol brasileiro.

JOGOS OFICIAIS

A contagem dos 200 jogos de Tiago Cardoso leva em consideração apenas os jogos oficiais. Neste retrospecto, portanto, estão as partidas pelo Campeonato Pernambucano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Não foram considerados os amistosos.

Fonte: Santa Cruz Site Oficial


Sampaio Corrêa 0 x 0 Santa Cruz


SAMPAIO CORRÊA 0 x 0 SANTA CRUZ

Caso vencesse o Sampaio Corrêa, na tarde deste sábado (26) no Castelão, em São Luís, o Santa Cruz poderia entrar no G4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Entretanto, o tricolor não fez um jogo empolgante e ficou apenas no 0 a 0 com a equipe maranhense. Apesar do ponto conquistado fora de casa, o time comandado por Marcelo Martelotte caiu para a 6° colocação na tabela.
Para, enfim, entrar no grupo dos quatro melhores da competição, o Santa Cruz enfrenta o Bragantino, na próxima terça-feira (29), no estádio do Arruda. O Sampaio, por sua vez, encara o Botafogo, em casa.

O JOGO

Com as duas equipes brigando por uma vaga no G4, esperava-se um jogo aberto no Castelão. A expectativa foi confirmada. Logo aos 3 minutos de jogo, Edgar recebeu de Jheimy e chutou forte, mas a bola passou ao lado direito da meta tricolor. Os primeiros quinze minutos foram da equipe maranhense. Dentro de casa, a Bolívia pressionava e tinha mais posse de bola, mas sem nenhuma chance que assustasse o goleiro Tiago Cardoso.
Entretanto, à medida que os minutos passavam, o Santa Cruz conseguiu equilibrar as ações e quase abriu o placar. Em um contra ataque armado por Grafite, Luisinho driblou o zagueiro, mas bateu mal e desperdiçou boa chance. Pouco tempo depois, Luisinho tocou para Lelê, que pegou muito embaixo da bola e mandou por cima do gol maranhense. A polêmica da partida aconteceu aos 31. Após Daniel Costa cobrar falta, Danny Morais desviou, mas o árbitro assinalou falta do zagueiro coral sobre Edimar.
Após um primeiro tempo bem movimentado, as equipes não conseguiram produzir o mesmo futebol no segundo. Com erros de passe e pragmatismo de ambos os lados, maranhenses e pernambucanos não produziram jogadas perigosas. A única oportunidade de gol foi do Sampaio, e aconteceu no primeiro minuto. Daniel Damião foi até a linha de fundo e cruzou na área. Diones subiu mais que a zaga tricolor, mas cabeceou por cima.
O lance da equipe pernambucana que mais assustou o goleiro Rodrigo Viana veio através de Luisinho. Após cruzamento de Marlon, o atacante errou na hora do chute e perdeu boa chance.

FICHA TÉCNICA

SAMPAIO CORRÊA: Rodrigo; Daniel Damião (Léo Rodrigues), Edimar, Plínio e William Simões; Diones, Léo Salino, Válber e Nadson (Pimentinha) (Vanger); Edgar e Jheimy. Técnico: Leonardo Condé.

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vítor (Bruninho), Alemão, Danny Morais e Allan Vieira (Marlon); Wellington Cézar, João Paulo, Lelê e Daniel Costa (Renatinho) Luisinho e Grafite. Técnico: Marcelo Martelotte.

Local: Estádio Castelão, em São Luiz (MA). Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL). Assistentes: Pedro Jorge de Araújo e Esdras Albuquerque (ambos de AL). Cartões amarelos: Daniel Damião e Edimar (Sampaio Corrêa); Wellington Cézar (Santa Cruz). Púbico: 13.562. Renda: R$ 183.320,00.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 26/9/2015

sábado, 26 de setembro de 2015

O apoio da torcida


O APOIO DA TORCIDA

Caio Wallerstein

A chance de entrar no G4 pela primeira vez nesta Série B é real. Para que isso aconteça, basta uma vitória sobre o Sampaio Corrêa, próximo sábado, no Castelão. A expectativa da torcida, que compareceu ao aeroporto para apoiar o time, é grande. A dos jogadores, a notar pelo discurso no embarque do time para São Luís, também existe, embora seja mais contida. Prestes a enfrentar um dos melhores mandantes da Série B, o Santa Cruz sabe da importância da partida e confia que pode voltar com um bom resultado. Também sabe, no entanto, que o importante é terminar na frente ao fim do campeonato.
Cerca de 50 tricolores acompanharam o embarque da equipe coral, nesta sexta-feira. Cantando e apoiando o time, certamente esperam que a equipe volte ao Recife com os três pontos e uma posição entre os quatro primeiros da Série B. Os jogadores, sabem que, mesmo que não voltem com a vitória, não tem nada acabado. Mas também têm ansiedade por entrar no G4. "No meu ponto de ver, é um jogo decisivo, porque é um jogo com um concorrente que está com o mesmo número de pontos que nós. Se conseguirmos essa vitória, entramos no G4 e afastamos eles da nossa cola", disse Grafite, uma das esperanças de gol do Santa Cruz.
No entanto, o atacante entende que importante mesmo é terminar a competição no grupo de acesso à Série A. "Mas é muito cedo. Mesmo que a gente entre no G4 depois, acho que no meu ponto de vista é muito mais difícil jogar para se manter no G4 do que para entrar", completou. A fala de Grafite foi corroborada pelo goleiro Tiago Cardoso. "Não é só entrar, mas permanecer é importantíssimo", disse o goleiro. Mesmo sem entrar no G4 agora, Grafite finaliza destacando a mentalidade do Tricolor para este final de Série B: "Acho que temos que encarar os 11 jogos como decisão."

Fonte: Diario de PE, Recife, 25/9/2015

Raniel suspenso pela FIFA


RANIEL SUSPENSO PELA FIFA

O Santa Cruz terá um desfalque importante para a reta final da Série B. O meia Raniel, de apenas 19 anos, pego no exame antidoping por uso de cocaína no início da temporada, não deve mais atuar com a camisa tricolor até o fim de 2015. Isso porque, o atleta recebeu uma punição da Fifa, que ainda notificará o clube pernambucano sobre o caso.
No último dia 15, Raniel foi liberado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para voltar a atuar profissionalmente. Ele, inclusive, foi titular na vitória tricolor sobre o Boa Esporte por 3 a 1, em Varginha.
Depois, o jogador se envolveu em mais uma polêmica. Seu empresário reclamava de pendências trabalhistas do clube com o atleta, contudo ambos chegaram a um acordo. Mesmo com o desfecho positivo, o técnico Marcelo Martelotte decidiu não escalá-lo no jogo diante do Ceará, no último sábado (19), na Arena Pernambuco.
Em nota, o Santa Cruz alega surpresa com a punição imposta ao jogador, mas garante que tomará as medidas necessárias. Confira o texto na íntegra.

O Santa Cruz Futebol Clube recebeu no último dia 23 de setembro, com absoluta perplexidade, a comunicação da FIFA referente à punição imposta pelo Comitê Disciplinar da entidade máxima do futebol ao atleta Raniel.
Aos que fazem o Santa Cruz, causa completa estranheza essa punição adicional visto que, em nenhum momento, o atleta, o clube, a Federação Pernambucana de Futebol e a própria Confederação Brasileira de Futebol foram informados de quaisquer recursos interpostos ao Comitê Disciplinar e, muito menos, que um novo julgamento estaria ocorrendo em Genebra, na Suíça. Assim, ao atleta foi negado o amplo direito de Defesa, princípio presente em todas as esferas e instâncias da Justiça.
O documento do Comitê Disciplinar, assinado pela secretária-adjunta Alejandra Salmerón García, informa que a decisão de “banir mundialmente” Raniel por um ano, até a data de 22 de fevereiro de 2016, foi tomada em julgamento ocorrido no dia 15 de setembro de 2015, válida a partir do momento em que a CBF notificou o clube em 23 de setembro.
O Santa Cruz reafirma publicamente seu compromisso de permanecer prestando todo suporte financeiro, psicológico e emocional ao seu atleta Raniel Santana de Vasconcelos.
Por discordar veementemente tanto da forma com que o processo se desenrolou quanto da natureza da nova punição, com nítido potencial de aprofundar ainda mais as condições de vulnerabilidade social de um jovem de 19 anos, o Santa Cruz tomará todas as medidas cabíveis para reverter a decisão do Comitê Disciplinar da FIFA
.”

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 25/9/2015

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Tri super campeão


TRI SUPER CAMPEÃO

O Super Campeonato Pernambucano é como fica conhecido o campeonato pernambucano em que cada um dos três turnos e vencidos por times diferentes da capital, sendo necessário um torneio de desempate.
O 1º Super Campeonato Pernambucano ocorreu em 1915, sendo disputado pelos clubes Flamengo, Torre e pelo Santa Cruz, este campeonato foi o único não disputado pelo Náutico e Xport ao lado do Santa Cruz.
O 2º Super Campeonato Pernambucano ocorreu em 1957, foi disputado pelos três times da capital (Sport, Santa Cruz e Náutico).
O Sport vinha como o favorito ao título já que no ano anterior tinha conquistado o bi-campeonato, o Santa fazia dez anos que não tocava em uma taça do pernambucano e o Náutico fazia dois anos sem levantar a taça.
Nesse ano o campeonato teve três turnos e cada um venceu um turno sendo que o Santa venceu o 1º turno, o Náutico o 2º e o Sport o 3º turno.
A fase final foi decidida em 3 Jogos, Náutico X Sport, Santa X Náutico, Sport X Santa, O 1º jogo foi nos Aflitos foi 1 a 1, o 2º jogo foi na Ilha do Retiro (o Arruda só seria inaugurado em 1979.) o jogo foi 3 a 1 para o Santa e o último jogo foi na Ilha do Retiro onde o Santa com gols de Rudimar aos 4 minutos do 1º tempo, Aldemar aos 18 do 1º tempo de Pênalti e Mituca aos 2 minutos do 2º tempo depois ainda levaram dois gols do Sport de Carlos Alberto aos 22 do 2º tempo e Zé Maria aos 29 do 2° tempo, mesmo que empatasse o Santa seria campeão já que o regulamento dizia que o time que tivesse o melhor aproveitamento em 2 jogos seria campeão.
O Santa Cruz ainda foi super campeão em 1976 e 1983 (fotografia acima), passando a ostentar o invejado título de tri-super-campeão.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Daniel Costa: chegando para ficar


DANIEL COSTA: CHEGANDO PARA FICAR

Alexandre Barbosa

Demorou, mas Daniel Costa, enfim, conquistou sua vaga de titular no Santas Cruz. E não largou mais. Com boas atuações, e gols, fez o técnico Marcelo Martelotte mudar até um conceito que tinha: de que ele não poderia atuar ao lado de João Paulo meio campo coral. Nas duas últimas partidas, diante de Boa Esporte e Ceará, a dupla foi titular.
É por isso que o meia, contratado pelo Santa Cruz pouco depois do início da Série B, não tem dúvidas em afirmar que vive, hoje, o seu melhor momento na equipe. "Com certeza que sim. Até pelo fato de estar fazendo gols. A minha posição pede isso também", afirmou Daniel Costa, que já marcou quatro vezes nesta Segundona, sendo dois deles em jogos recentes, diante de Boa Esporte e Luverdense.
Ao lado de João Paulo, Daniel encontrou um parceiro para dividir a responsabilidade de criar as jogadas para o ataque. Atuando um pouco mais à frente, conta com a colaboração do companheiro que, ele mesmo admite, marca um pouco mais. "O João tem voltado um pouco mais, por ter essa característica de marcar. Mas eu sei, também, que foi bom para ele ter com quem dividir a responsabilidade de armar a equipe. Assim, ele não fica sobrecarregado", contou o meia.
Sobre a partida contra o Sampaio Corrêa, sábado, Daniel Costa defende a continuidade da dupla. No treino desta terça-feira, o técnico Marcelo Martelotte deixou a possibilidade aberta de colocar uma equipe mais marcadora, sacando um dos meias e escalando o volante Bruninho. "O professor ainda não definiu se vai manter o esquema, mas, independente disso, vai ser uma partida difícil. Temos que nos concentrar em manter a posse de bola para não ter perigo de gol. E, na frente, sermos eficientes", disse o jogador.

Fonte: Diario de PE, Recife, 22/9/2015

Com o time definido


COM O TIME DEFINIDO

No último treinamento no Arruda antes da partida contra o Sampaio Corrêa, o técnico Marcelo Martelotte definiu e confirmou o time titular do Santa Cruz. As únicas mudanças na escalação coral serão Alemão e Luisinho nas vagas de Diego Sacoman e Nathan, respectivamente. Com isso, o Tricolor permanece com a formação ofensiva, que conta com apenas um volante.
O Santa Cruz jogará no sábado (26), às 16h30, no Castelão, com a seguinte equipe: Tiago Cardoso; Vitor, Danny Morais, Alemão e Allan Vieira; Wellington Cézar, João Paulo, Daniel Costa, Lelê e Luisinho; Grafite.
“O time é esse que treinou. Nossa equipe está acostumada a atuar desta maneira.Temos encontrado nas últimas partidas um time que tem dado resultado. Então, nada melhor do que manter. Mas ainda precisamos evoluir”, garantiu o treinador.
Apesar de ter testado o time com Bruninho, Martelotte justificou a opção por manter o esquema. Segundo o treinador, João Paulo jogará como meia e a proteção da defesa ficará com Wellington Cézar.
“Não posso transformar João Paulo em um volante. Precisei mudar o esquema tático para jogar com João Paulo e Daniel Costa. Wellington Cézar está em grande momento e consegue segurar na marcação”, explicou.

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 24/9/2015

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Por uma vitória!


POR UMA VITÓRIA!

Yuri de Lira

As três últimas vitórias conquistadas em sequência colocaram o Santa Cruz na porta do G4 da Série B do Brasileiro. Hoje na quinta colocação - a sua melhor até então na disputa do campeonato - o time coral pode figurar pela primeira vez na zona de acesso à Primeira Divisão no fim da próxima rodada. Para tanto, só depende de si. Uma vitória simples sobre o Sampaio Corrêa, no Maranhão, colocará, enfim, o Tricolor no seleto grupo.
Os três pontos em São Luís por si só são capazes de colocar o Santa Cruz no grupo dos quatro melhores da competição, independente do resultados dos concorrentes. Isso por que o Sampaio é um adversário direto e outros dois rivais que estão à sua frente - Vitória e Paysandu- se enfrentam no Barradão.
Obrigatoriamente, um vai ter que tirar ponto do outro. Mesmo que o Bahia derrote o Luverdense, em Lucas do Rio Verde, o Tricolor entraria no G4 em quarto com um triunfo. Aliada uma vitória coral, uma derrota do Tricolor de Aço, contudo, deixaria a equipe do técnico Marcelo Martelotte na terceira posição da tabela.

Fonte: Diario de PE, Recife, 20/9/2015

De olho no G4!


Luisinho

DE OLHO NO G4!

Paulo Henrique Tavares

A vitória diante do Ceará, no último sábado, transformou em apenas dois pontos a diferença do Santa Cruz para o G4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Já passadas 27 rodadas da competição, os tricolores nunca estiveram tão perto de entrar no grupo de acesso. Expectativa e ansiedade, a torcida com certeza já sustenta desde então. O mesmo não se pode falar de alguns jogadores corais, que descartam esse duplo sentimento. Por outro lado, o atacante Luisinho garantiu “foco, trabalho e concentração”.
“A gente sabe que é importante ganhar e entrar no G4. Mas o grupo sabe lidar com a ansiedade. Estamos bem com isso desde quando tivemos a certeza de que tínhamos condições de brigar pelo acesso. O objetivo é chegar o quanto antes no grupo de acesso. Ansiedade não terá. O que vai ter é foco, trabalho e concentração”, afirmou o atacante tricolor. O próximo compromisso tricolor na Segundona será sábado, às 16h30, contra o Sampaio Corrêa, no Castelão.
Para conseguir ficar entre os quatro primeiros já nesta 28ª rodada, o Santa Cruz basta apenas vencer o seu compromisso. Isso porque os concorrentes Vitória e Paysandu terão um confronto direto, na Fonte Nova. Mesmo que apenas um ponto seja conquistado por ambas as equipes, os tricolores já terão o número de vitórias suficiente para ultrapassar pelo menos um dos adversários.
Apesar deste cenário, Luisinho reconheceu as dificuldades que o Santa Cruz enfrentará em São Luís. O Sampaio Corrêa está na 6º posição com os mesmos 44 pontos do Tricolor do Arruda. Mas a confiança ainda assim existe. “Vamos trabalhar a semana inteira pensando na vitória, em fazer um bom jogo lá. Sabemos que se houver vitória, praticamente entraremos no G4 porque haverá confrontos diretos. Então, é muito importante essa partida. Foco total nela para que a gente possa fazer um grande jogo e trazer os três pontos.”
Um reforço que a equipe terá para o encontro contra os maranhenses será o retorno do zagueiro Alemão. Já vislumbrando o confronto contra o Sampaio Corrêa, o jogador apontou um dos pontos fortes do adversário, e que precisará ser contido: a velocidade. “O time deles é perigoso. Tem Pimentinha, e o Sampaio joga muito em função dele. É um jogador rápido e habilidoso. Tem que ter cuidado. Tive oportunidade de jogar lá no Castelão em 2013. O campo é pesado, grande. Tem que estar com a bola para ganhar”, contou.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 22/9/2015

domingo, 20 de setembro de 2015

Santa Cruz 2 x 1 Ceará


SANTA CRUZ 2 x 1 CEARÁ

Em seu primeiro jogo como mandante na Arena Pernambuco, o Santa Cruz bateu o Ceará por 2×1, hoje (19), pela 27ª rodada da Série B. Com gols marcados por Grafite e Vitor, para o Tricolor, e Ricardinho, a equipe de Marcelo Martellote subir para 5ª colocação com 44 pontos e está a um ponto do G4. Com o derrota, Vozão permaneceu em 17º lugar com 25 pontos.
No primeiro tempo, o Santa Cruz foi melhor, apesar de ter demorado a se acertar em campo. O Tricolor do Arruda teve mais posse de bola, pressionou o Ceará e criou mais jogadas de ataque. O Vozão começou a partida com mais posse de bola, mas logo recuou e buscou os contra-ataques para ameaçar a meta adversária. Porém, pouco criava porque o meio-campo não funcionava.
As duas primeiras chances foram da equipe mandante e saíram dos pés de Nathan. Aos oito, chutou de primeira para defesa de Luis Carlos, após passe de Lelê. Quatro minutos depois, Nathan saiu na cara do arqueiro do Ceará, que salvou com os pés. No rebote, o atacante tricolor finalizou para a meta sem goleiro e Victor Luis cortou em cima da linha.
As duas equipes falhavam na marcação na intermediária e davam espaços para os arremates de média distância. Aos 22, Daniel Costa cobrou falta cheia de veneno e Luis Carlos espalmou. Um minuto depois, o Ceará respondeu. Ricardinho soltou um petardo de longe e Tiago Cardoso espalmou. Aos 35, a defesa Tricolor vacilou na marcação da entrada área. Wescley recebeu lançamento, driblou Vitor e chutou por cima.
A segunda etapa começou com o Tricolor partindo para o campo de ataque e tendo mais posse de bola. O Ceará voltou buscando explorar os contra-ataques. Aos oito minutos, Tiago Cametá derrubou Lelê dentro da área. Na cobrança do pênalti, Grafite abriu o placar.
O Ceará saía nos contra-ataques e aproveitava os chutes de fora da área. Ricardinho era quem ameaçava a meta de Tiago Cardoso. Na primeira finalização, mandou por cima. Mas aos 22 minutos o Vozão empatou. Ricardinho soltou uma bomba de fora, ela desviou em Diego Sacoman e entrou no ângulo esquerdo.
Após o gol, o Vozão pressionou o Santa Cruz em busca do gol da virada, mas não conseguiu efetuar em gol. Mas foi o Tricolor que aproveitou a chance. Aos 44, Vitor se antecipou a marcação e cabeceou para fazer 2×1.

FICHA DO JOGO

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vitor, Danny Morais, Diego Sacoman e Allan Vieira; Wellington Cézar, João Paulo (Bruno Moraes) e Daniel Costa (Vinicius Reche); Nathan (Diogo Campos), Grafite e Lelê. Técnico: Marcelo Martelotte.

CEARÁ: Luis Carlos; Tiago Cametá (Júlio César), Sandro, Charles e Victor Luís; Carlão (Baraka), Guilherme Andrade e Ricardinho (Ricardo Conceição); Wesley, Rafael Costa e Mazola. Técnico: Marcelo Cabo.

Data: 19 de setembro. Local: Arena Pernambuco. Árbitro: Antonio Neuriclaudio Costa (AC). Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Jean Carlos Rodrigues da Silva (AC). Público: 14.588. Renda: R$ 286.940,00. Gols: Grafite (9 do 2º), Ricardinho (22 do 2º) e Vitor (44 do 2º). Cartões amarelos: Carlão, Tiago Cametá, Baraka, Sandro (Ceará); Vitor (Santa Cruz).


Fonte: Folha de PE, Recife, 19/9/2015

sábado, 19 de setembro de 2015

Mais cuidado!


MAIS CUIDADO!

Yuri de Lira

Com a sua segunda suspensão cumprida por causa de cartão vermelho nesta Série B, Grafite fica de novo à disposição do Santa Cruz para enfrentar o Ceará neste sábado, na Arena Pernambuco. O atacante reconhece que apenas a sua primeira expulsão foi justa e avalia a arbitragem com rigor excessivo. Mas, esperando evitar ser desfalque novamente por questão disciplinar, o atleta garante que vai procurar ser mais prudente, até por que ainda está pendurado com três amarelos.
“Paciência. É passado. Tenho agora que ter a cabeça no lugar para não prejudicar a equipe nesta reta final de campeonato. Tenho a minha importância para a equipe e preciso me adaptar melhor a estas novas regras dos árbitros do Brasil”, falou Grafite, referindo-se a orientação da CBF para que os juízes sejam mais rigorosos com reclamação de jogadores. Foi justamente a sua expulsão por contestar o árbitro Charles Hebert Cavalcante Ferreira no jogo contra o Luverdense, no Arruda, que Grafite não concorda.
“Nessa última expulsão, eu acho foi um grande mal entendido. Apenas falei para o bandeira de linha que, contra mim, estavam dando tudo e, ao meu favor, não estavam dando nada. Fiz gesto, não foi obsceno nem nada, aí o juiz veio e me deu o segundo amarelo e consequentemente o vermelho. Perguntei o que tinha feito e ele disse que eu tinha feito um gesto. Foi totalmente fora do contexto. Essa expulsão não teve nada a ver.” Já o vermelho anterior, recebido diante do Paraná, em Curitiba, Grafite admite culpa. “Realmente, ali eu errei. Revidei uma agressão do zagueiro Castán e mereci ser expulso.”

Fonte: Diario de PE, Recife, 18/9/2015


Jogar na Arena Pernambuco dá nisso!


JOGAR NA ARENA PERNAMBUCO DÁ NISSO!

Embalado após duas vitórias seguidas e podendo encostar ainda mais no G4, o Santa Cruz não deve jogar com o estádio lotado contra o Ceará. Para o jogo deste sábado (19), na Arena Pernambuco, às 16h30, apenas 7.839 ingressos foram vendidos até as 17h da véspera do confronto. Mesmo com bilhetes promocionais por R$ 15 para o setor Leste Superior.
No dia da partida, os ingressos custarão R$ 30 (Leste Superior) e R$ 50 (Leste Inferior, Sul e Norte). Enquanto os sócios em dia pagam R$ 25. O Santa Cruz está na 7º colocação com 41 pontos, a quatro do G4 da Série B.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 18/9/2015

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Enfim, o acordo


ENFIM, O ACORDO

Paulo Henrique Tavares

Em menos de 48 horas, algumas reviravoltas ditaram o futuro do meia Raniel no Santa Cruz. Após ameaçar colocar o clube na Justiça, alegando supostas dívidas trabalhistas e previdenciárias – 13º salário, férias e FGTS -, e ser afastado do grupo pelo técnico Marcelo Martelotte, um acordo entre ambas as partes foi firmado, e jogador segue no clube. A informação foi dada pelo próprio atleta, através das mídias sociais. “Boa noite galera. Graças a Deus chegamos a um acordo. Estamos juntos para conseguir o acesso do Santinha”, escreveu.
Na tarde desta quinta (17), o presidente Alírio Moraes negou que existam as dívidas cobradas por Raniel, em entrevista coletiva. O dirigente já havia se mostrado tranquilos na expectativa de uma solução positiva do caso. “O Santa Cruz não reconhece como devidos os valores pedidos pelo jogador”, garantiu Moraes. Após o encontro com a imprensa, o próprio mandatário e o vice-presidente Constantino Júnior receberam à noite, na sede do Arruda, o atleta Raniel e seus representantes legais. Na oportunidade, ficou acertado que o processo seria retirado da Justiça do Trabalho contra o clube.
Apesar de toda a problemática, os dirigentes tricolores já haviam afirmado que o apoio dado a Raniel não sofreria nenhum abalo por conta da atitude do atleta. Ou seja, já existia uma esperança de as questões serem resolvidas. “A gente não vai desistir de continuar dando apoio a ele. Pois a gente sabe que ele precisa disso. E talvez essa ação na Justiça mostre isso mesmo, como ele precisa da gente”, assegurou Constantino Júnior.
“A gente ficou surpreso porque o nosso atleta vem sendo assistido permanentemente. Ele inclusive mora em um apartamento que é pago com recursos pessoais nossos (o aluguel do espaço foi feito no nome do presidente). Mas ele é uma pessoa muito querida aqui no clube. Eu vi muita hostilidade nas redes sociais e queria pedir ao torcedor para não partir para esse lado”, disse o presidente Coral.

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 17/9/2015

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Boa Esporte 1 x 3 Santa Cruz


BOA ESPORTE 1 x 3 SANTA CRUZ

Finalmente a segunda vitória fora de casa na Série B do Campeonato Brasileiro aconteceu para o Santa Cruz. Diante do Boa Esporte, nesta terça-feira, no estádio Municipal de Varginha, os tricolores conseguiram construir um placar de 3×1, e se aproximaram do G4 da competição. Agora, na sétima colocação, com 41 pontos, os corais estão a quatro do grupo de acesso. Os gols do jogo foram marcados por Bruno Moraes, duas vezes e Daniel Costa. Felipe Alves descontou para os mineiros.
O placar do primeiro tempo entre Santa Cruz e Boa Esporte poderia ter sido mais dilatado. Chances apareceram para as duas equipes. O primeiro, e único, gol na etapa inicial foi antecedido por um susto para os corais. Aos 12 minutos, Chapinha recebeu no meio, matou no peito e soltou a bomba. A bola explodiu na trave. Um minuto depois, Luisinho encontrou Bruno Moraes, que empurrou para as redes. 1×0.
A chance de aumentar o marcador pintou para o Santa Cruz com Luisinho, que sofreu pênalti na reta final da primeira etapa. O jogador mandou a bola na trave. No rebote, Bruno Moraes tentou concluir e Douglas fez ótima defesa. Na volta para o segundo tempo, no entanto, em um intervalo de cinco minutos, a vitória foi encaminhada. O primeiro gol foi marcado, novamente, por Bruno Moraes. E Daniel Costa ampliou aos 15. O Boa ainda chegou a diminuir o marcador com Felipe Alves, mas os três pontos já estavam assegurados para os tricolores.

FICHA DE JOGO

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vítor, Neris (Diego Sacoman), Danny Morais e Allan Vieira; Wellington, João Paulo, Daniel Costa (Bruninho) e Raniel (Diogo Campos); Luisinho e Bruno Moraes. Técnico: Marcelo Martelotte.

BOA ESPORTE: Douglas Dias, Wendel, Gabriel Dias, Raphael Silva e Pirão (Edson Luis); Alê (Jonatas Paulista), Leonardo, Clebson e Chapinha; Wilson Júnior (Bruno Felipe) e Felipe Alves. Técnico: Nedo Xavier.

Local: Estádio Municipal de Varginha. Horário: 21h30. Árbitro: Jose Claudio Rocha Filho (SP).
Assistentes: Edson Glicerio dos Santos (ES) e Ciro Chaban Junqueira (DF). Gols: Bruno Moraes (aos 13 do 1ºT e aos 7 do 2ºT), Diego Campos (aos 15 do 2ºT); Felipe Alves (aos 24 do 2ºT). Cartões amarelos: Alê, Douglas (Boa Esporte); Luisinho (Santa Cruz). Público e renda: Não divulgados.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 15/9/2015

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Argentino e tricolor!


ARGENTINO E TRICOLOR!

Daniel Leal

MONTEVIDÉU – O português esforçado não titubeia em se fazer de isca para atrair novos clientes até seu restaurante. No Mercado del Puerto, principal pólo gastronômico de Montevidéu, localizado na Ciudad Vieja, bairro de tradicionais ruas uruguaias, ser um bom garçom vai muito além de saber servir bem. Raul Gutierrez sabe disso como poucos. Esperto, logo tratou de aprender a língua dos principais turistas da região – os brasileiros são como formiga por lá. Era a ponte que faltava para ele chegar ao Recife sem nunca ter cruzado às fronteiras do Brasil. E, de longe, tornar-se o torcedor do Santa Cruz mais fanático que o Arruda jamais teve o prazer de ter por perto.
Desinibido, Raul se posicionada em frente ao restaurante. E começa a “vender seu peixe”. O turista passa e ele grita “Brasileiro!?”. É o canal para a pergunta seguinte: “De onde são?”. Se a resposta for Recife, a ação é imediata: “Torcedor da Cobra Coral?”, questiona prontamente fazendo o símbolo do “T” tricolor com os braços. Logo vai apresentando a bandeira do Mais Querido e as camisas que têm em mãos. Apresenta todas com orgulho. A prosa sobre futebol, a partir de então, é um convite para ir à mesa beber o típico “medio y medio”, uma mistura de espumante com vinho branco, e comer o famoso “ojo de bife”, uma carne vermelha.

ARGENTINO-URUGUAIO

Nascido em Buenos Aires, Raul Gutierrez chegou à capital uruguaia aos 10 anos. Hoje, aos 36 tem duas paixões: o Santa Cruz e o Peñarol. E a escolha pelo Tricolor não foi somente um marketing barato. “Comecei a acompanhar o Santa Cruz com os tripulantes da Gol (companhia aérea), que vinham aqui toda semana e são do Recife. Conheci vários clubes do Nordeste… O Ceará, o Bahia, o Sport… Mas o Santa Cruz foi especial. Como pode um time na Terceira Divisão, depois na Quarta Divisão botar 80 mil pessoas em um estádio? Isso é impensável aqui no Uruguai. Fiquei impressionado e me apaixonei pelo Arruda, pelo time, pela torcida…”, conta.
Era meados de 2008 quando Raul passou a incorporar o Santa Cruz como clube do coração. Mas, e como acompanhar tudo a 3,7 mil quilômetros de distância? “Vejo tudo pela internet. Quando não consigo ver o jogo, vejo as notícias”, diz, com propriedade. “Foi uma coisa espontânea. Trabalho há oito anos aqui com o público que é maioritariamente brasileiro, então fui gostando”, acrescenta.

RIVALIDADE

Mesmo tão longe do Recife, Raul Gutierrez alimenta a rivalidade com o Sport e o Náutico tal qual estivesse pela capital pernambucana. Sobre o Leão, é direto: “Meu vice”, diz ainda lamentando a saída de Caça-Rato e Dênis Marques do time. E o Náutico? “É um bom time e graças a nós podem falar que ainda são os únicos hexacampeões. Afinal, tiramos o hexa do Sport duas vezes”, diz com orgulho, emendando com o desejo que é adiado ano após anos: “Um dia vou ao Arruda e vou a um jogo do Santa Cruz”.

Fonte: Diario de PE, Recife, 13/9/2015

Caça-Rato busca nova chance no futebol


CAÇA-RATO BUSCA NOVA CHANCE NO FUTEBOL

William Tavares

Em casa, brincando com o filho mais novo ou ensaiando passos de dança com o mais velho, Flávio Augusto do Nascimento vai passando seus dias. Rotina que já dura cinco meses. Pelada no fim de semana? Ele não gosta. Assistir aos jogos pela televisão também não está entre seus passatempos prediletos. Para manter a forma física, idas diárias para a academia, mas, como o próprio diz, “sem deixar de comer de tudo”. Uma vida relativamente pacata para um pai de família de 29 anos. Um cenário completamente oposto aos dias em que os pedidos de entrevistas se multiplicavam. O ofício principal era o de jogador de futebol, mas era comum vê-lo em campanhas publicitárias e clipes musicais. Em campo, o jeito extrovertido conquistou a torcida do Santa Cruz, clube onde se consagrou com gols que ajudaram em um acesso e um título nacional. Entre o passado de relativo sucesso e o presente nostálgico, Flávio Caça-rato tenta uma nova chance no futebol. Sem clube desde o início de abril, quando deixou o Remo, o atacante luta para que a angústia do ostracismo não supere a esperança de ter seu nome novamente gritado a plenos pulmões por milhares de torcedores.
Autor do gol do acesso e do título do Santa Cruz na Série C 2013, Caça-rato iniciou o ano de 2014 com previsões otimistas. Assinar com algum clube do eixo Sul-Sudeste ou sair do País. Seu destino, contudo, não seguiu nenhum desses caminhos. O atleta foi parar no Remo. Uma decisão que faria ele se arrepender no futuro.
“Zé Teodoro estava treinando o time lá e o projeto que me apresentaram foi bom. Cheguei e a torcida fez muita festa. A diretoria me prometeu mil coisas, mas no primeiro mês só me pagaram 30%. Chegou o segundo mês e disseram que não tinham mais dinheiro. Se você não ganha o salário, não consegue trabalhar de cabeça boa. Isso é em qualquer profissão. Quem diz que consegue render bem dentro de campo assim, está mentindo. Tinha gente lá que estava passando por necessidade e, no meu caso, minha esposa estava grávida do meu segundo filho”, afirmou o atacante, que chegou a ser despejado do hotel por falta de pagamento do clube.
“O engraçado é que, quando cheguei, o presidente disse ‘só quero que você faça um gol no Paysandu’. Como é que ele fala isso? O Paysandu na Série B e o Remo nem divisão tinha. A preocupação do time devia ser o acesso e não o rival. Depois disso preferi conversar e ir embora”. Em sete jogos, o atacante marcou apenas um gol.
Junto com a esposa, Daiana dos Santos, e os filhos, Flávio Augusto (4 anos) e Fabrício (4 meses), Caça busca no bom humor a fonte para não deixar que a má fase se perpetue por mais tempo. “Jogador tem momento bom e ruim. Não posso só pensar que vou ter alegrias. O lado bom disso (ficar sem jogar) é que pude ver o nascimento do meu filho mais novo. Mas está bom já, né? Chegou a hora de trabalhar. Bateu a saudade de jogar bola”, brincou.
Segundo Caça, os cinco meses parados não foram por falta de convites. “Recebi algumas sondagens, mas depois do que houve no Remo eu vi que não posso aceitar qualquer proposta. Também sofri uma vez quando fui para Croácia, porque o empresário que me levou para lá fez um negócio por fora que eu não sabia e eu fiquei um ano sem poder jogar. Coisas assim te deixam com medo. Meu atual empresário (Gilson Medeiros) já disse que apareceram algumas propostas e ainda nesse mês devo acertar com algum clube”, profetizou.
E o Santa Cruz? Com uma história marcante pelo Tricolor, Caça contou que não se arrepende de ter deixado o clube, mas não fechou as portas para que no futuro possa vestir a camisa coral mais uma vez.
“Muita gente me pergunta o motivo da minha saída do Santa. Graças a Deus fiz uma história bonita lá, mas não queria ficar marcado só como jogador do Santa Cruz. Queria jogar no Campeonato Carioca, no Paulista, não ficar conhecido somente aqui. Não vou mentir: no Santa, eu ganhei mais fama. A realidade do clube sempre foi complicada. Se eu tivesse recebido o dinheiro da fama que conquistei aqui nesse tempo, eu estava milionário. Gosto do Santa e quero voltar um dia, mas não agora. O meu maior arrependimento foi não ter conseguido ir para a Arábia Saudita. Recebi uma proposta boa financeiramente no começo do ano, mas meu passaporte estava vencido e não pude acertar minha saída. Mas onde uma porta se fecha, outra se abre. Tudo acontece na hora certa. Se hoje não estou jogando, é porque não surgiu a hora certa. Em breve vou voltar a fazer o que gosto, marcando gols e animando a galera”.

SELEÇÃO

Segundo Caça, caso ele estivesse jogando em algum clube no eixo Sul-Sudeste durante sua boa fase em 2013, não seria impossível sonhar com Seleção Brasileira. “Acho que podia ser convocado para algum amistoso. A pressão pelo meu nome seria ainda maior”, contou.

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 13/9/2015

domingo, 13 de setembro de 2015

Santa Cruz 2 x 0 Luverdense


Fotografia de Flávio Japa / Folha PE

SANTA CRUZ 2 x 0 LUVERDENSE

Não foi um jogo brilhante do Santa Cruz. Longe, bem longe disso. Entretanto, neste momento de definições da Série B do Campeonato Brasileiro, a vitória era fundamental. Com gols marcados por Alemão e Daniel Costa, o Tricolor bateu o Luverdense, garantiu os três pontos (soma 38 pontos), subiu para a sétima colocação e retornou a briga por uma das vagas no G4 da competição.
Na próxima rodada, a Cobra Coral viaja até Minas Gerais para enfrentar o Boa Esporte, que briga contra o rebaixamento para a Série C. O Luverdense, por sua vez, encara o Paraná.

O JOGO

Os dez primeiros minutos da partida foram dominados pelo Luverdense. A equipe pernambucana errava muitos passes, e não conseguia armar nenhuma jogada de perigo. Aos sete, Osman arriscou e a bola passou perto da meta defendida por Tiago Cardoso. Os dois times pareciam não estar em sintonia e desperdiçavam passes fáceis, especialmente o Tricolor.
Com a péssima produção das equipes, era até previsível que as bolas paradas poderiam ser o desafogo. Se aproveitando do ponto forte do meia Daniel Costa, o Santa abriu o placar. Após cobrança de falta do camisa 10, Alemão cabeceou e o goleiro Edson não conseguiu chegar na bola. O gol saiu em um momento muito importante da partida. Isso porque a torcida já começava a pegar no pé de alguns jogadores, como Vitor e Luisinho.
Logo no início da segunda etapa, o Santa desperdiçou a oportunidade de ampliar. Após chute cruzado, o camisa 23, na pequena área, mandou a bola por cima da meta defendida por Edson. Após a chance pernambucana, as equipes voltaram ao marasmo da etapa inicial. Muitos passes sem objetividade e jogadas de perigo não foram armadas.
Aos 20, entretanto, a bola parada fez diferença mais uma vez. Especialista em cobranças de faltas, Daniel Costa arriscou da intermediária e marcou um golaço. O Santa teve a oportunidade de fazer o terceiro, mas Grafite parou em Everton e Daniel Costa foi superado por Edson.

FICHA TÉCNICA

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vitor, Alemão (Danny Morais), Neris e Allan; Welllington, Renatinho (Bruninho), Luisinho e Daniel Costa; Diogo Campos (Moradei) e Grafite. Técnico: Marcelo Martelotte.

LUVERDENSE: Edson; Raul Prata, Luiz Otávio, Everton e Paulinho; Ricardo (Da Matta), Diego Rosa (Calyson), Alípio e Osman; Carlos Henrique e Lucas Fernandes (Bruninho). Técnico: Júnior Rocha.

Arbitro: Charles Hebert Ferreira (AL). Assistentes: Rondinelle dos Santos Tavares e Maxwell Rocha da Silva (Ambos de AL). Gols: Alemão e Daniel Costa (Santa Cruz). Cartões amarelos: Grafite, Alemão e Renatinho (Santa Cruz); Lucas Fernandes, Calyson, Osman e Alípio (Luverdense). Cartão vermelho: Grafite (Santa Cruz). Público: 7.932. Renda: R$ 88.420,00.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 12/9/2015

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Renatinho e Allan Vieira também serão titulares


RENATINHO E ALLAN VIEIRA TAMBÉM SERÃO TITULARES

Yuri de Lira

A depender do que mostrou no treino da manhã desta sexta-feira, Renatinho e Allan Vieira serão mesmo acionados no time do Santa Cruz e vão substituir Moradei e Lúcio, respectivamente. A possibilidade da entrada dos dois, por sinal, foi deixada no ar pelo técnico Marcelo Martelotte na coletiva da última quinta e ambos iniciaram na equipe de cima, permanecendo entre os 11 durante toda a atividade. Segundo a metodologia do técnico - que diz que a equipe que treina é sempre a que vai a campo - ambos vão começar entre os titulares na partida deste sábado, contra o Luverdense, no Arruda.
Segundo Martelotte, Renatinho daria mais ofensividade ao Santa Cruz e ainda, embora menos propenso ao combate que Moradei, serviria para promover uma marcação sob pressão ainda no campo adversário - justamente o que fez quando substituiu o próprio Moradei na rodada passada, diante do Paysandu. Foram de novo essas duas funcões que o prata da casa exerceu no também neste derradeiro treinamento antes do duelo com o Luverdense.
Allan Vieira, cuja regularização saiu ainda no fim desta manhã, cumpriu uma obrigação mais defensiva na lateral esquerda do Santa, ajudando a fechar espaços no setor, inclusive, com Renatinho. Último titular da posição, Lúcio sequer integrou os reservas e foi relegado aos trabalhos com os não-relacionados. Recuperado de desgaste físico que o vetou do jogo com o Paysandu, Marlon foi quem figurou na equipe de baixo e deve ir para o banco.
Martelotte, portanto, vai ter três mudanças na escalação em relação à última partida. Além das entradas de Renatinho e Allan, haverá outra que ele não poderia evitar. Suspenso, João Paulo cede vaga a Daniel Costa, conforme já havia adiantado o treinador coral na sua última coletiva. Sendo assim, para pegar o Luverdense, o Tricolor será formado com: Tiago Cardoso; Vitor, Alemão, Neris e Allan Vieira; Wellington, Renatinho, Daniel Costa, Diogo Campos e Luisinho; Grafite.

Fonte: Diario de PE, Recife, 11/9/2015

Daniel Costa será o titular


DANIEL COSTA SERÁ O TITULAR

O torcedor tricolor que comparecer ao estádio do Arruda, neste sábado, irá conferir um Santa Cruz mais ofensivo para encarar o Luverdense. As mudanças providenciadas pelo técnico Marcelo Martelotte estarão concentradas no meio-campo. Titular na vaga de João Paulo, suspenso, o meia Daniel Costa será o responsável pelas jogadas ofensivas, ao lado de Renatinho, Luisinho e Diogo Campos. A referência ficará a cargo de Grafitte.
“Eu acredito que o meio vai ficar mais ofensivo, até pelas características do Renato, que também é meia de origem. Teremos mais opções com a bola porque tem mais gente chegando no ataque, e isso é importante. O Renato também vai ter essa função de marcar, mas eu também vou ajudar”, afirmou Daniel Costa.
O fato de ficar mais com a bola também foi ressaltado pelo atleta por outro motivo: o fator desgaste. Segundo o jogador, por conta do horário do jogo (às 16h), a equipe tem de atuar com inteligência e reter mais o jogo nos pés para cansar o adversário.
“Temos que ter paciência. Não podemos entrar em empolgação da torcida e temos que ficar com a bola. O horário do jogo vai estar abafado e não podemos nos desgastar a toa”, disse o jogador. “Também tentarei ajudar na bola parada. Sabemos que isso decide jogo. Meu primeiro gol no Santa foi contra o Luverdense, de falta. É uma característica que tenho e espero ajudar no jogo”, finalizou.

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 11/9/2015

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Opções para a vaga de João Paulo


OPÇÕES PARA A VAGA DE JOÃO PAULO

Yuri de Lira

Marcelo Martelotte ainda não definiu quem vai substituir João Paulo. Nesta quinta e sexta-feira, fará testes no time para saber que jogador irá entrar no lugar do principal homem do setor de criação do Santa Cruz, suspenso após ter recebido o terceiro cartão amarelo. O técnico não pode se queixar de falta de opções para ocupar a vaga do meia. Não poderá contar com o recém-contratado Vinícius Reche, que chegou ao Arruda na última quarta e precisará de cerca de 15 dias para se adaptar fisicamente. Além de Daniel Costa - que o próprio treinador trata como substituto imediato de João Paulo na posição - existem outras variáveis para a partida do próximo sábado, diante do Luverdense, no Arruda. OSuperesportes esmiúça quais são elas.

A escolha pelo reserva imediato

Daniel Costa não joga, justamente, por que João Paulo ocupa o único posto de armador do time. O treinador alega que é praticamente impossível colocar ambos juntos por que eles têm um forma de atuação muito semelhante, o que atrapalharia a forma da equipe atuar. Com Martelotte, Daniel chegou a ser titular duas vezes, quando João Paulo viajou repentinamente à Europa e depois quando voltou e recebeu um “gancho” do treinador pelo sumiço. Se não quiser mexer nas características do Santa, esta troca seria a mais simples.

O “curinga” Renatinho

Embora tenha feito mais o papel de segundo volante ou ponta esquerda nesta Série B com Martelotte, Renatinho é meio-campista de origem. Depois de Daniel Costa, é o jogador do plantel com estilo de jogo que mais assemelha ao de João Paulo.

Lelê volta e Diogo Campos vira meia

Se Lelê - em fase final de recuperação após lesão na coxa - ficar à disposição, voltaria à titularidade na ponta esquerda e Diogo Campos, que o substituiu na rodada passada, seria uma alternativa para atuar como meia-central, função que o próprio já avisou que está habilitado para cumprir.

O retorno de Aquino
Relegado à reserva nas duas últimas rodadas, o vice-artilheiro da Série B ganha novamente chances de retornar à titularidade. No Estadual, Anderson Aquino já fez as vezes de meio-campista sob o comando de Ricardinho.

Mais uma aposta no prata da casa

Acionado como segundo volante há quatro rodadas, contra o Paraná, Marcílio chegou até a fazer gol naquela sua estreia pelos profissionais. O prata da casa, contudo, é meia de formação (era o camisa 10 do time Sub-20) e pode agora atuar na sua posição.

As últimas opções

Como últimas opções, Marcelo Martelotte tem ainda Emerson Santos - que ainda não atuou desde que o treinador assumiu a equipe - e Pedro Castro, que jogou três vezes com com o atual treinador, mas nunca como titular do time.

Fonte: Diario de PE, Recife, 10/9/2015

Martelotte quer torcida jogando com o time


MARTELOTTE QUER TORCIDA JOGANDO COM O TIME

Paulo Henrique Tavares

A derrota do Santa Cruz para o Paysandu, na última terça-feira, foi assistida por 10.552. Falando em torcida tricolor, o número pode ser considerado abaixo das expectativas – é bem verdade. E após o resultado negativo, o técnico Marcelo Martelotte resolveu criticar, além do vazio nas arquibancadas, a postura dos torcedores durante os 90 minutos de jogo. “A torcida do Santa Cruz que eu conheço não depende de resultado para comparecer”, disse. Entre as equipes da Série B, no entanto, o cenário é equivalente ao protagonizado no estádio do Arruda. Os corais, inclusive, estão na terceira posição do ranking de público.
Martelotte foi além: “A torcida que eu conheço é a que lotava estádio na Série D e acho estranho a gente achar que o torcedor não vai vir por conta de um tropeço. Ganhamos oito seguidas e ele não veio. Está na hora de começar a decidir o campeonato. E lógico que a presença dele é importante. Isso sempre fez a diferença na história do Santa”. A resposta foi motivada pelo fato de o próximo jogo do Tricolor ser mais uma vez no Arruda, sábado, contra o Luverdense/MT.
A média de torcedores do Santa Cruz nesta Série B do Campeonato Brasileiro é de 14.419. Com relação à ocupação do estádio, levando em consideração todos os 12 jogos já disputados pelo clube na competição, o número é de apenas 22%. Na Segundona, no entanto, os corais só são deixados pra trás por Ceará (média de 15.945) e Bahia (média de 15.121). Em Pernambuco, os números tricolores ainda são suficientes para desbancar os rivais Sport (12.845) e Náutico (5.221). Mas a ocupação do estádio dos rubro-negros é maior, com 35%, contra 11% dos alvirrubros.
“Saímos perdendo de 1×0, mas já viramos jogos em outras oportunidades. Voltamos (do intervalo) com atitude para virar o jogo. E o torcedor em nenhum momento se inflamou, em nenhum momento passou a jogar junto com o time”, disse Marcelo Martelotte, em relação à passividade dos tricolores. “A crítica a um jogador ou outro foi a tônica. Teve vaias a Lúcio, a Vitor, a Diogo Campos, que estava estreando, a Aquino quando entrou. A impressão que passa desse sentimento do torcedor é que ninguém serve no time, que ganhou por acaso alguns jogos, subiu na tabela por acaso”, completou. Atuando em casa, o Santa Cruz conquistou nove vitórias, um empate e duas derrotas.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 10/9/2015

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Santa Cruz 1 x 2 Paysandu


SANTA CRUZ 1 x 2 PAYSANDU

A invencibilidade de Marcelo Martelotte, comandando o Santa Cruz, no Arruda, e a sequência de oito partidas, como mandante, sem derrotas da equipe, foram duplamente quebradas com o gol do atacante Betinho, aos 37 minutos do segundo tempo. Apesar de ter sido melhor durante praticamente o jogo inteiro, os corais não foram eficientes e saíram de seu estádio derrotados, ontem, pelo placar de 2×1, para o Paysandu. O resultado deixou os tricolores na nona colocação da Série B, com 35 pontos.
O Santa Cruz entrou em campo ciente da necessidade de conquistar os três pontos, neste primeiro jogo, de um série consecutiva de dois, no Arruda. Duas vitórias fatalmente aproximaria o sonho de entrar, pela primeira vez na competição, no grupo dos quatro melhores da Série B. E o domínio, na etapa inicial, foi completo dos donos da casa. As principais oportunidades também foram tricolores. Faltou, no entanto, efetividade. Atributo que o Paysandu teve na única chance diante da meta coral.
Os primeiros 15 minutos foi completo do Santa Cruz. Neste intervalo de tempo, pelo menos três chances de gol foram criadas. Uma com João Paulo, pela ponta direita, que fez fila, mas viu um corte crucial da defesa do Paysandu. Outro lance com o estreante Diogo Campos, que finalizou em cima de Ivan. E a terceira oportunidade com Grafite, que viu o rebote de seu chute sobrar para Luisinho. O meia carimbou o defensor João Lucas, do Paysandu, e a torcida coral pediu pênalti.
Após essa blitz coral, o jogo ganhou maior morosidade, mesmo com o domínio sendo dos anfitriões pernambucanos. Aos 30 minutos, o atacante Grafite conseguiu emplacar uma jogada de efeito, após dar um chapéu no adversário e finalizar com perigo por cima do gol. Dois minutos depois, o Paysandu fez o gol na única oportunidade que criou. Leandro Cearense conseguiu grande enfiada para Jhonnatan dentro da área, que driblou Vitor e chutou forte na esquerda. Com a desvantagem, o Santa Cruz tentou o gol de empate. Mas desceu para os vestiários lamentando o resultado.
A volta para a etapa final mostrou, mais uma vez, o Santa Cruz superior na partida. Buscando o ataque a todo momento, a equipe até chegou a balançar as redes, com João Paulo, aos nove minutos. Mas a arbitragem marcou impedimento. O empate só aconteceu aos 15 minutos. O próprio João Paulo apareceu novamente na grande área, após passe de Grafitte, e acabou derrubado. O pênalti marcado, foi convertido por Grafitte. Empate no Arruda. Aos 23 minutos, a virada chegou a ser sentida pelos tricolores, com a finalização de Anderson Aquino no travessão do goleiro Ivan. A igualdade permaneceu.
Aos 37 minutos, no entanto, o banho de água gelada. O lateral João Lucas roubou a bola na ponta esquerda, cruzou na área e Betinho, meio sem querer, conseguiu desviar para dentro do gol. Final de jogo e derrota tricolor.

FICHA DE JOGO

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vítor, Alemão, Neris e Lúcio; Wellington, Moradei (Renatinho), Luisinho e João Paulo; Diogo Campos (Anderson Aquino) e Grafitte. Técnico: Marcelo Martelotte.

PAYSANDU: Ivan; Yago Pikachu, Thiago Martins, Dão (Fernando Lombardi) e João Lucas; Augusto Recife, Jhonnatan, Gilson e Carlinhos (Edinho); Leandro Cearense (Betinho) e Welinton Junior. Técnico: Dado Cavalcanti.

Local: Estádio do Arruda, no Recife. Horário: 19h. Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR).
Assistentes: Moises Aparecido de Souza e Rafael Trombeta (Ambos do PR). Gols: Jhonnatan (aos 32 do 1ºT), Grafitte (aos 15 do 2ºT); Betinho (aos 37 do 2ºT). Cartão amarelo: João Lucas, Wellington Júnior, Thiago Martins, Ivan, Fernando Lombardi (Paysandu); João Paulo (Santa Cruz). Público e renda: Não divulgados.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 08/9/2015

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O preço dos ingressos


O PREÇO DOS INGRESSOS

Yuri de Lira

Após aumento nos preços dos ingresso do último jogo no Arruda, a diretoria do Santa Cruz resolveu retomar os valores de antes das entradas. Com o reajuste para baixo, os bilhetes para o jogo contra o Paysandu, agendado para às 19h desta terça-feira, no Arruda, passam a ser de novo: R$ 30 (arquibancada inferior), R$ 15 (sociais e meia-entrada) e R$ 10 (arquibancada superior).
Além do Arruda, os ingressos são vendidos em pontos descentralizados. São eles: PE Retrô, no Shopping Tacaruna e Rio Mar, e Pequeno Torcedor, nos shoppings Tacaruna, Rio Mar, Plaza Casa Forte e Guararapes, além da Ticket Folia, no Shopping Recife ou no site www.ticketfolia.com.
O ingressos para os sócios em dia com o clube tricolor, diga-se, não são comercializados nos pontos descentralizados. Além das bilheterias do Arruda, eles podem também adquirir as entradas pela internet no sitewww.santacruzdecorpoealma.com.br. Vale lembrar que a troca de entradas por pontos Dotz, depois da parceria firmada pelo clube com a empresa paulista, só começa a funcionar para a partida diante do Luverdense, na próxima sexta-feira, no Arruda.

VALORES:

R$ 30 - Arquibancada inferior
R$ 15 - Socios e meia
R$ 10 - Arquibancada superior

Fonte: Diario de PE, Recife, 06/9/2015


As explicações


AS EXPLICAÇÕES

Paulo Henrique Tavares

Uma certa dificuldade dos atletas ofensivos do Santa Cruz ficou explicitada em meio as “respostas-padrão” nas entrevistas dadas durante as últimas semana. Foi assim com o atacante Anderson Aquino e também com o meia Lelê. Ambos destacaram problemas em desempenhar a função tática pedida pelo técnico Marcelo Martelotte. A questão é que o comandante coral costuma armar a equipe com jogadores abertos pelas pontas, com a obrigação de acompanhar os laterais adversários. Nada incomum, já que essa opção tem sido a opção preferida da grande maioria dos treinadores pelo Brasil. Mas o fato tem servido para justificar os poucos gols anotados pelos dois jogadores.
“Em alguns lances da partida essa função pesa um pouco e, como atacantes, precisamos ter força para chegar lá na frente e definir. Eu estou há alguns jogos sem fazer gols, mas o foco é ajudar a equipe mesmo. Se não der para fazer gol, tem que ajudar com assistências”, disse Lelê. O jogador, que não atuou contra o ABC, por conta de uma lesão, passou por um intervalo de oito jogos sem balançar as redes. O jejum acabou apenas na 21ª rodada da Série B diante do Paraná Clube, na derrota por 3×2.
Brigando pela artilharia da competição, ao lado de Zé Carlos, do CRB (11 gols), Anderson Aquino continua sua seca de gols. Seu último tento foi anotado diante do Mogi Mirim, de pênalti, pela 18ª rodada da Série B. “Está sendo um pouco complicado pra mim. Por que são duas funções diferentes. Segundo atacante tem de acompanhar os laterais, e isso desgasta um pouco. Estou sendo exigido por uma função tática diferente das minhas características. E estou tendo um pouco de dificuldade nisso. Mas já sinto uma evolução, e estou fazendo o máximo para me adaptar. De qualquer forma está sendo importante pra mim”, disse o jogador.
Apesar da dificuldade, gols não têm sido o problema do Santa Cruz na Série B. A equipe tem o segundo melhor ataque da competição, com 32 gols anotados (ao lado de Vitória, Bahia e Sampaio Corrêa). O Botafogo ostenta o número mais positivo: 35. Mesmo assim, a situação curiosa dos atletas foi até discutida, nos vestiários. “A gente não tem tanta característica de marcação, mas nossa função exige isso, dentro do esquema de Martelotte. Às vezes até brinco com o (Anderson) Aquino, para ele jogar mais aberto e marcar o lateral dele. Todo mundo tem que ajudar na marcação no esquema, sempre visando vencer”, destacou Lelê.

REFERÊNCIA – O atacante Grafite fez questão de rechaçar a ideia de que ele é um jogador de pouca movimentação no comando de ataque. “Sempre foi uma característica minha ser um jogador que se movimenta muito. Não gosto de ficar parado esperando a bola chegar e, pela bagagem que a gente tem e pelo conhecimento que os jogadores têm sobre minha pessoa, se eu ficar parado dentro da área facilita para os marcadores”, explicou.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 06/9/2015

domingo, 6 de setembro de 2015

Moradei lamentou


MORADEI LAMENTOU

Caio Wallerstein

Autor do gol coral no empate contra o ABC, o volante Moradei não gostou do resultado final da partida em Natal. Lamentou bastante os erros cometidos pelo time, que acabaram custando uma importante vitória (seria a segunda do Santa Cruz como visitante). Apesar disso, garantiu que o grupo está fechado e demonstrou confiança no prosseguimento do campeonato, quando a equipe almeja chegar em breve ao grupo de acesso à Série A.
"Acho que a gente veio para vencer. Buscamos o gol a todo o momento. Infelizmente erramos e agora é buscar a vitória na próxima partida", resumiu o volante, sobre a partida. Ainda falando sobre erros, disse que a equipe está tentando reduzí-los ao máximo. "A equipe esta trabalhando. Ninguém quer, nem gosta de errar. Trabalhamos para fazer o melhor sempre, mas está todo mundo junto."
Apesar de se lamentar bastante por conta do empate, ele garante que o foco nas próximas partidas é máximo, e sabe que é preciso virar a página para chegar ao objetivo final na Série B. "A gente está concentrado, está buscando as vitórias. Estamos com cabeça erguida e vamos buscar vencer no próximo jogo", finalizou. O próximo compromisso tricolor é na terça-feira, quando enfrenta um adversário direto no Arruda: o Paysandu.

Fonte: Diario de PE, Recife, 05/9/2015

Martelotte defende Aquino


MARTELOTTE DEFENDE AQUINO

O atacante Anderson Aquino foi o nome da partida entre Santa Cruz e ABC, que terminou no empate em 1×1. Mas por um motivo que o jogador não esperava. No final da partida, ele teve em seus pés a chance de dar a vitória ao Tricolor, após Grafite ser derrubado na área. Aquino foi para a penalidade e, para a tristeza dos torcedores corais, o atacante parou nas mãos do goleiro Gilvan.
Na entrevista coletiva, o técnico Marcelo Martelotte saiu em defesa do atacante. “Definimos três batedores que treinam normalmente e deixo a cargo deles no campo. Quem estiver melhor no momento, se sentindo bem, bate. Não vejo problema no Aquino ter pego a bola para bater. Ele é o batedor oficial. Acho que a entrada dele melhorou nosso time e voltamos a ter um domínio no campo do adversário. Ontem mesmo ele treinou e foi bem. Então foi uma infelicidade dele e felicidade do goleiro”, afirmou o atacante.
Mais difícil do que explicar o erro de Aquino na penalidade foi procurar as razões do Tricolor, novamente, ter desperdiçado a chance de vencer fora de casa. “Podemos discutir os resultados e isso é que pesa. Em casa é mais fácil quando você tem uma atuação abaixo do esperado porque você ainda assim conhece o campo. O adversário também fica se fechando, se contentando com o empate. Fora você tem que jogar em um nível mais alto. Hoje tivemos altos e baixos como tivemos em Recife, no último jogo, mas lá finalizamos melhor. Se tivéssemos feito um dos gols no final, talvez teríamos vencido”.
Mesmo de forma tímida, o treinador também criticou a arbitragem da partida. O árbitro deixou de marcar um pênalti claro em Grafite e acabou compensando minutos depois em lance questionável. “Ele deixou de dar um pênalti claro no Grafite. Foi o maior erro do jogo. Talvez o que ele tenha dado depois seja discutível, mas o primeiro não”.

MORADEI E AQUINO

Autor do gol coral no empate em 1×1, Moradei lamentou o empate na Arena das Dunas. “Viemos para vencer, buscamos isso até o final, mas aconteceu do Aquino errar o pênalti”, declarou. Por falar no atacante, ele foi curto e direto. ”O goleiro teve o mérito dele no pênalti. Bati três ou quatro no ano e fiz todos. Acho que estou com certo crédito”, completou.


Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 04/9/2015