sábado, 31 de maio de 2014

Santa Cruz 2 x 0 Joinville


SANTA CRUZ 2 x 0 JOINVILLE

O reencontro entre o Santa Cruz e a sua torcida não poderia ter sido melhor. A última partida diante do torcedor ocorreu diante do Luverdense, dia 10 deste mês, na Arena Pernambuco. O time manteve a invencibilidade ao vencer o Joinville por 2x0, pela 9ª rodada da Série B do Brasileiro, na noite desta sexta, nos Aflitos, pois o Arruda permanece interditado pela CBF. Além disso, o tricolor subiu da 12ª posição para a oitava, com 13 pontos, mesmo de forma provisória, pois a rodada será complementada, neste sábado, com mais seis jogos. O time catarinense permanece na terceira colocação com 17 pontos.
Na próxima terça-feira, também nos Aflitos, o Santa Cruz recebe a Ponte Preta, pela 10ª rodada. Após esse jogo, a competição será paralisada devido a Copa do Mundo.
O Santa Cruz entrou para decidir o jogo e foi logo para cima do Joinville. O time catarinense não esperava a pressão inicial do tricolor pernambucano. Por isso, não conseguia sair do seu campo defensivo. Logo aos 12 minutos, após uma cobrança de escanteio do lateral Nininho, o zagueiro Renan Fonseca acertou um belo arremate e o goleiro Ivan defendeu com dificuldade.
A pressão do Santa Cruz continuou intensa, com boa velocidade e os volantes chegando à frente. Assim, aos 15 minutos, Memo, de fora da área, após boa troca de passes com o atacante Pingo, acertou um chute forte, a bola bateu na trave direita e entrou: 1x0.
Com o gol, o Santa Cruz resolveu diminuir a pressão e atrair o Joinville para tentar os contra-ataques. Com isso, o time catarinense chegou a assustar o goleiro Tiago Cardoso. Aos 26, o meia Tartá desperdiçou uma boa chance. Depois, o atacante Edigar Júnio mandou para fora outra oportunidade, aos 29.
Após esses dois sustos, o Santa voltou a marcar na frente e criou condições para aumentar o placar. Aos 30, o meia Carlos Alberto acertou o travessão de Ivan. Cinco minutos depois, o atacante Betinho, livre, finalizou fraco para a defesa do goleiro catarinense.
O Joinville perdeu o controle. Aos 37, Tartá deu um entrada violenta em Memo e foi punido com o cartão amarelo. Um minuto depois, repetiu a dose em cima do zagueiro Everton Sena. O árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique não teve outra opção e expulsou o atleta do JEC.
No segundo tempo, com um homem a mais, o Santa manteve o mesmo ritmo. E logo aos dois minutos, o volante Danilo Pires obrigou Ivan a fazer uma boa defesa. A resposta do adversário veio em seguida. O lateral Édson Ratinho arrematou de fora da área para uma grande defesa de Tiago Cardoso.
Com o controle do jogo, o Santa Cruz partiu para definir a vitória. Aos dez minutos, Renatinho escapou pela esquerda e cruzou com perfeição. Betinho, com categoria, cabeceou para fazer 2x0. O gol foi uma ducha fria na possibilidade de uma reação do Joinville.
A partir daí, o Santa passou a tocar a bola, mas sem pressionar com o mesmo ímpeto. Assim, o técnico Sérgio Guedes promoveu algumas mudanças ao colocar Julinho, que estreou, na vaga de Nininho, enquanto Flávio Caça-Rato ocupou o lugar de Pingo. O meia Emerson Santos entrou no lugar de Carlos Alberto. Mesmo assim, o time pouco criou e só assegurou a vitória.

Fonte: JC On Line

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Boa Esporte 0 x 2 Santa Cruz


BOA ESPORTE 0 x 2 SANTA CRUZ

O Santa Cruz conseguiu sua primeira vitória pela Série B após sete empates consecutivos. O tricolor venceu por 2x0 o Boa Esporte no estádio Dilzon Melo, em Varginha, Minas Gerais. O clube pernambucano saiu da zona de rebaixamento e agora soma 10 pontos. O time mineiro segue com 8.
Os gols da partida foram marcados por Nininho, aos 43 do primeiro tempo, e Betinho, aos 31 do segundo.
Na próxima sexta-feira, o Santa recebe o Joinville, às 21h50, no estádio dos Aflitos, no Recife, com portões fechados.

Fonte: JC On Line

terça-feira, 27 de maio de 2014

Pedrinho


PEDRINHO

Pedro da Silva Cruz, mais conhecido pela alcunha de Pedrinho, é um ex-goleiro que fez muito sucesso no futebol nordestino. Em 2011, estava aposentado e residia em Recife, capital de Pernambuco. Natural do Rio de Janeiro, Pedro nasceu no dia 04 de julho de 1943 e começou sua carreira muito cedo, nas categorias de base do Vasco da Gama, tradicional equipe de sua cidade natal. Profissionalizou-se e logo migrou para o Ceará, onde defendeu três equipes do estado. O América, onde foi campeão em 1965, o Ferroviário e o Ceará. Em 1967, o arqueiro foi negociado com o Santa Cruz, do Recife, onde permaneceu até 1973, conquistando a torcida coral com o seu carisma e alegria.
Uma temporada depois de deixar o Santa, Pedrinho decidiu aposentar as luvas e começou um comércio na capital pernambucana. Em seguida, trabalhou como autônomo, até se aposentar.
Afastado dos gramados por conta de pressão alta, o ex-goleiro ainda é presença marcante entre os ex-jogadores do futebol nordestino.

Fonte: Como Antigamente Santa Cruz Sempre

domingo, 25 de maio de 2014

A morte de Washington


A MORTE DE WASHINGTON

O ex-atacante Washington, que jogou no Atlético Paranaense, Fluminense e Santa Cruz, entre outros clubes, morreu neste fim de semana em sua casa, em Curitiba, aos 54 anos.
O jogador foi goleador e ficou famoso nos anos 80 ao formar dupla com Assis, com os dois ficando conhecidos como "Casal 20".
Pela seleção brasileira de futebol, Washington realizou cinco partidas, marcando 2 gols. pela seleção olímpica brasileira fez 4 jogos marcando também 2 gols.
Washington sofria de esclerose lateral amiotrófica, uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta os neurônios motores e prejudica os movimentos. O ex-jogador não se movimentava mais sozinho e só se locomovia com o auxílio de uma cadeira de rodas. Era acompanhado permanentemente por cuidadores.
Pelo Atlético, foi campeão paranaense e ficou em terceiro lugar no Campeonato Brasileiro em 1982, campeonato que conquistaria já pelo Fluminense em 1984. Os dos clubes fizeram, em 2009, o "Washington Day", um evento esportivo para arrecadar fundos e possibilitar o tratamento da doença do artilheiro.
O corpo de Washington foi encontrado pelo enfermeiro que cuidava dele, em sua casa, no bairro do Capão da Imbuia, em Curitiba, na manhã deste domingo.

Fontes: Como Antigamente Santa Cruz Sempre e Wikipédia.

sábado, 24 de maio de 2014

Santa Cruz 1 x 1 América/MG


Fotografia de Aldo Carneiro

SANTA CRUZ 1 x 1 AMÉRICA/MG

Lucas Liausu

No cinema, os bons filmes costumam ser vistos pelos seus fãs dezenas de vezes. No futebol, essa repetição nem sempre é apreciada. É justamente o que está acontecendo com o Santa Cruz. Ele chegou ao seu sétimo empate em sete partidas pela Série B do Brasileiro ao ficar no 1 a 1 com o América-MG na noite desta sexta-feira, nos Aflitos. Os sete pontos na tabela o deixam sob risco de entrar na zona de rebaixamento já neste sábado. Os mineiros estão no outro extremo: chegaram a 17 pontos e vão para a oitava rodada na liderança.
O Santa Cruz chegou a ter a sensação da primeira vitória depois que abriu o placar aos oito minutos do segundo tempo, com Danilo Pires. No entanto, Willians empatou aos 23.
Na próxima rodada, o Santa Cruz deixa o Recife para enfrentar o Boa Esporte, em Varginha. Já o América-MG volta a jogar fora de casa: vai até Goiânia enfrentar o Atlético-GO. Os jogos são na terça-feira.
Morno. Essa talvez seja a melhor palavra para descrever o primeiro tempo nos Aflitos. Sem torcida na arquibancada, os jogadores pareciam desanimados e pouco produziram. O América-MG se limitou a um ataque com Willians, que parou numa belíssima defesa de Tiago Cardoso. O Santa Cruz só respondeu no finalzinho, quando Pingo teve duas boas chances, mas desperdiçou ambas.
Se no primeiro tempo as duas equipes se mostraram sonolentas, na segunda etapa a história mudou. O Santa Cruz voltou mais ligado e logo abriu o placar com Danilo Pires, após boa jogada de Everton Sena. O gol fez com que o Coelho acordasse e pressionasse. Aos 23 minutos, chegou ao empate com o atacante Willians aproveitando cruzamento de Gilson.

Fonte: Globo Esporte

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Oeste 1 x 1 Santa Cruz


OESTE 1 x 1 SANTA CRUZ

O Santa Cruz continua sem vencer na Série B do Campeonato Brasileiro. O tricolor empatou pela sexta vez seguida na competição ao ficar no 1x1 com o Oeste nesta terça (20), no Estádio dos Amaros, na cidade de Itápolis-SP. O fato é que o time encontra-se em uma situação curiosa: não vence, mas também não perde.
No entanto, a invencibilidade não é motivo para comemoração. Isso porque os corais estão em 14º lugar, com seis pontos conquistados. A próxima partida do Santa Cruz é justamente diante do líder América-MG, sexta-feira, nos Aflitos, devido a interdição do Arruda por parte da CBF e do STJD.
Em relação ao jogo anterior contra o Icasa, o técnico Sérgio Guedes promoveu apenas uma mudança. O volante Memo entrou na vaga de Luciano Sorriso. O time até que começou bem a partida, com a marcação bem encaixada. O Oeste, por sua vez, procurava usar a velocidade.
No entanto, a partida se concentrou no de meio de campo. O time tricolor só contava com o meia Carlos Alberto para armar as jogadas. Dessa forma, Leo Gamalho ficou isolado, enquanto Pingo era ineficiente. Mesmo assim, aos 18 minutos, o lateral Renatinho cruzou da esquerda. Leo Gamalho escorou de cabeça para o zagueiro Everton Sena, que como um atacante, bateu firme para fazer 1x0, sem defesa para o goleiro Paes.
O Oeste reagiu logo ao gol. Aos 20, em uma falta, o lateral Dênis mandou a bola no ângulo esquerdo para decretar 1x1, sem defesa para Tiago Cardoso.
No segundo tempo, o Santa ocupou mais o campo ofensivo, mas em eficiência. Leo Gamalho permaneceu perdido na frente. O time tricolor rondava a área do Oeste, mas sem muitas oportunidades de finalizar. O Oeste passou a explorar os espaços e criou algumas oportunidades. Aos dez, o volante João Denoni arriscou de fora da área e Tiago Cardoso fez grande defesa. Depois, aos 16, o atacante Lelê, sozinho, finalizou e o goleiro tricolor voltou a salvar.
Com a situação cada vez mais difícil, Sérgio Guedes começou a mudar o time. O atacante Flávio Caça-Rato entrou na vaga de Danilo Pires, depois Betinho ocupou o lugar de Gamalho. Não adiantou. A equipe continuou inoperante ofensivamente. O Oeste, muito mais perigoso, voltou a ter uma outra oportunidade, quando o meia Serginho acertou um bom chute e Tiago Cardoso, que completou 150 participações coma camisa tricolor, voltou a fazer uma grande defesa e garantiu o empate.

Fonte: JC On Line

terça-feira, 20 de maio de 2014

Zequinha


ZEQUINHA

Assim como Dudu e Ademir, a dupla Zequinha e Chinesinho reinaram na meia cancha alviverde no fim da década de cinquenta e o início da década de sessenta. José Ferreira Franco, o Zequinha, nasceu em Recife (PE), no dia 18 de novembro de 1934.
Na adolescência, Zequinha batia suas “peladas” jogando entre os boleiros veteranos. Aos dezenove anos seu talento foi reconhecido quando foi recomendado aos aspirantes do Auto Esporte.
Voltou para Recife ainda no ano de 1954 e seu destino o colocou de frente novamente com o ex-companheiro de peladas Valdomiro Silva, que na época exercia a função de treinador das divisões de base do Santa Cruz.
Zequinha foi aprovado nos testes e seguia treinando no Arruda até o dia que Oto Vieira, técnico do time principal do tricolor, pediu a Valdomiro que indicasse um jogador da equipe de aspirantes para treinar entre os profissionais.
O escolhido foi Zequinha, que entrou no segundo tempo para atuar na equipe reserva e foi muito bem.
Volante habilidoso, bom na dividida, embora sempre leal, aliava seu ótimo sentido de marcação e visão de jogo a uma pontaria quase certeira. Seus chutes de longa distância eram uma de suas características marcantes.
Antes mesmo de assinar o primeiro contrato, o volante, considerado a frente de seu tempo, já havia defendido a Seleção Pernambucana de aspirantes algumas vezes. A condição de ídolo não demoraria a chegar.
Seu primeiro título foi na conquista do campeonato pernambucano de 1957, quando o Santa Cruz estava há quase dez anos sem levantar o caneco estadual.
Antes da decisão do campeonato pernambucano, Zequinha foi sondado pela C.B.D sobre uma possível convocação para os treinos da seleção nacional, visando a Copa do Mundo de 1958 na Suécia.
Embora se sentisse honrado, Zequinha encheu de orgulho o torcedor coral, ao anunciar, no Diário de Pernambuco: …”francamente, só quero pensar nisso depois de terminar o atual campeonato pernambucano”…
Com o forte interesse do Palmeiras em 1958, Zequinha deixou a terra do frevo e desembarcou em São Paulo. O volante baixinho (apenas 1,66 m de altura) logo caiu nas graças da torcida alviverde pelo seu grande poder de marcação e técnica refinada na armação das jogadas.
O primeiro título com a camisa do Palmeiras foi o expressivo campeonato paulista de 1959 contra o poderoso Santos. Em seguida, faturou a Taça Brasil de 1960.
Como reflexo de suas ótimas atuações, Zequinha começou a ter novamente seu nome cogitado para defender a Seleção Brasileira, que se preparava para o mundial do Chile em 1962.
Convocado para a disputa de sua primeira Copa do Mundo, Zequinha embarcou para os gramados chilenos como suplente de Zito. Voltou dos Andes como bi-campeão mundial e seguiu servindo a camisa canarinho nos anos seguintes.
Pela Seleção Brasileira Zequinha esteve em campo em 17 oportunidades, obtendo 14 vitórias, 1 empate, duas derrotas e anotando dois gols. Os números são do livro “Seleção Brasileira – 90 anos”, de Roberto Assaf e Antonio Napoleão.
E sua coleção de títulos continuou: Campeão paulista de 1963 e 1966, do Torneio Rio–São Paulo de 1965 e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1967.
Zequinha vestiu a camisa do Palmeiras por dez anos. Ao todo, foram 417 jogos (247 vitórias, 83 empates e 87 derrotas), marcando 40 gols. Os dados constam do “Almanaque do Palmeiras”, de Celso Unzelte e Mário Venditti.
Depois da chegada de Dudu, Zequinha permaneceu no Palmeiras até 1968, quando seu passe foi negociado junto ao Atlético Paranaense. Posteriormente, foi defender o Náutico em 1970 quando encerrou sua carreira.
Depois do futebol, o craque investiu seu capital em propriedades e também em uma casa lotérica. Zequinha faleceu em Olinda (PE), no dia 26 de julho de 2009, vítima de problemas cardíacos.

Fonte: Como Antigamente Santa Cruz Sempre

domingo, 18 de maio de 2014

Icasa 1 x 1 Santa Cruz


ICASA 1 x 1 SANTA CRUZ

Jogando no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte (CE), o Santa Cruz chegou ao quinto empate consecutivo na Série B do Campeonato Brasileiro, neste sábado (17), pela quinta rodada da competição. Diante do Icasa, o time coral não conseguiu sair do 1x1 e continua sem vencer na Segundona. Carlos Alberto abriu o placar para o tricolor, mas Zé Carlos deixou tudo igual.
Com o resultado, o Santa Cruz chegou aos cinco pontos e segue muito próximo da zona de rebaixamento. Além disso, começa a se distanciar dos primeiros colocados da competição. O próximo desafio é o Oeste, em Itápolis, na próxima terça-feira.
O gramado irregular impôs muitas dificuldades às equipes, mas foi o Icasa quem tomou a iniciativa. Aos três minutos, Zulu recebeu lançamento na área do Santa Cruz, mas não conseguiu dominar e a bola saiu pela linha de fundo. Três minutos depois, novo lance do Icasa. Dodó cruzou na área tricolor, Éverton Sena afastou e o rebote acabou ficando com Foguinho, que chutou fraco e facilitou a defesa de Tiago Cardoso.
O time cearense seguiu pressionando, enquanto a equipe coral parecia perdida em campo, tanto que não ofereceu perigo à meta de Dionatan um única vez. Os erros de passe foram constantes e, por esse motivo, Léo Gamalho, o artilheiro coral na temporada, foi pouquíssimas vezes acionado.
Na segunda etapa, o Santa voltou mais ofensivo, com Caça Rato na vaga de Danilo Pires. A equipe abandonou a postura apática e, aos cinco minutos, Renan Fonseca deu ótima assistência para Carlos Alberto, que mandou a bola para o fundo das redes do Icasa.
Mas o time cearense chegou ao empate aos 15, com Zé Carlos, após falha da zaga tricolor. O Santa Cruz foi para cima, criou cinco chances claras de gol, mas pecou nas finalizações.

Fonte: JC On Line

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Botafogo/PB 1 x 1 Santa Cruz


BOTAFOGO/PB 1 x 1 SANTA CRUZ

O Santa Cruz conseguiu o empate por 1x1 diante do Botafogo, na noite desta quarta, no Almeidão, em João Pessoa, no jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil. Agora, o tricolor só precisa de um 0x0 para ir à terceira fase na partida da volta, que será realizada após a Copa do Mundo, 23/7. Um novo empate por 1x1 leva a decisão para os pênaltis e a partir dos 2x2, dá a vaga ao time paraibano.
O Santa Cruz começou bem a partida e foi logo ao ataque. Logo aos dois minutos, o atacante Leo Gamalho, em velocidade, entrou e chutou, mas o zagueiro Magno Alves desviou a escanteio. O volante Luciano Sorriso cobrou e o meia Danilo Pires cabeceou para a defesa do goleiro Genivaldo.
Bem na marcação, o Santa Cruz não dava espaço ao Botafogo. Assim, aos 15 minutos, o meia Carlos Alberto escapou pela esquerda, driblou Magno Alves e cruzou na área para o atacante Pingo, rápido, tocar para o fundo das redes e fazer 1x0.
A partir do gol, o Santa Cruz se encolheu e deu espaço ao Botafogo. Aos 21, após cobrança de escanteio, a bola sobrou para o atacante Warley. Ele segurou a bola e passou para Lenílson chutar colocado no ângulo esquerdo de Tiago Cardoso para fazer 1x1. O meia botafoguense, no entanto, havia saído da posição de impedimento e o assistente Cícero Silva errou em não invalidar o lance.
Com o gol, o Botafogo ficou mais confiante. Aos 27, o atacante Leomir, livre, acertou um belo chute e a bola bateu no travessão e saiu.

Fonte: JC On Line

terça-feira, 13 de maio de 2014

Alfredo Santos


ALFREDO SANTOS

Natural de Barreiros, interior de Pernambuco, chegou ao Santa Cruz em 1973.
No início foi bastante incentivado pelo técnico Zequinha que dirigia o tricolor.
Foi efetivado no time profissional em 1974 pelas mãos do treinador Ênio Andrade.


Fonte: Como Antigamente Santa Cruz Sempre


domingo, 11 de maio de 2014

Santa Cruz 0 x 0 Luverdense


SANTA CRUZ 0 x 0 LUVERDENSE

Apesar do reencontro caloroso com a sua torcida (mais de 13 mil pagantes compareceram), ainda não foi dessa vez que o Santa Cruz conseguiu vencer na Série B do Brasileiro. O tricolor ficou no 0x0 com o Luverdense, neste sábado (10/5), na Arena Pernambuco, o seu quarto empate em quatro rodadas no campeonato – três deles como mandante.
Com o placar, o Santa chegou aos 4 pontos, flertando com a zona de rebaixamento, na 16ª posição, muito próximo da zona de rebaixamento, que começa no 17º posto. O Luverdense tem 6.
O tricolor volta a entrar em campo na quarta-feira, contra o Botafogo da Paraíba, no Almeidão, pelo jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil. Pela Série B, o time tem dois jogos também fora de casa, contra Icasa e Oeste, nos dias 17 e 20 deste mês.
O tricolor continuou invicto no estádio da Copa do Mundo (venceu duas e empatou a de ontem) e na competição. O adversário também manteve a invencibilidade na Segundona, mas ambos saíram como derrotados porque apresentaram um futebol sofrível.
O jogo começou com o tricolor no ataque, criando algumas oportunidades seguidas, principalmente por meio de cruzamentos na área. Em um deles, aos 6 minutos, Renan Fonseca cabeceou e acertou a trave. Depois, o time abusou dos erros de passe, sobretudo, nas saídas de bola, e não conseguia armar jogadas.
A partida ficou bastante truncada, com faltas duras e divididas ríspidas. Gilson levou uma cotovelada no rosto e teve que ser atendido fora de campo devido a um sangramento. O atleta foi medicado e voltou com uma touca. Com as insistentes falhas dos tricolores, o Luverdense cresceu no jogo. Na falha de Everton na zaga, quase Misael abriu o placar.
No começo do segundo tempo, aos 4 minutos, Danilo Pires, que havia acabado de entrar no lugar de Caça-Rato, fez um ótimo lançamento para Leo Gamalho. De cara com o goleiro Gabriel Leite, o atacante deu um toque de classe por cobertura e por pouco não acertou o gol.
Aos 16, depois da melhor troca de passes até então, Carlos Alberto chutou da entrada da área, e a bola carimbou o travessão. Daí por diante, o Santa foi só pressão. Aos 19, Renatinho arriscou da intermediária, mas a bola saiu pela linha de fundo.
Já, aos 28, foi a vez de Danilo Pires tentar de cabeça após cruzamento. Aos 40, após um erro de passe, o Luverdense criou uma boa chance ao puxar um contra-ataque mas a zaga tricolor conseguiu desarmar.
No último lance do jogo, aos 46 minutos, Betinho caiu na área depois de dividir a bola com Gabriel Leite, a torcida pediu pênalti, mas o juiz apontou simulação do atacante e advertiu com cartão amarelo. No final, Carlos Alberto ainda arriscou mais uma, mas o jogo terminou mesmo sem gols.

FICHA DO JOGO:

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Nininho, Everton Sena, Renan Fonseca e Renatinho; Sandro Manoel, Luciano Sorriso (Pingo), Memo (Betinho) e Carlos Alberto; Caça-Rato (Danilo Pires) e Leo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.
LUVERDENSE: Gabriel Leite; Raul, Renato, Braga e Samuel; Júlio Terceiro (Jean Patrick), Gilson, Rubinho (Fernando) e Washington; Lê e Misael (Leo). Técnico: Júnior Rocha.
Local: Arena Pernambuco. Árbitro: Renan de Souza (PB). Assistentes: Oberto da Silva Santos e José Maria de Lucena Netto (ambos da PB). Cartões amarelos: Lê e Jean Patrick (L), Danilo Pires e Betinho (S). Público: 13.010. Renda: R$ 321.585.

Fonte: JC ON LINE

sábado, 10 de maio de 2014

Aniversário de Tiago Cardoso


ANIVERSÁRIO DE TIAGO CARDOSO

A tarde desta quinta-feira (8/5) foi mais tranquila no Santa Cruz. A vitória por 3x1 sobre o Lagarto-SE e a classificação à fase seguinte da Copa do Brasil, deixou os jogadores do tricolor com um novo ânimo para a partida contra o Luverdense, neste sábado (10), na Arena Pernambuco, pela 4ª rodada da Série B do Brasileiro. A maior prova foi a comemoração do aniversário do capitão e goleiro Tiago Cardoso, que completou 30 anos. Não faltou o tradicional "banho" com ovos e farinha logo depois da entrevista coletiva, quando ele foi pego de surpresa pelos companheiros ainda na sala de imprensa.
Antes, no entanto, o paredão tricolor e ídolo da torcida, não escondia a sua alegria. "Estou muito feliz em comemorar o meu aniversário aqui no Santa Cruz. São quase quatro anos no clube e ainda tenho um contrato de um ano e meio."
O goleiro coral conquistou um tricampeonato pernambucano, dois acessos (da Série D para a C e desta para a Série B). A meta, portanto, é o acesso à Série A. O último ano em que o Santa Cruz disputou a principal divisão do futebol brasileiro foi em 2006. Por isso, Tiago não esconde o seu desejo.
"Temos de trabalhar muito. A Série B é uma competição dura e temos um longo caminho pela frente", comentou, para lembrar que é preciso conquistar a primeira vitória na competição, pois foram três jogos e três empates por 1x1 até agora.
"Vamos ter um jogo difícil com o Luverdense. Um adversário conhecido. Estamos nos enfrentando desde 2012. É preciso ter o máximo de atenção para a gente conseguir esta primeira vitória", ressaltou.

Fonte: JC ON LINE

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Santa Cruz 3 x 1 Lagarto


SANTA CRUZ 3 x 1 LAGARTO

O Santa Cruz, o clube das multidões, acostumado aos grandes públicos no Arruda, teve que jogar sem a presença da sua imensa torcida, na noite desta quarta-feira (7/5), nos Aflitos, de portões fechados. Uma punição imposta pelo STJD, que interditou o José do Rego Maciel depois da morte do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva, na última sexta-feira, após o jogo contra o Paraná pela Série B. Assim, o torcedor coral ficou impedido de assistir a classificação do time à segunda fase da Copa do Brasil ao vencer o Lagarto-SE por 3x1 encerrando uma sequência de seis jogos sem vitória. No jogo da ida, o time coral havia vencido por 1x0. Agora, vai enfrentar o Botafogo-PB. O primeiro confronto está marcado para o dia 14, em João Pessoa.
Nos últimos anos, o Santa Cruz chamou a atenção devido a paixão da sua torcida. Na Série D de 2011, a média de público foi de 36.900 espectadores, no Arruda. O tricolor ficou na 39ª colocação entre os 100 clubes do mundo, à frente de Corinthians e Flamengo, donos das maiores torcidas do Brasil. Na temporada de 2013, foram 60 mil na partida em que o time venceu o Betim-MG por 2x1, que garantiu o acesso à Série B. Na quarta-feira, o público ficou por conta dos moradores dos prédios em volta dos Aflitos. Alguns torcedores até colocaram bandeiras tricolores nas janelas e também um cartaz pedido paz no futebol.
"Não é fácil jogar sem torcida. O futebol fica vazio", disse o meia Carlos Alberto ao entrar no campo do Eládio de Barros Carvalho.
Um primeiro tempo morno, sem a emoção da torcida, o Santa Cruz não conseguia encaixar o seu jogo, exagerando nos lançamentos longos. Mesmo assim, chegou a criar algumas oportunidades. Mas, foi o Lagarto que assustou aos oito minutos em um chute do lateral-esquerdo Índio, com a bola passando rente ao travessão. O tricolor, porém, desperdiçou uma grande chance de abrir o placar. O atacante Leo Gamalho dividiu com o goleiro Santos, ganhou a jogada, mas com o gol vazio, finalizou para fora, aos dez minutos.
O Lagarto não se intimidou e passou a atacar, mas sem objetividade. O Santa Cruz, sem criação no meio-campo, pois Carlos Alberto e Luciano Sorriso não acertavam a ligação com o ataque, terminou levando um susto aos 23 minutos. Após um cruzamento na área, o zagueiro Renan Fonseca tentou rebater e a bola foi trave, quase um gol contra.
A equipe tricolor melhorou a saída de bola e teve outra chance com Leo Gamalho, aos 35 minutos. O atacante entrou na área e finalizou em cima de Santos. Em seguida, o Lagarto respondeu. Índio arriscou de fora da área e Tiago Cardoso fez grande defesa. Mas, aos 45, Luciano Sorriso finalmente acertou um belo lançamento. O atacante Flávio Caça-Rato, que não estava bem no jogo, entrou na área e bateu forte no canto esquerdo para fazer 1x0.
No segundo tempo, o Santa Cruz voltou com o meia Raul na vaga do volante Memo. O time, no entanto, demorou a se impor. Por isso, tomou um susto aos 16 minutos. Índio cruzou e o atacante Nílson Sergipano, de cabeça, mandou a bola na trave de Tiago Cardoso. Em uma jogada idêntica, Índio, sempre ele, fez outro cruzamento e o volante Jucimar, livre, cabeceou no canto esquerdo para empatar.
O gol despertou o Santa Cruz. O time foi para cima do Lagarto. Aos 30, Leo Gamalho não errou. Ele deu giro em cima de Válter e bateu forte para fazer 2x1. O time sergipano sentiu o golpe. Assim, aos 42, Luciano Sorriso cruzou da esquerda e o zagueiro Everton Sena, de cabeça, fechou a vitória em 3x1.

FICHA DO JOGO

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Renatinho; Sandro Manoel, Memo (Raul), Luciano Sorriso e Carlos Alberto (Jefferson Maranhão); Flávio Caça-Rato (Adílson) e Leo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

LAGARTO: Santos; Nequinha, Roni, Válter e Índio; Rafael Bahia, Fernando (Pedrinho), Jucimar (Felipe) e Da Matta; Nílson Sergipano (Leo Porto) e Nadson. Técnico: Luiz Pondé.

Local: Aflitos. Árbitro: Avelar da Silva (CE). Assistentes: Arnaldo de Souza e Marcos Brígido (CE). Gols: Caça-Rato, aos 45 do 1º tempo, Jucimar, aos 26, Leo Gamalho, aos 30, e Everton Sena, aos 42 do 2º. Cartões amarelos: Sando Manoel, Carlos Alberto (S), Nequinha, Santos, Roni, Índio e Nílson Sergipano (L). Renda e público: jogo de portões fechados.

Fonte: JC On Line

domingo, 4 de maio de 2014

Vítima


VÍTIMA

O presidente do Santa Cruz, Antônio Luiz Neto, declarou que, após apuração, o clube irá banir os responsáveis pelo assassinato do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva na noite da última sexta-feira (3). Em entrevista à TV Globo, o dirigente ainda considerou o Santa Cruz como vítima do ocorrido, alegando que o estádio foi invadido após ser completamente esvaziado pela Polícia Militar.
Paulo era torcedor do Sport e assistiu a partida entre Santa e Paraná na torcida do clube visitante. Ele morreu após ser atingido na cabeça por dois vasos sanitários provavelmente atirado da arquibancada. Ele estava no meio de um grupo na Rua das Moças, na Zona Norte do Recife. Outros três homens foram atingidos por estilhaços.

Fonte: JC On Line

sábado, 3 de maio de 2014

Uma morte estúpida


UMA MORTE ESTÚPIDA

Um torcedor com a camisa de uma torcida organizada do Paraná Clube, de acordo com a Polícia Militar, morreu após ser atingido na cabeça por um vaso sanitário na saída do jogo Santa 1x1 Paraná, no Arruda, na noite dessa sexta-feira, provavelmente atirado da arquibancada. O homem, identificado como Paulo Ricardo Gomes da Silva, estava na Rua das Moças, na Zona Norte do Recife.
A Polícia Militar recebeu o chamado da ocorrência por volta das 23h20 e isolou o local. O jogo já havia terminado e houve registro de briga entre as organizadas dos dois times.
Não há suspeitos até o momento. E as investigações ainda serão iniciadas pela Polícia Civil.
Este é mais um episódio trágico do futebol local neste ano. Brigas entre torcidas organizadas são corriqueiras, além de depredações e arrastões.
Em 2014, esta é a primeira morte ligada ao futebol pernambucano. “Acredito que o vaso sanitário tenha sido atirado do setor da arquibancada onde estava a torcida do Santa Cruz”, avaliou um policial militar que atendia a ocorrência.
É comum nos estádios pernambucanos episódios em que vândalos arrancam privadas dos banheiros e atiram de cima das arquibancadas, sobretudo nos clássicos entre Sport, Náutico e Santa.
A polícia tem montado operações de guerra para tentar evitar a violência.

Fonte: JC ON Line

Santa Cruz 1 x 1 Paraná


SANTA CRUZ 1 x 1 PARANÁ

Sob uma forte chuva, o Santa Cruz só empatou por 1x1 com o Paraná, ontem à noite, no Arruda, pela 3ª rodada da Série B do Brasileiro. O terceiro empate do tricolor pelo mesmo placar e continua sem vencer na competição. A equipe coral ocupa na 12ª posição com três pontos, enquanto o time paranaense soma quatro na quinta. No entanto, são colocações provisórias, pois a rodada será complementada neste sábado.
O campo castigado com as chuvas prejudicou demais os dois times. Não havia condição de tocar a bola. Só restou a vontade e aplicação, como também levantar a bola e chutar para frente. Foram poucos os momentos de um futebol mais técnico. O Santa Cruz, no entanto, mostrou mais determinação, especialmente com Renatinho pelo setor esquerdo. O Paraná, mais atrás, procurava fechar os espaços. Mesmo assim, o tricolor chegou em alguns momentos na área. Aos sete, o atacante Flávio Caça-Rato teve uma chance, mas chutou fraco para a fácil defesa do goleiro Marcos.
O Paraná, de forma correta, tentava os contra-ataques. Aos 12, em uma cobrança de falta do meia Lúcio Flávio, o goleiro Tiago Cardoso defendeu com dificuldade, aos 17. Em seguida, também uma cobrança de falta, Luciano Sorriso cruzou na área e o atacante Leo Gamalho, de cabeça, obrigou Marcos a fazer uma grande defesa. A resposta do adversário veio em seguida, quando Keno, de fora área, bateu no canto e Tiago Cardoso defendeu para a escanteio.
Apesar do campo encharcado, o Santa teve mais presença no ataque. Assim, aos 23 minutos, Renatinho cruzou da esquerda e Luciano Sorriso completou para fazer 1x0. O time coral, porém, não segurou a vantagem. Em um erro de marcação, o meia Marcos Serrato, após driblar Everton Sena, bateu forte para empatar.
No segundo tempo, o Santa Cruz partiu para cima do Paraná. Logo a um minuto, o volante Sandro Manoel arriscou de fora da área e Marcos fez grande defesa. Logo depois, aos três minutos, Luciano Sorriso cobrou escanteio e Leo Gamalho desviou de cabeça e Giancarlo salvou quase na linha de gol.
O Paraná abdicou de atacar, ficou apenas se defendendo. Na tentativa de pressionar mais o adversário, o técnico Sérgio Guedes tirou Caça-Rato e colocou Betinho. O atacante Adílson também entrou na vaga de Luciano Sorriso. Mesmo assim, foram raras as oportunidades. A melhor foi aos 34, quando o zagueiro Renan Fonseca desviou de cabeça um cruzamento de Sandro Manoel e Marcos fez grande defesa para garantir o empate.

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Oziel (Nininho), Everton Sena, Renan Fonseca e Renatinho; Sandro Manoel, Memo, Luciano Sorriso (Adílson) e Carlos Alberto; Flávio Caça-Rato (Betinho) e Leo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

PARANÁ: Marcos; Carlinhos Miranda, André Vinícius, Anderson Rosa e Rodrigo Mann; Cambará, Édson Sitta (Rodrigo Celeste), Marcos Serrato (Carlinhos) e Lúcio Flávio; Keno (Gabriel Barcos) e Giancarlo. Técnico: Claudinei Oliveira.

Local: Arruda. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO). Assistentes: Evandro Gomes Ferreira e Bruno Raphael Pires (GO). Gols: Luciano Sorriso, aos 23, Marcos Serrato, aos 27 minutos do 1º tempo. Renda: R$ 102.620. Público: 8.029. Cartões amarelos: Everton Sena (S), Édson Sitta, Carlinhos Miranda (P).

Fonte: JC On Line

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Sena


SENA

Jorge Luiz Sena nasceu em São João da Barra, Rio de Janeiro, no dia 25 de abril de 1953. Jogava como atacante e atuou no Santa Cruz em 1980. Antes de defender a equipe Coral, jogou no São Cristóvão (RJ), Atlético de Madrid (Espanha), Rayo Vallecano (Espanha), América (RJ) e Vitória da Bahia.

Fonte: Como Antigamente Santa Cruz Sempre