domingo, 27 de abril de 2014

Portuguesa 1 x 1 Santa Cruz


PORTUGUESA 1 x 1 SANTA CRUZ

Portuguesa x Santa Cruz estava sob ameaça de não ser realizado – por conta da briga judicial entre o clube paulista e a CBF –, porém o jogo aconteceu sem nenhuma intervenção extracampo (na 1ª rodada, o time saiu de campo após uma liminar chegar ao estádio). Com a bola rolando, o tricolor arrancou o 1x1, neste sábado, pela 2ª rodada da Série B do Brasileiro, no Canindé. Com o resultado, os corais somam 2 pontos na parte intermediária da tabela. Por sua vez, a Lusa tem um, perto da zona de rebaixamento.
Em sua estreia, o técnico Sérgio Guedes promoveu mudanças importantes. A primeira delas foi a alteração do esquema do 4-4-2 para o 4-5-1. Já a estratégia do técnico da Lusa, Argel Fucks, foi investir na forte marcação e não deixar o Santa ter a posse de bola. Com o jogo concentrado no meio-campo, o primeiro lance perigoso do tricolor só saiu aos 16 minutos. Carlos Alberto puxou contra-ataque e lançou Leo Gamalho na área da Lusa. O atacante driblou um defensor, mas chutou fraco para a defesa de Gledson.
Do outro lado, a dificuldade em chegar ao ataque também era grande. A Lusa só conseguiu a primeira finalização aos 31. Felipe recebeu cruzamento e cabeceou. Tiago Cardoso espalmou.
Embora o Santa estivesse melhor, foi a Lusa quem teve grande chance aos 40. Pela esquerda, Eduardo cruzou, e Romão cabeceou. Tiago Cardoso salvou.
Na volta do intervalo, Sérgio Guedes promoveu a entrada de Flávio Caça-Rato no lugar de Raul. A alteração resultou em maior velocidade e posse de bola para o Santa. Apesar da melhora em campo, o tricolor viu o volante Rudnei, substituto de Felipe, abrir o placar aos 17. Cinco minutos depois, Caça-Rato empatou e confirmou o resultado no Canindé: 1x1.

Fonte: JC On Line

sábado, 26 de abril de 2014

Novo treinador


NOVO TREINADOR

Depois de um início de trabalho tenso, com direito a invasão de vestiário por um grupo de torcedores, o Santa Cruz vai para seu segundo compromisso na Série B estreando o técnico Sérgio Guedes, neste sábado (26), diante da Portuguesa, no Canindé, em São Paulo, a partir das 16h20. O time tenta amenizar a crise, instalada após a eliminação nas semifinais do Campeonato Pernambucano e ampliada pela perda do terceiro lugar para o Salgueiro.
Na Segundona, os corais estrearam com um insosso empate por 1×1 frente ao ABC, que provocou o pedido de demissão do técnico Vica. Para dar uma nova vida, o novo comandante promoveu uma pequena mudança tática. O segundo atacante, que já foi Flávio Caça Rato e depois Betinho, foi sumprimido para entrada de mais um meia. O escolhido foi Renatinho, que formará um trio criativo com Raul e Carlos Alberto, este de volta após pedir para não jogar contra o ABC e também ficar de fora diante do Carcará. Na frente, apenas o artilheiro Leo Gamalho. De Tiago Cardoso até a dupla de volantes, a formação é a mesma do Pernambucano.
Mais do que uma nova organização de jogo, Guedes quer uma atitude diferente de seus novos comandados. O trabalho para levantar a cabeça dos jogadores foi maior do que o trabalho de campo. “Temos que mudar o perfil. Jogar no Santa Cruz já serve como motivação. É preciso oferecer o melhor e tem que começar a partir do jogo com a Portuguesa”, disse. Em relação às opções que fez para a equipe, o técnico tem certeza de que todos que estão em campo entenderam o que foi passado. Ele quer um time impondo seu jogo, apesar de atuar nos domínios do adversário. “Quero agressivvidade. Quero um time se preocupando em dominar o jogo, se impondo e não se expondo para ofercer o contra-atque ao adversário”, explicou.
Já o atacante Leo Gamalho acredita que o grupo tem condições de dar a volta por cima, mesmo depois de toda pressão que o episódio com a torcida impôs aos atletas. “Tenho certeza de que iremos reagir. Não foi fácil assimilar tudo que ocorreu nas outras competições. Mas temos um grupo bom, forte e que pode dar a volta por cima”, explicou. Ele também desejou boa sorte ao técnico, com quem trabalhou no Ceará. “Sérgio é um excelente profissional. Tenho certeza de que poderemos fazer um bom jogo contra a Portuguesa.”
Sobre sua conquista pessoal, a de artilheiro do Pernambucano 2014, Gamalho reconheceu a satisfação pelo que fez, mas trocaria a conquista pelo tetracampeonato. “Pessoalmente foi muito bom para mim. No entanto, o título seria muito mais importante. A minha função não é apenas marcar gols. É também ajudar os companheiros da melhor forma possível. Entro em campo para vencer com os meus companheiros e não pensando individualmente”, pontuou.

Fonte: JC On Line

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Lanzoninho


LANZONINHO

João Lanzone Neto, o Lanzoninho, nasceu em Curitiba no dia 22 de agosto de 1930.
Formado nas categorias de base do Água Verde (PR) logo transferiu-se para o Coritiba onde foi campeão juvenil em 1947. Esse habilidoso meia direita, jogou no lendário time do Santa Cruz supercampeão de 1957. Além do Santa Cruz e Coritiba, Lanzoninho jogou na Ponte Preta, Sport, São Paulo, Corinthians,Palmeiras, Noroeste, Portuguesa Santista e Tupy (Joinville). Passou também por vários clubes da América do Sul: Indepediente (Argentina), Sport Boys (Peru), Milionários (Colômbia) e América (Colômbia).
No início da década de 70, trabalhou como treinador do seu clube de origem, Coritiba, entre 1971 e 1974, voltando a treinar o clube em 1977. Atualmente (2012).
Hoje, Lanzoninho está aposentado e mora em Curitiba.

Fonte: Como Antigamente Santa Cruz Sempre

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Santa Cruz 1 x 2 Salgueiro


SANTA CRUZ 1 x 2 SALGUEIRO

O Santa Cruz deu vexame nesta terça (22), no Arruda. O Tricolor perdeu por 2x1 para o Salgueiro, no jogo de volta da decisão pelo 3º lugar do Campeonato Pernambucano. O Carcará marcou com Kanu e Fabrício Ceará. Leo Gamalho, artilheiro do certame com 12 gols, anotou o tento coral.
A derrota coloca o Salgueiro na Copa do Nordeste de 2015, ao lado de Sport e Náutico, que decidem o título nesta quarta-feira (23), na Arena Pernambuco. O Santa Cruz está fora do próximo Nordestão.
Em meio a essa turbulência, o técnico Sérgio Guedes assume nesta quarta o comando técnico do Santa Cruz, no lugar de Vica, que entregou o cargo após o empate por 1x1 com o ABC, no último sábado, pela Série B.
Este foi o terceiro mata-mata seguido em que o Santa Cruz foi eliminado. Nas semifinais da Copa do Nordeste e do Pernambucano, o time coral caiu diante do Sport.
No jogo desta terça-feira, o Santa foi comandado pelo diretor técnico Ataíde Macedo. Ele preferiu armar o time apenas com o garoto Raniel, 17 anos, na meia e escalou três atacantes: Flávio Caça-Rato, Betinho e Leo Gamalho. Não funcionou, especialmente porque o volante Luciano Sorriso foi ineficiente ao lado do garoto, enquanto Caça-Rato voltava para tentar armar o time, o que não é a sua especialidade. Betinho e Gamalho ficaram isolados. O Salgueiro era um time mais organizado, principalmente com o meia Anderson Paraíba livre para armar as jogadas.
Nos primeiros minutos, o Santa Cruz deixou a entender que iria mandar no jogo. Aos cinco minutos, Caça-Rato acertou um bom arremate de fora da área e a bola passou rente à trave do goleiro Luciano. Depois, o Salgueiro ditou o ritmo. Em três ataques, do Carcará, Tiago Cardoso foi obrigado a fazer três defesas em arremates de Moreilândia, aos oito, Pery, aos 12, e Valdeir, aos 18.
Melhor em campo, o Salgueiro não errou aos 44 minutos. Pery penetrou pela esquerda e bateu forte. A bola bateu na trave e, na sobra, Kanu só tocou para fazer 1x0.
No segundo tempo, o Santa Cruz voltou com Nininho no lugar de Zeca na lateral esquerda e Renatinho na vaga de Flávio Caça-Rato. O Salgueiro retornou sem Anderson Paraíba para a entrada do lateral Daniel. Um erro do técnico estreante Fernando Alcântara. O time cedeu espaço e o Santa Cruz ganhou campo, mas sem muita competência ofensiva. Mesmo assim, aos 10, Raniel mandou para fora uma boa chance.
Apesar do fraco futebol, o Santa Cruz, aos 34, chegou ao empate. Oziel cruzou da direita, Luciano deu o rebote e o atacante Leo Gamalho mandou para o fundo das redes. Mas, o tricolor não mostrou consistência para levar a decisão para os pênaltis. Aos 42, o Salgueiro tocou a bola e o lateral Marcos Tamandaré cruzou. Fabrício Ceará, que havia entrado aos 30, usou a cabeça para fazer 2x1.
No desespero, o Santa Cruz foi todo à frente e aos 48, Leo Gamalho, sozinho, finalizou em cima de Luciano a última chance.
FICHA DO JOGO

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca (Nininho); Sandro Manoel, Luciano Sorriso e Raniel (Pingo); Flávio Caça-Rato (Renatinho), Betinho e Leo Gamalho. Técnico: Ataíde Macedo (interino).
Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Aylton Alemão, Ranieri e Pery; Moreilândia, Pio (Rodolfo Potiguar), Valdeir e Anderson Paraíba (Daniel); Everton (Fabrício Ceará) e Kanu. Técnico: Fernando Alcântara.
Local: Arruda. Árbitro: Gilberto Castro Jr. Assistentes: Albert Jr e Ricardo Chianca. Gols: Kanu, aos 44 do 1º tempo, Gamalho, aos 34, Fabrício Ceará, aos 42 do 2º. Amarelos: Gamalho, Ninino (San), Moreilândia, Pery, Luciano, Rodolfo Potiguar e Fabrício Ceará (Sal). Renda: R$ 60.098. Público: 4.820.

Fonte: JC ON LINE

terça-feira, 22 de abril de 2014

Um tricolor arretado


UM TRICOLOR ARRETADO

Clóvis Campêlo

Essa história quem me contou foi a amiga Irani Paiva e serve para mostrar como a paixão do povo brasileiro pelo futebol transcende a lógica da razão para cair no passionalismo desenfreado.
Irani é síndica do prédio onde mora, no bairro da Tamarineira, no Recife. Entre os zeladores do prédio, está "seu" Clodoaldo, torcedor fanático do Santa Cruz e figura respeitada e respeitável.
Pois bem. Quando da final do campeonato pernambucano de 2006, disputada entre o Santa Cruz e o Sport, "seu" Clodoaldo fez uma aposta com um dos vizinhos do bairro onde mora, torcedor do Sport, ficando acertado entre eles que o perdedor seria obrigado a passar uma hora na esquina da rua vestido com a camisa do time adversário ou vestido com roupas de mulher para que todos os transeuntes o vissem naquela situação vexatória.
Acontecido o jogo final, com a vitória do Sport nos penaltes e a consequente conquista do campeonato, para surpresa de todos e "maculando" a sua imagem de homem respeitado e respeitável, "seu" Clodoaldo preferiu vestir-se de baiana e se expor às gozações dos amigos e do "inimigo" do que vestir a camisa do time adversário.
O amor ao seu clube de coração prevaleceu e ele não cedeu à "humilhação" de vestir a camisa rubro-negra.
Pra mim, não resta a menor dúvida: "seu" Clodoaldo é um tricolor arretado!

O goleiro Jair


JAIR, O GOLEIRO

Jair, o ótimo goleiro baixinho do Grêmio e do Santa Cruz (PE) nos anos 60, 70 e início de 80, hoje é preparador de goleiros, e dos bons. Ele tem residência fixa em Porto Alegre (RS), mas está sempre rodando o país, treinando os goleiros de futebol do Brasil.
Jair não se esquece de um gol que tomou de Edu, no Pacaembu, em 1972, quando Santos e Grêmio empatavam debaixo de muita chuva. Aos 47 do segundo tempo, em cobrança de falta perfeita, Edu colocou a bola no ângulo, bem lentamente, mas não deu para o bom Jair. "Foi a mais bela cobrança de falta que vi em minha carreira", saliente Jair, um tremendo gente boa.

Fonte: Como Antigamente Santa Cruz Sempre

domingo, 20 de abril de 2014

Santa Cruz 1 x 1 ABC


SANTA CRUZ 1 x ABC

O Santa Cruz decepcionou sua torcida na estreia na Série B do Campeonato Brasileiro. O Tricolor ficou no 1x1 com o ABC, na tarde deste sábado (19), no Arruda. Os corais abriram o placar com Betinho. Mas os potiguares empataram no começo do segundo tempo, com Dênis Marques. Após o jogo, o técnico Vica entregou o cargo e não comanda mais o Santa Cruz.
A partida diante do ABC marcou o reencontro de dois ex-tricolores. O técnico Zé Teodoro e o atacante Dênis Marques, autor do gol do time potiguar.
O time coral não fez uma boa partida. O técnico Vica preferiu colocar o jovem meia Raniel, 17 anos, e deixou Renatinho no banco. O garoto teve uma atuação regular, mas o meia Raul não foi bem, lento e sem criatividade. O ABC investiu na marcação. As oportunidades foram raras. Na chance que teve, o Santa Cruz fez 1x0, aos 20 minutos, com o atacante Betinho. O time potiguar poderia ter empatado aos 25, mas Dênis Marques desperdiçou.
No segundo tempo, o ABC, logo aos oito minutos, o meia João Henrique cruzou da direita e Dênis Marques, de cabeça, mandou no canto esquerdo de Tiago Cardoso: 1x1.
Com o empate, o ABC passou a marcar mais forte. O Santa Cruz partiu para cima, mas pouco criou. As chances foram nulas. As duas melhores oportunidades foram em arremates do volante Luciano Sorriso de fora da área, mas sem sucesso.

Fonte: JC On Line

sábado, 19 de abril de 2014

Carlos Alberto Rodrigues


CARLOS ALBERTO RODRIGUES

Ex-volante do São Paulo e Santa Cruz.
Carlos Alberto Rodrigues, meio-campista do São Paulo, Grêmio, Santa Cruz, Náutico, Colorado (hoje Paraná Clube), entre outras equipes nos anos 60 e 70, hoje mora entre São José dos Campos e Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo. Lá, ele trabalha no ramo de lajotas.
Nascido no dia 12 de julho de 1947, Carlos Alberto ganhou o "Rodrigues" no nome nos tempos de jogador por causa do lateral Carlos Alberto Barbosa, que morreu nos anos 80. Os dois atuaram juntos no Santa Cruz.
O ex-volante é casado com a irmã da mulher de Humberto Ramos, autor do cruzamento para o gol de Dadá Maravilha contra o Botafogo, no Maracanã, em 1971. O Atlético Mineiro foi o campeão brasileiro daquele ano.

Fonte: Santa Cruz Sempre

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Salgueiro 1 x 1 Santa Cruz


SALGUEIRO 1 x 1 SANTA CRUZ

O Santa Cruz não apresentou um bom futebol. Mesmo assim, arrancou um empate por 1x1 diante do Salgueiro, na noite desta quarta-feira (16), no Cornélio de Barros, no Sertão. Foi o primeiro jogo para a definição do terceiro colocado do Campeonato Pernambucano, que classifica para a Copa do Nordeste e do Brasil de 2015. A partida da volta está marcada para a próxima terça-feira, no Arruda. Com o resultado, um novo empate leva a decisão para os pênaltis. Uma vitória para um dos lados, qualifica o vencedor automaticamente para as duas competições.
Antes do início do jogo, o técnico Vica foi obrigado a mudar o seu plano tático. O meia Raul sentiu dores na coxa direita e foi substituído pelo volante Memo. Assim, o comandante coral, que pretendia usar dois meias, manteve os três volantes. Sandro Manoel e Luciano Sorriso completaram o setor. Dessa forma, o meia Jefferson Maranhão ficou sozinho com a função de armar.
Os meias Renatinho, lesionado na coxa esquerda, e Carlos Alberto, poupado, que seriam opções, ficaram no Recife. No banco de reservas, apenas o garoto Raniel, 17 anos.
O tricolor não começou bem o jogo. Logo aos seis minutos, o lateral Sidny, do Salgueiro, escapou pela direita e arriscou o arremate. No rebote, o atacante Kanu aproveitou e fez 1x0.
O Santa Cruz pouco criava. Resultado: Flávio Caça-Rato e Leo Gamalho ficaram isolados. Já o Salgueiro poderia até ampliando o placar. Aos 17, Kanu desperdiçou uma boa chance. Depois, aos 22, Pio chutou fraco para a defesa de Tiago Cardoso.
Com o time pouco inspirado, Vica ainda queimou uma substituição aos 30 minutos. Flávio Caça-Rato saiu com dores na coxa esquerda e entrou Pingo. A única oportunidade do tricolor foi justamente com Pingo, aos 39. Mas o atacante mandou para fora um bom passe de Leo Gamalho.
No segundo tempo, o Santa Cruz começou melhor, mas sem muita chance de finalizar. A situação começou a mudar quando o garoto Raniel, 17 anos, entrou na vaga de Memo, aos 15 minutos. O tricolor passou a ter mais presença ofensiva. Aos 19, Vica arriscou tudo e colocou o atacante Betinho no lugar de Jefferson Maranhão.
O Santa Cruz foi totalmente para cima do Carcará, que atacava sem eficiência. O tricolor, porém, não errou aos 26 minutos. Após um cruzamento do lateral Oziel, o zagueiro e Ranieri se chocou com o goleiro Luciano, que ficou caído, e Betinho aproveitou para chutar e empatar o jogo em 1x1.
FICHA DO JOGO

Salgueiro: Luciano; Sidny, Aylton Alemão, Ranieri e Pery; Pio, Moreilândia (Rodolfo Potiguar), Valdeir (França) e Anderson Paraíba. Everton e Kanu (Alexson). Técnico: Cícero Monteiro.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Memo (Raniel) e Jefferson Maranhão (Betinho); Flávio Caça-Rato (Pingo) e Leo Gamalho. Técnico: Vica.
Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Emerson Sobral.Assistentes: Clóvis Amaral e Albert Júnior. Gols: Kanu, aos 6 minutos do 1º tempo, Betinho, aos 26 do 2º. Renda: R$ 110.325. Público: 7.618. Cartões amarelos: Jefferson Maranhão e Luciano Sorriso (Santa), Pery (Salgueiro).

Fonte: JC On Line

terça-feira, 15 de abril de 2014

A hora de ganhar


A HORA DE GANHAR

Clóvis Campêlo

Caros amigos corais, engana-se quem pensa que o campeonato pernambucano de 2014 se acabou para nós. Amanhã, contra o Salgueiro, no sertão pernambucano, iniciamos a disputa do terceiro lugar. Se ganharmos, garantiremos a nossa participação na Copa do Brasil de 2015. Portanto, o jogo é importantíssimo.
No próximo, também já estrearemos no Campeonato Brasileiro da Série B enfrentando o ABC de Natal, no Arruda. Precisamos iniciar a competição ganhando e imposto respeito dentro de casa. Não adianta mais ficar chorando sobre o leite derramado. O tetra já é coisa do passado. Perdemos e o desmérito foi todo nosso.
Quero acreditar que agora chegou a nossa vez. Como já disse antes, um grande time se faz com vitórias e títulos. E para isso, temos que ter a vontade de atacar, fazer gols e vencer cada jogo. Temos também que ter qualidade e velocidade no nosso meio de campo. Não adianta querer jogar o tempo todo com a bunda encostada na parede, praticando um anti-futebol.
Vamos esperar que os deuses do Olimpo futebolístico iluminem a cabeça de Vica e ele saiba usar com maestria os jogadores de que dispõe no momento. Aliás, para mim, essa tem siso a grande dificuldade do treinador coral: valer-se de variações táticas convincentes durante o jogo. Nesse sentido, ele já mostrou toda a sua limitação.
Mas, como futebol também é superação, vamos recomeçar com gana e disposição.
O futuro é uma página em branco. Vamos construí-lo com vontade e garra.

sábado, 12 de abril de 2014

Gena


GENA

Genival Barros da Costa Lima, o “Gena”, nasceu no Recife no dia 11 de maio de 1943. Foi um fantástico lateral-direito, um dos melhores que já atuaram pelo Santa Cruz. Tem a incrível marca de onze títulos consecutivos do Campeonato Pernambucano. Foi Hexa pelo Náutico e em seguida, Penta pelo Santa Cruz ganhando os títulos de 1969 à 1973.
Carreira
Iniciou sua carreira no Náutico, onde conquistou o hexacampeonato pernambucano (1963 - 1968). Em 1969, transferiu-se para o Santa Cruz, dando início a conquista do penta campeonato (1969-1973). Tornando-se assim um dos poucos, senão o único atleta a conquistar 11 títulos estaduais consecutivos.
Apesar de ter sido pentacampeão pela Santa Cruz, Gena, aos 38 anos, não conseguiu renovar com o clube. Talvez, pela idade. Ao deixar o Tricolor, recebeu uma proposta do Centro Esportivo Força e Luz, de Natal, no Rio Grande do Norte. Experiente, tornou-se treinador, mas sem deixar de jogar.
Títulos
Conquistou pelo Náutico 13 títulos: Hexa-Campeão Pernambucano (1963-1968), Tri-Campeão do Norte (1965 - 1967), Vice-Campeão Brasileiro - Taça Brasil (1967), Campeão do Torneio do Centenário de Campina Grande, Campeão do Torneio Quadrangular dos 430 anos do Recife e Campeão do Torneio Quadrangular de Salvador.
Conquistou pelo Santa Cruz 5 títulos: Penta-Campeão Pernambucano (1969-1973)
Gena ganhou o Prêmio Belfort Duarte. Criado em 1945 e concedida pela CBF, contempla os atletas "fair play" do Brasil.


Fonte:Como Antigamente Santa Cruz Sempre

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Lagarto 0 x 1 Santa Cruz


LAGARTO 0 x 1 SANTA CRUZ

O time reserva do Santa Cruz foi bem na estreia da Copa do Brasil e venceu o Lagarto por 1x0, na noite desta quarta-feira (9/4), no Estádio Presidente Médici, na cidade de Itabaiana-SE. Caso o tricolor tivesse vencido por dois gols de diferença evitaria o jogo da volta, marcado para o dia 30, no Arruda. O time coral joga por um empate sem gols para passar a próxima fase da competição. O empate a partir de 1x1 dar a vaga ao time sergipano, que se vencer por 1x0 levará a decisão para os pênaltis.
O Santa Cruz começou marcando bem, não deixando espaço para o Lagarto. Assim, o tricolor aos poucos, foi se impondo. Logo aos dez minutos, o lateral Panda, pela esquerda, partiu em velocidade para cruzar na área. O meia Carlos Alberto, em boa posição, cabeceou livre para fazer 1x0.
Com a vantagem no placar, o time coral ficou esperando o Lagarto. O time da casa passou a atacar mais, mas sem muita objetividade. Mesmo assim, aos 23 minutos, o meia Da Matta cobrou escanteio e a bola bateu no travessão e saiu, quase um gol olímpico. Em seguida, o Santa Cruz respondeu com o atacante Adílson, que finalizou para fora.
Os reservas do Santa Cruz nem pareciam que atuavam pela primeira vez. O time tocou bola com tranquilidade. Os volantes Everton e Jhonata marcavam bem, enquanto os meias Carlos Alberto e Renatinho procuravam encostar nos atacantes Adílson e Betinho. O Lagarto tentava armar as jogadas para o atacante Nádson. O avante, porém, não teve competência em aproveitar uma boa chance aos 37, quando errou a finalização e mandou para fora. A resposta do tricolor foi imediata. Renatinho bateu forte e a bola passou perto da trave do goleiro Santos.
O Santa Cruz começou o segundo tempo com Pingo na vaga de Carlos Alberto, enquanto no Lagarto o atacante Nádson deu o lugar a Gabriel. O tricolor partiu para cima. Com quatro minutos, o meia Renatinho desperdiçou duas boas chances de ampliar o placar. Depois, o zagueiro Renato Camilo tentou de longe e a bola passou rente a trave de Santos, aos seis minutos.
A equipe do Lagarto retomou o controle do jogo. A partir dos 20 minutos esteve mais presente no ataque. No entanto, encontrou no goleiro Fred uma barreira. Aos 23 minutos, o lateral Índio cobrou falta e Gabriel entrou na área e bateu, mas o arqueiro tricolor fez boa defesa. Um minuto depois, o lateral Nequinha cruzou e o próprio Gabriel, de cabeça, obrigou Fred a praticar outra bela defesa.
O Santa Cruz ficou em alerta e se fechou para garantir a vitória.

FICHA DO JOGO

Lagarto: Santos; Nequinha, Welton, Walter e Índio; Bahia, Fernando (Kemerson), Dedeco e Da Matta (Brasão); Nádson (Gabriel) e Jussimar. Técnico: Pedro Mendes.

Santa Cruz: Fred; Nininho, Vágner, Renato Camilo e Panda; Everton, Jhonata, Carlos Alberto (Pingo) e Renatinho (Jefferson Maranhão); Adílson (Raniel) e Betinho. Técnico: Vica.

Local: Estádio Presidente Médici, em Itabaiana (SE). Árbitro: José Figueiredo (AL). Assistentes: Adeilton Guimarães e Thalis Monteiro (AL). Gol: Carlos Alberto, aos 10 minutos do 1º tempo. Renda e público: não divulgados.Cartões amarelos: Everton e Jefferson Maranhão (S); e Bahia (L).

Fonte: Jornal do Commercio do Recife

terça-feira, 8 de abril de 2014

Santa Cruz 3 x 0 Sport



SANTA CRUZ 3 x 0 SPORT

O Santa Cruz foi senhor do quinto Clássico das Multidões e bateu o Sport por 3x0, ontem, no Arruda, no primeiro jogo das semifinais do Campeonato Pernambucano. O tricolor ainda não havia vencido o rival na temporada. Nos quatro jogos anteriores, amargou três derrotas e um empate. Com o resultado, os corais só precisam empatar domingo, na Ilha do Retiro, para chegar à final da competição, que vale o tetracampeonato. Uma vitória simples do rubro-negro leva a decisão para os pênaltis, pois o regulamento não determina saldo de gols, mas pontos ganhos.
As duas equipes entraram com um esquema semelhante, com três volantes. Do lado do Santa Cruz, Sandro Manoel, Memo e Luciano Sorriso, enquanto pelo Sport, Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa e Rithely, que teria de fazer a função de um meia. No tricolor, Raul era o único meia de origem, mas tinha a chegada de Sorriso, com o apoio do atacante Flávio Caça-Rato e de Leo Gamalho.
O rubro-negro tinha o apoio de Ananias do lado esquerdo, enquanto Felipe Azevedo ainda voltava para marcar, deixando Neto Baiano sozinho na frente.
O duelo foi constante e a marcação muito forte. Mas o Santa Cruz era efetivo em bloquear as principais jogadas do Sport. Com isso, o tricolor teve mais presença ofensiva. Aos nove minutos, por exemplo, Raul cobrou falta e Magrão fez uma grande defesa. O Leão não conseguia coordenar a sua saída de bola
As melhores chances do Sport foram em cobranças de falta com Neto Baiano. Em uma delas, aos 20 minutos, ele carimbou a trave esquerda do goleiro Tiago Cardoso. O Santa Cruz teve mais oportunidades. Aos, 23, o zagueiro Renan Fonseca cabeceou uma grande chance para fora. Depois, Leo Gamalho entrou na área e finalizou por cima do travessão. Aos 30, Durval salvou ao rebater um arremate de Sorriso. O rubro-negro só voltou a dar sinal de vida em uma cobrança de escanteio, quando Durval cabeceou e Tiago Cardoso defendeu.
No segundo tempo, o Santa Cruz voltou com o meia Carlos Alberto na vaga de Luciano Sorriso, que havia sofrido uma forte pancada nas costelas. O time ganhou mais velocidade, mas foi o Sport que teve a chance de abrir o placar. Aos dois minutos, Neto Baiano acertou um belo chute e Tiago Cardoso fez uma grande defesa.
O Santa Cruz, no entanto, retomou domínio do jogo. Aos nove minutos, Leo Gamalho lançou Flávio Caça-Rato. Ao entrar na área, o atacante foi derrubado por Durval. Pênalti. Gamalho cobrou muito bem e fez 1x0, aos 13 minutos. Logo em seguida, o técnico Eduardo Baptista promoveu duas mudanças. O meia Aílton entrou no lugar de Rithely e Renan Oliveira na vaga de Rodrigo Mancha. Não deu certo. O tricolor só teve o trabalho de encaixar os contra-ataques. Aos 30, Magrão fez milagre ao defender uma cobrança de falta de Raul e na sequência um arremate de Carlos Alberto.

Fonte: JC On Line