quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Direção divulga calendário de festividade para a Torcida fazer a festa no centenário

Diretoria divulga programação das comemorações do Centenário do Mais Querido

A direção do Santa Cruz divulgou a programação do Centenário Coral. De acordo com o cronograma, as comemorações se iniciaram nesta semana, com o lançamento do livro "O Despertar do Gigante", e vão até março.

Para que o dia 3 de fevereiro seja uma data memorável, a direção programou o acorda povo e salvas de fogo às 06h, 12h, e 18h. No Arruda, a sirene do estádio vai tocar nesses horários. O ápice das comemorações vai acontecer a partir das 19h, quando será celebrada a missa na Igreja da Santa Cruz, local da fundação do clube, e uma enorme festa no largo da Santa Cruz.

No dia 7 de fevereiro, haverá o lançamento da linha de uniformes do time para o centenário; o lançamento do livro do retrospecto do Santa Cruz entre 2000 e 2013, de autoria dos historiadores Carlos Celso Cordeiro e Luciano Guedes Cordeiro; e o lançamento do CD do compositor Getúlio Cavalcanti que contém a música Santa Cruz – 100 anos de paixão.

Dia 17 de fevereiro acontece o lançamento do livro infanto-juvenil Uma Paixão sem Limites. O evento será realizado na sede do clube às 19h.

Dia 3 de março (véspera de carnaval) os arredores do bairro do Arruda serão pintados em preto, vermelho e branco com o desfile do bloco A Cobra Fumando. A concentração da troça será na sede do clube, a partir das 10h00.

O calendário de festividades se encerra no dia 16 de março com o lançamento do livro A Paixão é Vermelha, que compõe uma trilogia composta pelos jornalistas Inácio França e Samarone Lima. A festividade será no bar mamulengo, localizado no Recife Antigo, às 15h.




domingo, 26 de janeiro de 2014

Santa Cruz 0 x 1 CSA


SANTA CRUZ 0 x 1 CSA

Amigos corais, uma derrota como a de ontem, em Caruaru, contra o CSA, pode ser apenas uma derrota, mas também pode ser o prenúncio de coisas piores.
Na verdade, em um torneio curto como a Copa do Nordeste, nessa fase eliminatória, uma derrota pode nos custar muito caro.
Aliás, até agora, mesmo vencendo o primeiro jogo, ainda não mostramos um futebol convincente, embora estejamos com a mesma base do ano passado.
O jogo morno contra o Bahia, quando a equipe baiana pediu para apanhar, já devia ter nos servido de alerta.
Como tricampeão pernambucano de futebol e atual campeão da Série C do campeonato Brasileiro, temos a obrigação de jogar pra frente e nos impor contra os adversário "menores", principalmente jogando dentro de casa.
Na próxima quinta-feira, lá em Maceió, não vai ser fácil, disso podem ter certeza.

Centenário


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Pantera


PANTERA, torcedor símbolo do Santa Cruz nos anos 70

Bahia 1 x 1 Santa Cruz


BAHIA 1 x 1 SANTA CRUZ

Clóvis Campêlo

Dizia Pelé que para não perder a bola bastava colocar o próprio corpo entre ela e o adversário. Foi isso que Tiago Costa fez ontem, na Fonte Nova, ao marcar o gol de empate do Santinha contra o Bahia, no nosso segundo jogo pela Copa do Nordeste.
Foi um jogo morno, onde, no meu entender, poderíamos ter ganho com uma certa facilidade em caso de maior empenho.
Gostei do Leo Gamalho que entrou bem no lugar de Caça-Rato e fez o papel de pivô com perfeição no lance do nosso gol.
Pelo jogo de ontem, dá para acreditar no nosso sucesso na competição. Ganhá-la significa um prêmio de um milhão e meio de reais e uma vaga na Copa Sul-Americana. Vale a pena tentar.
O Santa Cruz ganhou a competição apenas uma vez, em 1967, quando ainda se chamava Taça Norte-Nordeste. Está na hora, portanto, de fazermos as pazes com ela.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Santa Cruz 1955


SANTA CRUZ 1955

Gilberto Prado

BARBOSA – Passagem brilhante no “Santinha”. Elegante e de uma agilidade incrível. Com ele ganhamos o Torneio Pernambuco-Bahia, enfrentando Náutico, Sport, Bahia, Vitória e Ipiranga. Deixou saudades.
PALITO – Seu nome é Almir. Morava ´pelas bandas de Casa Amarela. Jogou muitos anos pelo Santa Cruz. Nunca aceitou jogar em outro time. Fosse no futebol de hoje, certamente estaria em um time do exterior. Craque.
LUCAS – Grande Lucas. Pensem em um “gentleman”. Começou no Auto Esporte (time dos motoristas) e terminou no Santa Cruz. Em razão de um bom emprego, na Distilaria do Cabo, trocou de camisa. Era atração no time do Distilaria, mesmo só jogando amistosos.
ALDEMAR – O “príncipe”. Chegou aqui novinho, como “sobra” do juvenil do Vasco da Gama. Dispensaram-no por ser apenas destro (só usava a perna direita). Craque com C maiúsculo e luminoso. Aqui destacou-se marcando Naninho, do Sport. Transferiu-se para o Palmeiras e, em São Paulo, destacou-se como marcador de Pelé. Clássico. Dificilmente fazia falta. Foi campeão do mundo pela Seleção Brasileira, em 1962.
CALICO - Veio pra Recife junto com Aldemar. Atuou com destaque. Foi embora para o Rio porque não aceitou ser reserva de Zequinha. Naquele tempo ainda não havia substituições. O reserva simplesmente não jogava.
ANANIAS – O “galã” das gerais. Jogava bem apenas. Mas era ídolo pelo seu “jeitão” de ser. Desconheço seu destino. Simplesmente desapareceu do Santa Cruz.
JORGE DE CASTRO – Ponta direita. Ligeiro que “só o pé da besta”. Carioca, vindo do Flamengo para o Sport. Passou uma temporada no Santa, depois atuou no América. Encerrou sua carreira em Belém do Pará.
MARINE – Não sei de onde surgiu. Lembro ser destacado na equipe. Tanto que durou bastante tempo como titular, até a chegada de Alfredo Gonzales. Com o novo técnico vieram Rudimar, Lanzoninho e Faustino.
MARINHO – Uma história à parte. Estava “encostado” no Fluminense, sem nenhum valor. O seu joelho inflamado era tido como incurável. Hoje seria uma contusão corriqueira. Foi oferecido ao Santa Cruz “de graça”, tipo uma peça imprestável. Só que o médico Braulio Pimentel deixou-o em forma, após bem-sucedida cirurgia. Voltou a jogar o mesmo futebol sensacional do Fluminense. Pena que demorasse pouco. O Santa Cruz não resistiu a proposta milionária feita pelo Genoa da Itália.
AMAURY – Tudo que dele for dito ainda é pouco. Na época, denominado “meia de ligação”. Cheguei a vê-lo jogar. Lembro que ia ao campo com Valdir Pereira da Costa, meu amigo de infância. E todas as vezes que a bola chegava aos seus pés, brincávamos: “Agora a bola vai”. E ia mesmo.
ZECA – José Fernandes de Almeida. Não sei se era “irmão de Mituca” ou “Mituca era irmão dele”. Craque de bola assim como Mituca. Começou no Náutico e terminou no Santa Cruz. Ao lado de Amaury, nesse time, estava encerrando carreira.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Centenário


CENTENÁRIO

Neste ano, são 100 anos de Santa Cruz Futebol Clube.
O clube que uniu, reuniu e fez com que o futebol em Pernambuco fosse digno, fosse para todos. Fosse do povo para o povo.
Orgulho de fazer parte dessa história de amor.