sexta-feira, 31 de maio de 2013

No Alto da Sé



NO ALTO DA SÉ
Fotografias de Clóvis Campêlo
Olinda, Pernambuco, 2013

VAYA CON DIOS!

VAYA CON DIOS!

Alberto Félix. de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Outono em Sampa, como eu já disse, o sol é que nem luz de geladeira, alumia mas não aquece.
Mas rapaz, que jogo bonito, lá em Wembley (25/05).
Eu simpatizei com o Borussia, seu treinador tem cara de roqueiro, o Borussia, que guardadas as proporções é algo parecido com o “Querido do Povo” mas, que pena, não foi desta vez.
Felipe Santana estava no banco foi com um gol dele no minuto final no jogo Borussia x Malaga que praticamente colocou o Borussia na final em Wembley e de quebra mandou Antônio Banderas (torcedor do Malaga) chorar na cama que é lugar quentinho.
O jogo.
O miserável do Robben estava no jogo.
Na tribuna de honra estava lá Fraulein Merkel a dona da banca, tenho para mim que para ela foi muito cômodo, em sendo a dona da banca e alemã qualquer resultado que desse ela ganhava, isso é melhor que jogar com cartas marcadas.
O legal de finais de campeonatos do falido velho continente é que jogadores não europeus exibem a bandeira de seus países de origem, alguns, antigas colônias, a geopolítica futeboleira.
É nós na fita!
E a novela Neymar? Zefini! Como diria seu Bertoldo Brecha.
Agora de vera, foi bom e foi ruim, explico, bom para Neymar, que engordou e muito sua conta bancaria, ruim para nós, que só veremos seus dribles e requebros febris no falido velho continente.
O Barcelona é um time infernal, imagina tu agora com a dupla M&N (Messi e Neymar)?
Senhor tende piedade de nós!
Vai Neymar! Que a Virgem Mãe Puríssima te acompanhe.
E nós Corais! Bom eu ainda ando em estado de graça com o tricampeonato.
E nosso técnico hein? Danou-se lá pra ilha de lost.
Valeu, pelo nosso tricampeonato.
Numa situação normal eu diria, vai com Deus e sucesso, porém indo lá para o boicolor, não dá para desejar sucesso.
Saudações Corais a Todos!

Santa Cruz 2 x 0 Nacional


SANTA CRUZ VENCE AMISTOSO INTERNACIONAL POR 2X0

Aurino Rosendo

Na tarde desta quinta-feira (30), no estádio Nelson Feijó, em Maceió/AL, o Santa Cruz venceu o amistoso internacional contra o Nacional, de Portugal, por 2x0. Com ambas as equipe atuando com escalações diferentes em cada um dos tempos, o time titular do Santa Cruz levou a melhor sobre os portugueses, com gols de Raul e André Dias. Pelo que foi visto na primeira etapa, a partida foi um bom teste antes do início da Série C.
Encarando o time principal do Nacional nos primeiros 45 minutos, a equipe tricolor mostrou sua força e não tomou conhecimento do adversário. Os destaques individuais ficaram por conta dos meias Raul e Júnior Xuxa e dos atacantes Caça-Rato e André Dias.
A escalação Coral foi seguinte: Tiago Cardoso, Nininho, Renan, Leandro Souza e Éverton Sena; Tozo, Luciano Sorriso, Raul e Júnior Xuxa; Caça-Rato e André Dias.
Na segunda etapa, o clima amistoso prevaleceu. Utilizando os suplentes, Santa Cruz e Nacional não buscaram fazer muita coisa nos 45 finais e o jogo foi bastante arrastado. Ainda assim, o atacante Anderson Salgueiro se mostrou o jogador lúcido da etapa final, produzindo algo relevante na partida.
O time tricolor do segundo tempo foi o seguinte: Fred, Nininho, Danilo, Renato Camilo e Patrick; Éverton Heleno, Ezequiel e Italo; Anderson Salgueiro, Rafael e Netto.
Após o termino da partida, a delegação Tricolor vai regressar ao Recife. A reapresentação do elenco acontece na tarde desta sexta-feira (31) em local ainda por definir.

Fonte: Agência CoralNET de Notícias

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Espírito Santa


ESPÍRITO SANTA

Ivan Marinho

dia de jogo já acordo rindo
de um sonho lindo com meu tricolor
cada segundo passo esperando
pelo encontro com este grande amor
visto a camisa, empunho a bandeira
desço a ladeira, vou pro Arrudão
cresce comigo o mundo em três cores
e o grito SANTA da multidão
o jogo inteiro sou mais um no campo
com mais 60 mil a guerrear
pois de guerreiros se fez a nação
disposta a ir no inferno e voltar
pra ver leão miar como gatinho
pra ver timbu feito rato chiar
pra ver o preto, o branco e o vermelho
pintar de alegria o mundo inteiro
com a realidade o sonho se encontrar.
olê, olê, olê, olá...Santa, Santa!"

terça-feira, 28 de maio de 2013

Superação


SUPERAÇÃO

Clóvis Campêlo

Amigos corais:
Nem bem acabamos de falar ontem sobre a integridade do nosso elenco às vésperas do Campeonato Brasileiro, vem a Barbie e nos leva Anderson Pedra e William Alves. Esse último, aliás, já havia se oferecido inescrupulosamente ao clube timbu.
O Santa Cruz tem sido uma grande vitrine para esses jogadores e a Barbie tem aprendido com a Coisa a ser anti-ético com um co-irmão. Afinal, ele tem dinheiro.
Mas, nós temos dignidade para reconstruir o time e seguir adiante. Levaram Anderson Pedra? Traremos Anderson Rochedo! Querem nos levar o Paredão? Contrataremos uma Muralha! Querem carregar o Pedrador? Traremos o Exterminador do Futuro!
Precisamos, no entanto, repensar esse contratos para que jogadores valorizados dentro do clube não saiam de graça para nosso principais rivais. No futebol profissional, aliás, precisamos aprender a levar vantagem e tirar lucro de qualquer situação. A esperteza domina o meio futebolístico e nem sempre os adversários e rivais agem dentro da ética e do respeito profissional.
Sandro Barbosa, como ele mesmo diz hoje em matéria no Jornal do Commercio, assume o comando técnico do Santinha em um momento mudanças e sem muito tempo para impor a sua concepção de trabalho.
Vamos em frente, porém, que um clube vencedor e campeão tem sempre que matar um leão e um timbu por dia.

Domingo, no Recife Antigo



Contratação acertada


CONTRATAÇÃO ACERTADA

Clóvis Campêlo

Caros amigos:
Parece que toda a nação coral aceitou bem a contratação de Sandro Barbosa para substituir Marcelo Martelotte, que foi-se embora atrás dos seus trinta dinheiros. Para mim, aliás, já foi tarde. Sandro sempre teve uma grande identificação com o Santa Cruz, declaradamente o seu clube de coração. Uma boa solução para nós, acredito, de baixo custo e que pode dar certo.
Na Série C, vamos precisar de garra e determinação e isso Sandro sabe transmitir para o elenco. Também não nos interessa a sua pretensa falta de experiência no cargo. Isso se adquire exercendo a profissão e ele não será o primeiro a passar por tal coisa na vida.
Ao que parece, o treinador branchola será o único a sair do clube antes do início do campeonato brasileiro. Embora muito se fale, até agora todos permanecem no Arruda. Os urubus que se manquem, portanto, pois não iremos desmontar o elenco facilmente.
Se tudo der certo, no, próximo domingo, em casa, contra o Luverdense, estrearemos com uma grande vitória.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Diretoria do Sport Recife anuncia contratação de Marcelo Martelotte

 Pela porta dos fundos: Marcelo Martelotte abandona o Santa e vai comandar o Sport Recife
Por essa niguém esperava - Martelotte vai para o maior rival
 
Depois de muita especulação durante toda a quinta-feira, parece que o destino do treinador Marcelo Martelotte mudou. Duas semanas após conquistar o tricampeonato pernambucano comandando o Mais Querido, o técnico agora deve assumir a função vestindo a camisa do Sport Recife.

O anúncio foi feito pelo próprio
site do clube rubro-negro na madrugada desta sexta-feira, porém, até o momento a diretoria do Santa Cruz não se pronunciou.

Fonte: Agência CoralNET de Notícias
 
 

domingo, 19 de maio de 2013

Na Base da Chinela!

Na Base da Chinela!

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Domingo, dia das mães, uma fausta feijoada regada com uísque cerveja e caipirosca.
A festa é grande.
Meu coração feito quem reza, apertado caminha.
Caminha no encarnado preto e branco.
Longe, de mim distante, pulsa o coração coral de uma cidade.
A cidade dos armadores das Índias ocidentais.
Recife.
Com toda poesia.
Está com inveja de mim? Então diz!
Uma Poeira encarnada preta e branca posou sobre o jacarandá da classe dominante do Recife.
É muita poesia, é muita saudade.
Com suprema ousadia, somos tricampeões!
Tricampeão no espinhaço da gata! Tem preço?
Tem não.
Eu fui dançar um baile na casa de Adelmar, nunca vi coisa tão boa foi na base da chinela.
Jogaram no salão pimenta bem machucada,
O baile de Adelmar acabou com chinelada.
Aquele abraço.
Aos meus amigos “burro preto” vai meu salve.
Xico Sá, qualquer dia nos encontraremos no Bar do Cabo, quiça no 28.
Salve, Berto Pororoca de Brasília Teimosa!
Salve Walter Lobisomem (também de Brasília Teimosa)
Salve Lenice (minha prima).
Salve, Saulo e Clodoaldo que são meus vizinhos.
Mas vem cá, ser tri-vice é foda!
Com os Corais é na base da chinela!
Tome uma, tome duas, e tome três e me aguarde!
Vê se aprende!
Aqui em Sampa tem um time que dizem que jogava por música, nós Corais jogamos com poesia, com febre, com impaludismo, com cheia, com Capiba, com Nélson Ferreira, com João Cabral.
Aos Severinos e Lampiões Corais aquele abraço.
Saudações Corais a todos.

Seriedade e competência


SERIEDADE E COMPETÊNCIA

Clóvis Campêlo

Amigos corais:
Ainda em ritmo de comemoração pela conquista do TRI estadual, título histórico obtida em cima do nosso maior rival, o Sport, fico sobressaltado com as notícias de que o Náutico quer nos levar Dênis Marques, Tiago Cardoso e William Alves. Sem falar que o clube da Ilha quer Anderson Pedra, o cão de guarda da nossa defesa.
Penso que manter esses jogadores é essencial. Temos um elenco limitado tecnicamente, onde, com certeza, várias jogadores serão dispensados, criando a necessidade de fazermos outras contratações de bom nível para reforçar a equipe na abominável Série C.
Sabemos que no futebol profissional de hoje o dinheiro fala mais alto, e que clubes como o Santa Cruz tem que se desdobrar na competência administrativa e futebolística para se impor e conquistar títulos.
Pela nossa tradição, pela força da nossa torcida e pelo título de tricampeão estadual, temos a obrigação de ascendermos á Série B e chegarmos ao ano do nosso centenário - 2014 - ostentando essa condição invejável.
Não sei onde é que poderemos ajudar, enquanto torcedores. Mas tenho certeza de que o clube contará conosco em todos os momentos necessários. Futebol profissional se faz com competência e esforço coletivo e nós, torcedores faremos a nossa parte.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Para Sandro Manoel, time vai superar o cansaço contra o Inter

Ainda sentido o prazer de ter vencido o Sport Recife, e de quebra ter feito o 2º gol no rival, garantindo o tricampeonato ao tricolor, o volante Sandro Manoel, que substituiu o atacante Dênis Marques no domingo, prepara-se agora para outra missão, não menos difícil, que é enfrentar o time do Internacional, em Caxias do Sul/RS, pelo jogo de volta na Copa do Brasil, nesta quarta-feira (15), às 21h50. Na primeira partida no Estádio do Arruda, o placar foi de 0X0.

Para o jogador é hora de esquecer o pernambucano e voltar os pensamentos para o outro torneio. “Agente tem que esquecer o Campeonato Pernambucano, que já passou. Agora é focar na Copa do Brasil que é muito importante para todos nós também, e jogar com atenção e com muita força, para que agente não dê brecha para a equipe deles (Internacional), que é uma equipe muito boa. Mas agente sabe o que veio fazer aqui no Sul, estamos querendo uma vitória a todo custo, e vamos jogar concentrado para conquistar esse resultado positivo”.

Quando defendia as cores do Marília/SP, ele chegou a jogar no Estádio Centenário, onde vai enfrentar a equipe do técnico Dunga, o que pode ser bastante importante para a atuação do atleta. Mas ele ainda não sabe qual a tática que Marcelo Martelotte vai utilizar. “Temos que jogar da maneira que o professor passar. Martelotte gosta de na hora de marcar tem que marcar e na hora de jogar também. Agente tem que fazer o nosso jogo. Graças a Deus estamos tendo sucesso, não conquistamos o Campeonato Pernambucano à toa. Temos que jogar com sabedoria, até por que, não iremos pegar uma equipe qualquer. É uma equipe grande, qualificada, de série A. Nós sabemos que é difícil, mas que não é impossível tirar o Internacional”.

A equipe do Rio Grande do Sul também foi tricampeã do estadual, no entanto, o jogo da final, realizado contra o time do Juventude, foi no dia 5 de maio, o que garantiu à equipe Colorada um bom tempo de descanso para enfrentar o grupo Coral. Mas Sandro Manoel acredita que esses detalhes não irão influenciar quando o árbitro apitar o início da partida. “Eu acredito que quando chega dentro de campo não tem cansaço. Tivemos dois dias para descansar, é pouco tempo, mas que essa é uma profissão que, infelizmente, trabalha em função do calendário brasileiro, de jogar no domingo e às vezes na quarta-feira, e ter que jogar. Mas agente está bastante focado, independente de ter jogado domingo. Agente está muito focado nessa classificação na Copa do Brasil, por ser importante para mim, para o grupo e para a torcida do Santa Cruz”, acredita.

Sobre a responsabilidade de marcar o meia argentino D’Alessandro, que não veio ao Recife no primeiro jogo, por conta de uma suspensão do STJD, o volante se diz tranquilo e capaz de fazer uma partida equilibrada. “É um jogador diferenciado. Eu tive a oportunidade de jogar contra ele e de marcá-lo. é um jogador que merece atenção especial. Mas pelo fato dele ser um bom jogador, agente não pode se omitir, tem que jogar, fazer nosso jogo e respeitar , mas marcando com muita força, procurando dar alegria ao torcedor do Santa Cruz”.

Na partida dessa quarta-feira, o Santa Cruz vai ter a vantagem de se classificar com empate por gols. O atleta está bastante confiante para o jogo, mas ainda não esquece o gol que marcou contra os rubro-negros. “É um gosto bom, que eu não pretendo perder mais. Eu dou toda honra e glória ao senhor Jesus por, nesse momento, estar tendo o reconhecimento dos torcedores, da imprensa, do pessoal que trabalha comigo todos os dias. Eu espero dar continuidade nisso aí, por que o gostinho (de gol) é muito bom”, brinca.



Fonte: Agência CoralNET de Notícias

terça-feira, 14 de maio de 2013

Determinação e competência


DETERMINAÇÃO E COMPETÊNCIA

Clóvis Campêlo

Amigos corais,
Penso que domingo, na Ilha do Retiro, não derrotamos apenas o Sport, mas também a arrogância e a prepotência de um clube e de uma torcida que se acham superiores a tudo e a todos. Que pensam que o futebol pernambucano e as suas instituições existem apenas para lhes servir. Por isso, o choro descontrolado de alguns rubronegros ao final da partida. Achavam que a vantagem coral seria revertida a qualquer momento. Um delírio irracional e perigoso.
Para mim, isso se deve também a anos de controle da FPF, elegendo presidentes e influenciando de forma direta e nem sempre honesta em decisões importantes dentro da entidade.
Com humildade e firmeza, revertemos essa situação. Foi preciso antes, porém, que os vampiros que enfraqueciam o Santa Cruz fossem afastados e se fizesse uma limpeza geral na máfia que antes dominava o Arruda.
A contratação de Martelotte como treinador, criticada por muitos, inclusive por mim em alguns momentos, mostrou-se uma decisão acertada. A saída de Zé Teodoro, temida por muitos, inclusive por mim, arejou o ambiente coral que precisou se adaptar a uma nova filosofia de trabalho e de jogo.
Juntando tudo isso, a competência dos nosso jogadores, a força da torcida e um pouco de sorte, que time campeão também precisa dela, alcançamos o TRI.
Antonio Luis neto conseguiu calar a boca dos que o criticavam, inclusive eu. Martelotte mostrou a sua competência como treinador. Todos nós estamos felizes agora e querendo mais no futuro.

domingo, 12 de maio de 2013

Santa Cruz é tricampeão pernambucano dentro da Ilha do Retiro


Há um ditado comum que ecoa surdamente os tricolores segundo o qual nada, para o time do Arruda, vem fácil. Sempre é preciso uma dose de suor. Outra de sangue. Foi assim neste domingo. Pela terceira vez nos últimos três anos, o time passou pelo Sport na Ilha do retiro. Desta vez, por 2 x 0. Pela terceira vez nos últimos três anos, o time é campeão estadual. Tricampeão. Festeja, o torcedor do time.
Inflamado pela torcida e pressionado para reverter a vantagem adversária, o Sport começou o jogo tentando sufocar o Santa Cruz. Mas, ainda que tivesse o domínio da bola e mais volume de jogo, não conseguiu acuar o Tricolor. A equipe do Arruda conseguiu neutralizar moderadamente o ímpeto ofensivo dos donos da casa. Como? Marcando na frente. Tanto que o primeiro chute da partida foi de Renatinho, aos oito minutos. A primeira chegada do Rubro-Negro foi aos 13.
O Santa Cruz, defensivamente, estava bem. E, no setor ofensivo, dependia do contra-ataque. A estratégia montada por Martelotte deu resultado. O time já tivera uma boa oportunidade com Dênis Marques, mas o atacante - que arrancou desde o meio-de-campo- não teve fôlego para cortar a marcação, já dentro da área, e chutar para gol. Aos 26, contudo, a equipe coral conseguiu encaixar o ataque perfeito.Mérito primeiro para Raul. Lúcido, o meia conseguiu transformar uma situação em que não tinha opção para um lançamento perfeito para Caça-Rato. O atacante escapou pela direita, nas costas da defesa. Recebeu na frente de Magrão e mostrou tranquilidade incomum para driblar o goleiro e abrir o placar.
Jogadores comemoram o tricampeonato estadual. Foto: Arnaldo Carvalho/JC Imagem

O gol apressou ainda mais o Sport. O time cresceu. Precisava desesperadamente de dois gols. Dos 26 aos 46, o time criou diversas oportunidades - mas quase todas elas pararam num inspirado Tiago Cardoso. E uma delas na trave, com Felipe Menezes, aos 34. Dez minutos depois, Flávio Caça-Rato tratou de tornar mais perigosa a missão tricolor ao colocar a mão na bola de maneira infantil. Como havia tomado o amarelo pela comemoração do gol, foi expulso pelo árbitro.
Na volta da segunda etapa, com um a mais, Sérgio Guedes acionou Érico Júnior no lugar de Felipe Menezes. O Santa Cruz voltou com a mesma equipe - mas com uma postura naturalmente mais defensiva. O Leão foi para o ataque. A Cobra Coral tentou se resguardar para o bote mortal.
O Sport, no começo, teve muito domínio, muitas trocas de passe na intermediária adversária, mas pouca penatração. A maior parte das jogadas era criada pelo lado esquerdo, com Reinaldo, Érico Júnior e Lucas Lima. E era finalizada em geral após cruzamentos à área. Mesmo sendo atacada com muita frequência, a defesa tricolor conseguiu minimizar as chances do outro time. Não que elas não existiram. Aos 5 minutos, por exemplo, Lucas Lima cruzou e Érico Júnior cabeceou livre. Para fora. Aos 20, outra, ainda mais complicada. Marcos Aurélio usou outra arma do Rubro-Negro na segunda etapa: o chute de longa distância. Tiago Cardoso bateu roupa - e Matheus Lima chegou. O goleiro se recuperou e conseguiu tocar na bola, que, mesmo assim, ia entrar. Mas a defesa do Santa salvou em cima da linha.
No minuto seguinte, o Tricolor foi bem perigoso. Num contragolpe. Após boa troca de passes, Dênis Marques recebeu na direita, fora da área e encheu o pe. Magrão espalmou para a esquerda. Renatinho pegou a bola, tentou drible e caiu dentro da grande área. Gilberto Castro Júnior mandou seguir. A bola sobrou para Luciano Sorriso, que bateu por cima.
Aos 27, Martelotte tirou Dênis Marques, caído, para colocar Sandro Manoel no jogo.  Aos 41, o próprio volante fez jogada de craque, driblou Tobi dentro da área e bateu de três dedos no ângulo de Magrão. Santa Cruz tricampeão.

Sport - Magrão, Cicinho (Moacir), Gabriel, Maurício (Matheus Lima) e Reinaldo; Tobi, Rithelly, Lucas Lima e Felipe Menezes (Érico Júnior); Marcos Aurélio e Felipe Azevedo. Técnico: Sérgio Guedes.

Santa Cruz - Tiago Cardoso, Everton Sena (Nininho), William Alves, Renan e Tiago Costa; Anderson Pedra, Luciano Sorriso, Raul e Renatinho; Dênis Marques (Sandro Manoel) e Flávio Caça-Rato. Técnico: Marcelo Martelotte.

Pernambucano Coca-Cola (final). Local: Estádio da Ilha do Retiro. Horário: 16h. Árbitro: Gilberto Castro Júnior. Assistentes: Clóvis Amaral e Ricardo Chianca. Cartões amarelos: Everton Sena, Raul, Caça-Rato e Tiago Costa (Santa Cruz); Maurício, Matheus Lima, Tobi(Sport). Cartão vermelho: Flávio Caça-Rato (Santa Cruz). Gol: Flávio Caça-Rato (aos 26 do 1T). Público: 26.806; Renda: R$: 552.420,00

Fonte: Jornal do Comércio

Com raça e afirmação, SANTA é triCAMPEÃO




Vão falar o quê agora. 


Com um a menos e na casa deles se impondo.

Foi um olé em campo e nessa imprensa tendenciosa.

OS ALEMÃES E SEUS CANHÕES

OS ALEMÃES E SEUS CANHÕES

por Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Era tido como certo e liquido que a final da UEFA seria entres os times espanhol e alemão. Havia os que juravam sobre todos os livros sagrados e profanos que a final seria Real e Barcelona.
O futebol é assim, superior a profecias e vaticínios.
E a águia alemã pousará no Estadio de Wembley, trazendo em seu espinhaço o Borussia e o Bayern.
Dos balcões dos botequins e a cronica esportiva tem falado e escrito loas e louvores a organização e método dos times e alemães e olha que de O&M esses camaradas manjam até demais.
Foi o pesadelo alemão para bascos e espanhóis, algo como uma blitzkrieg de triste memória.
O Sapão (Mogi Mirim) de Rivaldo, treinado por Dado Calvacanti, (que já foi nosso treinador) espalharam que ele, o Mogi, era o Bayern de Mogi, e eles acreditaram!
Calma Saraiva, calma.
Havelange, o “o capo di tutti capi”, já era, já vai tarde, velho sem vergonha! Os canalhas também envelhecem.
Eu quero dizer o seguinte, de jogo eu não tenho medo, tenho medo é de economistas, bocas, caras e gestos de bedel, sobretudo os de televisão, a conversa é uma só, estamos na estaca zero, essa conta não fecha, o PIB, o deficit orçamentário, e quando eles falam dos gargalos! Molham-se de prazer.
Ai que loucura!
E nós Corais? Quero dizer nada não.
O que eu estou vendo, é o que estou vendo?
Tri-tricolor! É o tri?
Avante Legião Coral!
Não façam prisioneiros!
Saudações Corais a todos.