segunda-feira, 29 de abril de 2013

Zé do Caixão


ZÉ DO CAIXÃO

Clóvis Campêlo

Amigos corais, vocês sabiam que José Mojica Marins, o famoso Zé do Caixão, personagem que está completando 50 anos de existência, é torcedor do Santa Cruz?
Pois então, fiquem sabendo!



Pelo regulamento


PELO REGULAMENTO

Clóvis Campêlo

Amigos corais:
Era de se esperar que o Náutico partisse para cima do Santinha em busca do resultado que necessitava. pela escalação da nossa equipe, era notória a intenção do treinador Marcello Martellote de jogar no contra ataque, explorando a velocidade de Renatinho e Jeferson Maranhão. A contusão desse último, no início do jogo, com a entrada de Flávio Caça-Rato, desmontou esse esquema. Ficamos capengando no meio de campo. Aproveitou-se disso o time alvirrubro e dominou a maior parte do jogo.
Mas, de acordo com o regulamento, como bem ilustra a charge de Miguel, publicada no JC de hoje, jogamos pelo regulamento (coisa perigosíssima) e conseguímos a classificação, apesar da derrota.
Em que pese, porém, a boa atuação do Náutico, também tivemos chances de definir o placar a nosso favor e não o fizemos. Quem não se lembra do chute de Dênis Marques na trave alvirrubra?
Por falar nele,apesar dos rumores cada vez mais forte de um suposto contrato já assinado com o Náutico para o Campeonato Brasileiro, fez um gol de penalte e poderia ter definido o placar a nosso favor, em outras ocasiões.
Agora, é decidir o título em dois jogos, com o Sport. Eles lutarão pelo 40º título estadual, e nós, pelo TRI. Se o Estadual esteva em banho-maria, agora vai pegar fogo.

domingo, 28 de abril de 2013

CAXIROLA!

CAXIROLA!

Alberto Félix, de São Paulo



Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.

Meninas e meninos Corais.

É outono em Sampa, chove uma chuva miúda, não a chuva que passa na televisão, aquela que arrasta casas e pessoas, uma chuva que começa no cu da madrugada e continua durante o dia, lentamente minando a vontade de ir lá fora no botequim tomar uma cerveja e ver os amigos.

Bom, meu amigo Noelcio torcedor do tricolaço baiano, no dia seis de abril endoidou o cabeção e pegou um avião e foi para reinauguração da Fonte Nova (Estádio Octávio Mangabeira).

Um Bavi é um Bavi o placar é o de menos, bom mesmo é estar lá comendo água.

E por falar em torcedor tenho um conhecido que é torcedor do Galo Mineiro, melhor dizendo ele está mais para “hardy har har” que corvo Edgar de Xico Sá, é só ele lembrar que o Atlético Mineiro não ganha um título nacional há mais de quarenta anos que ele já diz: Essa porra desse time não ganha, não vai para a Libertadores! E vai por ai abaixo.

Na prateleira o livro “Casagrande e Seus Demônios” o mais rock'n'roll dos atacantes de nosso futebol.

A grande prostituta “FIFA” diz que quer proibir o São joão na terra de Carlos Maringuela, o tacaca, o arrumadinho, o tutu, o churrasco de gato em Itaquera e se brincar o angu do gomes na cidade maravilhosa, menos-mal que a copa não é pelo carnaval!

Agora venha cá e fique lá mesmo camarada coral! Tu sabes o que é uma caxirola? Para mim é o mesmo que uma aranhola! Da uma rima que só vendo!

Invenção do grande empulhador baiano (triste Bahia) um tal Carlinhos Braum.

Queremos ganhar a copa com uma merda dessas?

O Santa Cruz não é bossa-nova, mas é foda!

Dia desses, o gol de Denis “luluzinha” Marques e seu gol no boicolor foi destaque no Linha de Passe no canal da ESPN.

Agora foi o gol de Renatinho no Rosinha da Silva!

O Santa Cruz é foda!

Tri-Tri-Tricolor.

Saudações Corais a todos.





segunda-feira, 22 de abril de 2013

Mais uma vitória


MAIS UMA VITÓRIA

Clóvis Campêlo

Amigos corais, ontem, no Arruda, mais uma vez, a melhor defesa do campeonato conseguiu anular o melhor ataque. Resultado: ganhamos outro jogo (1x0). Jogo importante, primeira etapa para se chegar às finais do Estadual 2013. Jogo duro e que se decidiu em um chute de fora da área, desferido por Renatinho. Logo ele que é canhoto e não costuma chutar com a perna direita. Foi um golaço, de bate pronto e sem chances de defesa para Felipe.
Natan, mais uma vez contundido, preocupa e me faz lembrar de Erandir, centro avante que jogou no Santa Cruz nos anos 60/70 e que fazia gol pra dedéu. Logo virou ídolo da torcida coral (assim como Natan). No entanto, as constantes contusões terminaram por afastá-lo do time principal e fez com que a impressa o apelidasse de "Homem de vidro". Toda vez que Natan se machuca, eu me lembro de Erandir, o homem de vidro.
Também achei o público pequeno, para um clássico decisivo. Ainda mais se levarmos em conta que em outros jogos de menor importância, o Santinha já fez públicos maiores.
Finalmente, a polêmica dos cartões amarelos como item de desempate. A regra foi aceita por todos e não adianta reclamar agora. Acho até que bem aplicada, poderia fazer com que a indisciplina fosse mais reduzida. Restaria, apenas, torcer pelo "bom-senso" dos árbitros na aplicação dos cartões.
Domingo, nos Aflitos, tem mais um Clássicos das Emoções. Espero que a Cobra mais uma vez triunfe e garanta o seu lugar nas finais.

domingo, 21 de abril de 2013

Timbu de coco


TIMBU DE COCO

Clóvis Campêlo

Caros amigos corais:
Hoje, 21 de abril, Dia de Tiradentes, não seremos nós os mártires. Vencer é a senha do dia. Vencer com méritos e sobra para encarar o jogo de volta com mais tranquilidade. Dentro de casa, não vamos dar chance à ninguém. Hoje é dia de comermos o timbu de coco, prato original e excêntrico que vai alimentar o nosso apetite de Cobra Coral.
Esse, está sendo um estadual marcado pela diferença no formato da sua disputa, com um primeiro turno que não valeu nada e com um segundo turno que serviu apenas para a classificação ao quadrangular final. Ou seja, será um título conquistados em poucas partidas e sem grandes emoções.
Mas, nada disso interessa quando entra em campo duas equipe tradicionais e de grande rivalidade. Impor-se é a condição. Derrotar um adversário que durante a semana apelou para a sacanagem, na tentativa de desestabilizar emocionalmente os nossos jogadores.
Mas, agora, na hora da verdade e tirar o couro do timbu e forrar o nosso tamborim prá curtir um som diferente. O som do TRI.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Patifaria


PATIFARIA

Clóvis Campêlo

Já que ninguém tocou no assunto aqui, falo sobre ele.
Para mim, foi uma palhaçada essa história do Náutico querer contratar Dênis Marques às vésperas do chamado Clássico das Emoções, e demonstra a falta de caráter da direção timbu.
No começo do ano, o jogador estava disponível, atrás de um clube para jogar, e não foi procurado pelo clube dos Aflitos. Portanto, essa é uma manobra típica de quem quer causar alvoroço antes de um jogo tão importante.
No futebol pernambucano sempre teve dessa patifaria. No Sport, no tempo de Homero Lacerda, era comum essa prática, visando desestabilizar emocionalmente o adversário. Agora é o Náutico que perdeu a vergonha na cara.
Antes do jogo do turno, contra o mesmo Náutico, nos Aflitos, já rolou o papo da tentativa de suborno sobre o Raul. Será que a patifaria tomou conta de vez do clube alvirrubro, que ainda não ganhou nenhum clássico esse ano?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Castigo


CASTIGO

Clóvis Campêlo

Caros amigos corais e semelhantes:
Tem jogadores que entram de forma negativa para a história do clube em que atuam. Digo isso pensando no pênalte perdido por Lecheva, em 2006, que nos tirou o bicampeonato estadual. Ainda hoje, a lembrança lecheviana doe e magoa.
Ontem, no Arruda, mais uma vez contra o time da Ilha, foi a vez de Tozo. O jogador estava no banco e entrou na partida apenas para cometer a infração e modificar toda a história do jogo e da classificação para o quadrangular. Perdemos a liderança, a segunda colocação e o direito de fazer o jogo decisivo em casa. Foi muito castigo para um lance só. Martelotte, ontem, errou nas substituições e colocou em campo um jogador fora de ritmo e sem reflexos. Pagamos caro pelo erro.
Outra coisa preocupante é que ainda estamos desperdiçando muitas oportunidades criadas. Em um jogo daquela natureza, contra um adversário difícil e tradicional, não se pode desperdiçar tantas chances. O preço sempre é muito alto.
Mas, não adianta chorar sobre o leite derramado. Agora é arrumar a casa e a alma e partir para a decisão contra o time dos Aflitos.
Quem quer ser campeão - ou melhor TRI CAMPEÃO - não pode se dar ao luxo de escolher adversário.

sábado, 13 de abril de 2013

A Cobra vai fumar!


A COBRA VAI FUMAR!

Clóvis Campêlo

Amigos corais e semelhantes:
O Clássico das Multidões de amanhã pode valer muita coisa e pode não valer nada. Vale muito pela afirmação do time vencedor, pois em jogo dessa natureza e rivalidade é sempre importante se impor e vencer. Além do mais, para nós corais, vencer o time da Ilha em casa é mais do que uma satisfação. É uma obrigação que irá carimbar o nosso passaporte para o TRI.
Pode não valer nada, pois simplesmente servirá para definir a tábua de classificação no quadrangular decisivo. O vencedor assumirá a ponta da tabela classificatória e terá a vantagem de jogar a última partida das decisões em casa. Fora isso e a rivalidade, mais nada.
Sabemos que as ausências de Renatinha e Natan quebram a qualidade do nosso meio campo e torna o time bem mais lento. mesmo assim, queremos a vitória e com certeza quebraremos mais um recorde de público.
A Cobra amanhã vai fumar!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Novos personagens


NOVOS PERSONAGENS

Clóvis Campêlo

Amigos corais e semelhantes:
Ontem, no Arruda, vencemos e despachamos da Copa do Brasil o Guarani de Juazeiro. Confesso, porém, que o placar de 2x0, apesar de satisfatório, foi pobre. Continuamos sem transformar em gols as oportunidades criadas. Isso é ruim. Se não fossem Dênis Marques e Éverton Sena...
Na próxima fase, enfrentaremos o Internacional de Porto Alegre, um adversário que impõe respeito. Não poderemos nos dar ao luxo de jogar mal ou desperdiçar oportunidades, já que o primeiro jogo será no Arruda. É vencer e lutar pela classificação no jogo da volta. Dessa vez, a briga será com um cachorro grande e a cobra terá que morder com firmeza.
Antes, porém, teremos que matar a pau o Leão da Ilha, bicho tinhoso e que, como todo felino, parece ter sete vidas. Vida de Cobra Coral não é fácil: é matar um leão quase todo dia e atentar contra o folclore brasileiro matando e despachando o Saci dos Pampas. E não vai ter Mula sem Cabeça que nos espante.
Antes de terminar essas mal traçadas linhas, mais uma vez parabenizo a torcida coral que se vez presente ontem no Arruda.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Dia de índio


DIA DE ÍNDIO

Clóvis Campêlo

Amigos corais, hoje não é 19 de abril, mas é dia de índio. Enfrentaremos no Arruda, à noite, o Guarani de Juazeiro, podendo até perder por 1x0 para garantir a classificação. Não é esse, porém, o nosso pensamento. Queremos uma boa renda (o clube precisa de dinheiro) e uma boa vitória (precisamos alimentar a nossa auto-confiança para o clássico de domingo.
Renatinho pode jogar e isso é sinônimo de qualidade e velocidade no nosso meio-campo. Dênis Marques também estará retornando e com o seu senso de colocação e artilharia também pode nos ajudar a conquistar uma grande vitória.
O Arruda é nosso e quem canta de galo lá é a Cobra Coral. O Guarani que se cuide, pois a cobrinha quando entra no gramado, arrepia!
Como diz Renato Boca-de-Caçapa, o filósofo coral, é ferro na boneca, camaradas!

sábado, 6 de abril de 2013

Mete o Pé na Porta!

Mete o Pé na Porta!

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
E a Coreia do Norte? Diz que vai dar um pau no povo da terra do Marlboro! Sei.
Vem cá, um ditador que tem cara de boneco playmobil (seu exercito idem) nos parece que de uma hora pra outra ele começara a cantar “gangnam style” já que anda a cavalo pelas pradarias coreanas feito vaqueiro texano, me diga lá é para levar a sério?
É o rato que ruge.
O maior feito da Coreia do Norte foi ter eliminado a Itália na copa de sessenta e seis.
Nas quartas de final levou uma entubada de Portugal de 5x3, Eusébio, O Pantera Negra fez quatro gol.
Que o campeonato europeu é lindo, copa da Inglaterra, copa do Rei, times que tem mais estrelas que no firmamento, mesmo com temperaturas de zero pra baixo, mesmo assim os estádios estão entupidos.
As imagens vibrantes nos levam ao tempo do “Canal 100 “.
É público e notório que a Europa está mais quebrada que arroz de segunda, todo santo dia há uma marcha, uma passeata, postos de trabalho estão indo para o vinagre, e tome bomba de gás, e jato de água (fria) no espinhaço do trabalhador.
Fraulein Merkel entra com a corda e o trabalhador com o pescoço.
O que eu quero saber é o seguinte, jogadores que valem o pib de um país, ingressos mais caros que uma cesta básica (ou duas)! De onde vem essa grana toda? Que banca esse espetáculo?
Nós sabemos que não existe almoço grátis.
Esquisito.
E nós Corais?
Fomos eliminados da “Lampions League”, nós, e todos os favoritos.
Temos um atacante Denis “Luluzinha” Marques, que é muito de lua, falta-lhe testosterona, a testosterona de um Almir Pernambuquinho que botava pra torar.
Passou.
Bom mesmo foi meter o pé na porta no banheiro das meninas, aflitas mijaram-se todas ao verem o tamanho da cobra! Menino como gostei!
Agora de vera.
Eu ouvi dizer que, este foi o último “Clássico das Emoções” no Estadio Eládio de Barros Carvalho.
Como cantou Caetano Veloso em Sampa “Da força da grana que ergue e destrói coisas belas” , isso é foda.
Os bares, viram “bar temático” os estádios viram arena, o clássico dos clássicos, o clássico das emoções, o clássico das multidões, tudo virou escombros.
Pronto minha emoção vem até aqui.
Daqui pra frente é passar a peia no esmeril e esfolar a cotovia de Caruaru e aguardar a cachorra cabeluda.
Saudações Corais a todos!