sábado, 26 de janeiro de 2013

Denis Marques renova com o Santa Cruz



      Depois de se transformar numa novela, atacante coral renovou o seu contrato.

A
torcida tanto pediu e ele está de volta. Dênis Marques fica no Santa Cruz para 2013. Depois de parte da diretoria negar com veemência o acerto com o atacante, o diretor técnico Ataíde Macedo confirmou o acerto da permanência do atleta. O acerto também foi confirmado pelo diretor Constantino Júnior. O goleador Coral deve iniciar os trabalhos a partir desta segunda-feira (28).
Artilheiro do Santa cruz em 2012, Dênis Marques conquistou um espaço mais do que especial no coração do Torcedor. Após um grande imbróglio envolvendo a negociação para seguir no Arruda, o atacante vai seguir sua trajetória no clube, para alegria geral da nação tricolor.

Agora, o
jogador terá de correr contra o tempo, pois não joga desde 28 de outubro de 2012, quando o Santa Cruz perdeu para o Águia, em Marabá/PA, e foi desclassificado da Série C.

Fonte: Agência CoralNET de Notícias

domingo, 20 de janeiro de 2013

É HOJE O DIA!

É HOJE O DIA!

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Menino, não que é pegaram Lance Amstrong cagando!
O esporte que ele praticava é um campo fértil para doping, não há santo neste esporte.
Durante dez anos esse camarada empulhou o mundo do esporte.
É meu nego a casa caiu, o lance é o seguinte, pega o beco e abre uma oficina de bicicleta lá no Fundão.
E Rivaldo não veio, todos sabiam que ele não viria, mas alimentaram esse absurdo, como um enredo de uma peça teatral de Samuel Beckett, paciência.
Todos ao Colosso, no ar, no bar e no lar! A Copa do Nordeste!
O Querido do Povo x A Sopa de Letras da terra dos marechais.
Prepara o grito com gargarejo de colobiozol.
O Querido do Povo vai entrar rebimbando o malho!
Sou eu, sou eu! Sou eu Cobra Coral sou eu!
Saudações corais a todos!

19 ATLETAS RELACIONADOS PARA A ESTREIA NA TEMPORADA

 
 
 


Para o primeiro compromisso do Santa Cruz na temporada, o técnico Marcelo Martelotte relacionou 19 jogadores. Convivendo com uma entorse no tornozelo direito nos últimos dias, o volante Luciano Sorriso está relacionado e é um dos destaques da relação.

Confira a lista:

Goleiros: Fred e Tiago Cardoso
Zagueiros: Vágner, Cesar, William e Danilo Cirqueira.

Laterais Direitos: Éverton Sena e Marquinho.

Lateral esquerdo: Tiago Costa.

Volantes: Anderson Pedra, Sandro Manoel e Luciano Sorriso.

Meias: Natan, Renatinho e Jefferson Maranhão.

Atacantes: Flávio Caça-Rato, Philco, Paulo Cesar e Danilo Santos.

 


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CATEGORIA ACIMA


CATEGORIA ACIMA

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Quem pensa que Sampa não tem mar está redondamente equivocado.
Janeiro em Sampa é tempo de maré alta, chove tanto que a cidade vira um mar.
O “querido do povo” encerrou sua modesta participação na copinha paulista, vacilamos diante do dito “poderoso são paulo”.
É bronca porque ganhamos quando poderíamos perder e perdemos quando deveríamos ganhar.
Essa é a vida e faz parte do jogo.
O campo em São Carlos, era um charco, ruim para os dois times.
Valeu, aos valentes corais lutaram até o fim, o apito amigo funcionou que só para nosso adversário.
Paciência, fazer o quê? Vale o escrito, como se diz no jogo do bicho, aqui vale o que está na sumula.
Mal comparando a uma luta de box, os valentes corais lutaram com um adversário duas categorias acima, um peso mosca encarando um peso pesado, no box isso não acontece, mas no futebol sim.
Bora embora que tem mais jogo, copa do nordeste, copa do Brasil, estadual, serie C.
Pra cima com a viga moçada! Porque aqui, os fracos não tem vez!
Saudações Corais a todos!

sábado, 12 de janeiro de 2013

39ª DO MUNDO, TORCIDA TRICOLOR SERÁ PREMIADA POR FEITO HISTÓRICO

                       

A 39ª Torcida do mundo em média de público, sendo a maior da América Latina e do Brasil, a apaixonada torcida do Santa Cruz será homenageada no primeiro jogo da equipe tricolor em 2013. Antes da bola rolar para Santa Cruz x CRB, pelo Nordestão, a torcida receberá um troféu pela grandiosa marca proporcionada ao clube.

A inciativa acontecerá através de uma empresa de transporte aéreo de cargas, que confeccionou o troféu e se disse fascinada com o feito do fiel
torcedor Tricolor. A memorável marca da Torcida não poderia passar em branco e vai receber a devida premiação.

A cerimônia de exaltação à
Torcida Mais Apaixonada do Brasil vai contar com a presença de ilustres figuras das arquibancadas, como Bacalhau de Garanhuns, Super Santa e Mazinho da Buzina. Na honraria, o Presidente Antonio Luiz Neto estará presente juntamente com toda a diretoria.

Fonte: Agência CoralNET de Notícias


domingo, 6 de janeiro de 2013

Um time para o Islã

primeiro time islamico do brasil
São Paulo – No país do futebol, a religião costuma ficar de fora dos gramados. Os times se enfrentam em suas cores e torcidas, mas o sagrado raramente entra em campo, a não ser na hora de agradecer pela vitória alcançada. No Al Shabab, entretanto, as coisas funcionam de maneira diferente e a religião, no caso o Islã, ocupa um espaço importante na vida dos jogadores do clube, que é o primeiro time de futebol muçulmano do Brasil.
 
O clube foi criado em maio deste ano pelo empresário Gaber Arraji. Filho de libaneses e seguidor do islamismo, Arraji diz que já vinha observando há alguns anos a ausência de jogadores muçulmanos no cenário nacional. Teve, então, a ideia de montar um time cuja base fosse formada por adeptos da religião. Com o apoio do ex-jogador do Atlético do Paraná Gustavo Caiche, o projeto tomou forma e começou a ser divulgado nas escolas islâmicas, até aparecerem os primeiros jogadores.

Hoje, o Al Shabab, que em árabe quer dizer “Os Jovens”, conta com 78 atletas, todos abaixo dos 20 anos. No grupo, apenas 12 são muçulmanos, mas as regras dos treinos e da convivência entre os atletas seguem os princípios da religião islâmica, que incluem orações, controle na alimentação e respeito aos colegas.

“As pessoas que não são muçulmanas respeitam os horários de reza que os jogadores fazem. A parte de alimentação hoje é bem controlada, porque o muçulmano não come carne de porco. A mistura entre muçulmanos e não muçulmanos é muito harmônica, até cria curiosidade entre eles de saber mais sobre a religião”, revela Arraji, que agora é o presidente do clube.
 
O grupo conta ainda com um xeque, responsável por fazer as orações antes dos treinamentos. “Alguns chegam até a querer saber um pouquinho mais para se reverter ao Islã”, diz Arraji sobre os jogadores não muçulmanos. Os muçulmanos chamam a conversão de seguidores de outras religiões de “reversão”, pois eles acreditam que a adoção do Islã significa o retorno a um estado natural do ser humano. “A gente encaminha material de divulgação, não impomos nada a ninguém. Indicamos algum livro, algum site”, explica.

À parte das orações e da alimentação, a religião influi ainda no comportamento dos jogadores. “A doutrina islâmica passa a ser atuante dentro e fora do campo. A relação de respeito, amor ao próximo. Logicamente que o futebol é um esporte de contato, é violento em algumas situações, mas não faz com que você denigra a imagem do outro, o chamar de burro, esse tipo de ofensa entre os jogadores não tem, e se tiver, eles são punidos, com flexão, agachamento”, revela o presidente.

Copa São Paulo

Atualmente o clube se prepara para disputar a Copa São Paulo de Juniores, que ocorrer em janeiro de 2013. Como ainda não é filiado à Federação Paulista de Futebol (FPA), o time fez uma parceria com o São José, do interior do estado, para ter direito a uma vaga na disputa. O Al Shabab vai ocupar a vaga do clube do Vale do Paraíba no torneio.
 
Até o início da disputa, os 30 jogadores inscritos estão treinando no estádio municipal do Guarujá, no litoral paulista. “Nossa pretensão é ser um clube federado e entrar na disputa de alguns campeonatos. Se a parceria com o São José der certo, nós participamos com eles do campeonato paulista da série A2. Nós temos essa intenção, mas vai depender muito do ajuste entre o Al Shabab e o São José e da ajuda da comunidade islâmica, porque futebol sem dinheiro não anda. Nós precisamos despontar dentro da comunidade para que lá fora a gente possa fazer bonito também”, avalia Arraji.

Sem sede própria, o Al Shabab busca por patrocínios para começar a crescer. O presidente do clube diz que já iniciou conversações com algumas empresas. “Uma é do ramo têxtil e as outras são entidades islâmicas que estão querendo ajudar de alguma forma. A gente dá preferência para empresas muçulmanas ou árabes que queiram apoiar e patrocinar o time”, afirma.

“Acho que o Al Shabab tem que andar com suas próprias pernas daqui por diante. Estamos tentando atingir um nível bom de competição para que a gente possa oferecer isso lá pra fora, para ver se algum time islâmico ou árabe do exterior passe a adotar a gente como um time irmão aqui. Daí a gente passa a correr atrás de um centro de treinamento próprio. O maior interesse do Al Shabab hoje é fazer intercâmbio de jogadores, mandar jogadores daqui do Brasil para os países árabes e trazer também”, revela o empresário.

Aos poucos, o clube vem conquistando um apoio fundamental para qualquer time de futebol: a torcida. “O Facebook hoje é uma arma muito boa, o pessoal já está pedindo camisa do time, pedindo pra saber quando serão os jogos. A gente consegue mandar para eles o cronograma de ações dos nossos jogos, as camisas estão sendo confeccionadas agora, justamente pelo acerto dos patrocínios, e acredito que num futuro bem próximo as mesquitas vão poder comercializar os produtos do Al Shabab para a comunidade” diz Arraji.

Os jogadores

De família evangélica, Eduardo Carrilho, 18 anos, já treinou no Botafogo de Ribeirão Preto e chegou ao Al Shabab indicado por um amigo. “A gente aprende um pouco da cultura deles, mesmo não sendo muçulmano”, afirma. Ele diz não se incomodar com os hábitos religiosos do clube. “São os costumes deles e temos que respeitar.”

Carrilho espera que a disputa em janeiro possa trazer novas oportunidades à sua carreira. “Espero ter uma boa atuação na Copa São Paulo e conseguir um clube maior. A Copa São Paulo é uma vitrine”, aponta.

Depois de treinar em três clubes tradicionais, Jabaquara, São Caetano e Santos, Mohammed Orra, 17 anos, está há sete meses no Al Shabab. Muçulmano, ele destaca as diferenças entre o clube atual e os anteriores.

“A programação é diferente. No Ramadã (mês sagrado nos quais os muçulmanos jejuam durante o dia), teve treino à noite para não jogarmos de barriga vazia”, revela. “A alimentação é diferenciada, carne de porco não tem. E os treinos nunca batem com a reza para dar tempo de fazer os dois”, diz.

Dentro de campo, porém, futebol é sempre futebol. “A atuação é a mesma aqui ou em qualquer clube. É igual a todos”, completa.

Fonte:
Texto reproduzido de Aurea Santos (Anba - Agência de Notícias Arabe-Brasil)