terça-feira, 26 de junho de 2012

Injustiça


INJUSTIÇA

Clóvis Campêlo

Alguém de são consciência ainda duvida da patriotada que a justiça paraibana está dando a favor do Treze de Campina Grande?
Mal classificado no campeonato paraibano deste ano, o Guarnizé da Borborema nem mesmo está na Série D do Campeonato Brasileiro. Mesmo assim, ainda encontrou respaldo para paralisar e avacalhar a Série C. Alega supostos direitos por conta de irregularidades acontecidas em jogos do ano passado. Alguém engoliu essa corda e nós estamos sendo prejudicados por conta disso.
Na Série D, aliás, comemos o pão que o diabo amassou em 2010. Aos trancos e barrancos, conseguimos nos organizar para pular essa fogueira maldita, dentro da ordem e do respeito às leis. Por que então não nos rebelarmos contra essa injustiça da Justiça paraibana?
Temos uma boa estrutura clubística, temos torcida, patrimônio e história, mas em nenhum momento do nosso sufoco pensamos em apelar para o tapetão e virarmos a mesa. Conquistamos a ascensão dentro de campo, lutando, como um time de guerreiros.
O Garnizé da Borborema que se dane com suas pretensões ridículas!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ramon e Pelé


RAMON E PELÉ
1973

Dona Moça


LUTO! FALECEU TORCEDORA SÍMBOLO DO SANTA EM CARPINA

Faleceu nesta quarta-feira, aos 98 anos, a torcedora do Santa Cruz Damiana Xavier da Silva, da cidade do Carpina, que nasceu no mesmo dia de fundação do Mais Querido - 3 de fevereiro - e foi homenageada pelo site CoralNET no seu último aniversário.
O sepultamento de Dona Moça, como era conhecida, ocorreu ontem, às 15h, no cemitério São Sebastião, em Carpina.
Nossos sentimentos à família de Dona Moça e à grande família coral.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sopa de consoantes


SOPA DE CONSOANTES

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais, do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores.
Nós, da serie C&D que estamos nas trevas e nos escabrosos escaninhos da CBF onde só há choro e ranger de dentes, como disse o evangelista Mateus.
Onde vai parar essa merda toda? Quem vai pagar por isso?
A grande prostituta CBF está cagando e andando para o futebol do norte/nordeste, fora do eixo sul/sudeste não há salvação.
O que fazer Tio Lenine?
Diante de tudo isso, não vou matar a família e ir ao cinema, vou assistir a Eurocopa.
Eurocopa 2012.
E é bom prestar atenção nas seleções que estão disputando esta euro, porque pelo menos oito delas estarão aqui em 2014.
Os seleções do leste europeu, menino, o nome dos jogadores é impossível de ler ou decorar.
Na seleção da Polônia tem atacante com nome de juiz do STF meio campista com nome de cineasta pedófilo.
Ucrânia, Rússia, Republica Tcheca, Croácia.
Eita! Saudade do tempo da cortina de ferro!
Iugoslávia, Checoslováquia, União Soviética.
Estes países tiveram cada time que só botava para arrombar!
Ai deu saudade!
Refresque a memoria camarada.
Em 1962 a Checoslováquia ficou em segundo lugar foi para a final conosco, em 1934 havia ficado em segundo, em 1970 o Brasil estreou enfrentando a Checoslováquia, Petras marcou 1 para eles e saiu se benzendo todo. Pelé viu do meio de campo o goleiro deles adiantado e deu um tebei!
Ai se entra! Este jogo assisti na casa de Odir.
A Iugoslávia do Marechal Tito, ficou em terceiro lugar em 1930 e quarto em 1962.
Tempo que não havia gel no cabelo, requebros febris, olhar para o telão, metrossexual nem pensar!
Tá me estranhando parceiro!
Está semana começa as quartas de final da euro.
Agora quero ver quem tem garrafa e latinha para vender.

domingo, 17 de junho de 2012

Cinquenta anos depois...


CINQUENTA ANOS DEPOIS...

Clóvis Campêlo

Caros amigos, aqui estamos nós a enfrentar mais um domingo sem a mística coral em campo.
Continua  a pendenga judicial entre a CBF e alguns clubes menores do futebol brasileiro, alguns até mesmo sem a mínima tradição histórica.
Embora não saiba se o que eles reivindicam é justo, acho injusto que o Santinha seja com isso prejudicado.
O prejuízo já e grande e pode aumentar caso a questão não seja logo resolvida.
Enquanto isso, estaremos mais uma vez enfrentando o Chã Grande. Como jogo treino, talvez seja válido. Mas nada acrescenta ao nosso currículo de time ascendente. Mas se esse é o jeito, que assim seja.
Gostei do empréstimo de Léo do Brangantino. Acho que foi bom para ele e para o clube. Léo estava queimado com Zé Teodoro desde que preferiu ir para o Botafogo. Com o seu jeitão peculiar, o nosso treinador entendeu isso como um descompromisso com o clube. E estava certo. Do mesmo modo que naquela época Léo fez as suas opções, Zé Teodoro preferiu optar pelos jogadores que se mostraram mais integrados no seu projeto. E assim tem dado certo. Boa sorte para Léo, que ele se valorize a garanta mais algumas divisas para os nosso cofres. Futebol profissional se faz assim, sem nenhum sentimentalismo inútil.
Mas, mesmo sem a presença coral em campo, hoje é um dia especialíssimo. Faz 50 anos que a seleção brasileira de futebol conquistou no Chile o bicampeonato mundial. mesmo sem Pelé em campo, contundido desde o segundo jogo contra a Checoslováquia. Foi substituído com sucesso por Amarildo, jogador do Botafogo carioca, que, após a Copa do Mundo, ganhou do escritor Nélson Rodrigues o apelido de "O possesso". A sua raça e a sua categoria em campo quase fez com que esquecéssemos Pelé. Ao lado de outros jogadores remanescentes da Copa de 1958, como Gilmar, Nilton Santos, Garrincha, Vavá e Didi, garantiu-nos vitórias e gols importantes.
Foram seis jogos, jogados contra o México, a Checoslováquia, a Espanha, a Inglaterra e o Chile, país anfitrião, com 5 vitórias e um empate (0x0, no jogo contra a Checoslováquia em que Pelé se machucou). Marcamos 14 gols e sofremos apenas 5. Os principais artilheiros brasileiros foram Vavá e Garrincha, com quatro gols cada. Além de Vavá, outro pernambucano integrou essa seleção: Zequinha, revelado pelo Santa Cruz e que, na época, atuava pelo Palmeiras.
Um grande título para um grande time.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Água parada (1)


ÁGUA PARADA (I)
(pega o rodo!)

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília Cordeiro e arredores.
Pega o rodo e puxa essa água parada da C&D!
Menino! Não é que a soviética Maria Sharapova ganhou o Roland Garros!
Soviética, porque quando ela nasceu a URSS ainda existia.
Ela provou, que não é só um rostinho bonito e um belo par de coxas!
A Euro ainda não me animou, tenho assistido os jogos, bolinha pra cá, bolinha pra lá e só.
Ainda não apareceu a seleção bicho-papão, aquela que levanta os arquibaldos e geraldinos.
Bom, como chove pra cacete em sampa, tirei o feriado para assistir filmes de futebol.
Lá vai.
Vou colar a sinopse dos filmes.

WILL

Conta a história de Will Brennan , um garoto de 11 anos fanático torcedor dos Reds, (Liverpool) que perde o pai e foge do orfanato para realizar o sonho dos dois de assistir à final da Liga dos Campeões da Europa no estádio Ataturk, em Istambul. Enquanto é procurado pela polícia, Will conhece na sua jornada Alek , um ex-jogador iugoslavo que abandonou a carreira durante a guerra civil no seu país. Depois de relutar em ajudá-lo, Alek acaba se sentindo inspirado com a atitude de Will de cruzar sozinho a Europa para ver o seu time do coração e o ajuda a realizar o seu sonho. No fim da jornada Will e Alek vão recuperar a fé na amizade, no futebol e na vida. Ou seja, é um filme pronto para fazer todo mundo chorar. Principalmente os torcedores do Reds que vão se lembrar daquele dia em que o Liverpool reagiu, conseguiu empatar o jogo, quase perdeu na prorrogação não fossem as defesas do goleiro Dudek.

O MILAGRE DE BERNA.

Dois eventos marcaram a história da Alemanha no pós-2ª Guerra Mundial: a queda do Muro de Berlim e a histórica vitória da Seleção da Alemanha na Copa do Mundo de 1954, que ficou conhecido como o milagre de Berna, numa referência à cidade suíça onde ocorreu o jogo. As lembranças do jogo, que deu à Alemanha seu 1º título mundial, são mostradas através da família Lubenski, que vive na pequena cidade de Essen-Katernberg.
Na seleção hungara jogava Puskas que jogou junto com Evaristo Macedo (ex-treinador do Santinha) e Di Stefano, eterno Real Madrid.


FORA DE JOGO

Nesta produção, o premiado cineasta Jafar Panahi mostra o universo feminino dentro do futebol, ilustrado pela história de uma garota que tem o sonho de ver no estádio o jogo entre Irã e Barein, pelas eliminatórias da Copa do Mundo da Alemanha. A entrada de mulheres no estádio, porém, é terminantemente proibida no território iraniano. Por essa razão, a garota tenta, por meio de vários disfarces, passar pela polícia e realizar o impossível em seu país.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Santa Cruz 3 x 2 Campinense

SANTA CRUZ 3 x 2 CAMPINENSE

No desafio dos campeões de Pernambuco e Paraíba, os recifenses levaram a melhor com dois gols de Dênis Marques
Campeões estaduais por Pernambuco e Paraíba respectivamente, Santa Cruz e Campinense se encontraram na tarde deste domingo, no Recife, para um amistoso no estádio do Arruda. A partida interestadual ocorreu debaixo de chuva e teve como vencedor o Tricolor, que ganhou por 3 a 2. Apesar do ingresso ter sido vendido a R$ 10, o público foi de apenas 3.727 torcedores e a renda foi de R$ 36.770. O jogo serviu como forma de movimentar os jogadores enquanto a Série C, que terá a participação dos pernambucanos, e a Série D, com os paraibanos, não têm início.
 Os gols do Santa Cruz foram marcados por Dênis Marques (duas vez, na etapa inicial e final) e Renatinho (no segundo tempo). O Campinense balançou as redes com Charles Vágner (aos 37 minutos do primeiro tempo) e Adriano Felício (aos 28 minutos da etapa complementar). Felício ainda teve a chance de empatar a partida de pênalti no final do jogo, mas bateu fraco e o goleiro Fred, que havia entrado poucos minutos antes da penalidade, defendeu e garantiu a vitória recifense.

Santa Cruz x Campinense - Dênis Marques (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Dênis Marques acabou com pretensões do Campinense no Recife (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)Um gol para cada lado

Talvez desmotivados pela chuva e pelos clarões na arquibancadas do Arruda, os jogadores do Santa Cruz e Campinense pouco produziram em campo. A sonolência dos atletas pernambucanos e visitantes foi tamanha que no primeiro tempo o primeiro chute a gol só saiu aos 20 minutos. Dênis Marques arriscou de fora da área, mas a bola passou longe da meta do goleiro Pantera.

Daí em diante, o jogo seguiu sem muita emoção até o lance do primeiro gol da partida. O atacante Fabrício Ceará, que foi contratado pelo Santa Cruz este ano, mandou a bola para a área, Aderaldo não acreditou que ela fosse passar e o artilheiro do Campeonato Pernambucano aproveitou a sobra para encobrir o goleiro Pantera e abrir o placar aos 31 minutos.

A euforia da torcida tricolor na arquibancada não durou muito. Aos 37 minutos, Felício acionou Chales Vágner e o camisa 5 do Campinense resolveu arriscar da entrada da grande área. O gramado molhado ajudou no chute e os visitantes empataram a partida em grande estilo. O time paraibano ainda teve a chance de virar o jogo no final do primeiro tempo com Aderaldo. Em cobrança de falta, ele mandou a bola no ângulo, mas o goleiro Diego Lima fez uma grande defesa.

Ainda no primeiro tempo, o técnico Freitas Nascimento mudou o time do Campinense. Eduardo Recife, camisa 15, entrou na vaga de Madson, camisa 7.

Festival de gols e substituições

Dênis Marques - Fabrício Ceará - Santa Cruz (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
Atacante do Santa Cruz mostrou por que é ídolo
(Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

No segundo tempo, o Santa Cruz veio com duas mudanças. Weslley e Luciano Henrique saíram e deram lugar a Victor Hugo e Natan. Apesar das alterações, o segundo tempo começou na mesma linha da etapa inicial com os times pecando na parte técnica e sem muita vontade em campo. O que se repetiu também foi o faro de gol do atacante Dênis Marques. Aos 11 minutos, o "Predador do Arruda" recebeu um passe do meia Victor Hugo e balançou as redes de Pantera pela segunda vez.

Dênis Marques voltaria a ter uma participação especial na partida dois minutos após marcar o segundo gol no Arruda. O atacante recebeu a bola na área e em vez de partir para cima da defesa do Campinense, teve visão de jogo e tocou a bola para o lateral esquerdo Renatinho, que amplicou o placar para 3 a 1.

Após o gol, o técnico Freitas Nascimento fez três alterações no time do Campinense. Saíram Diego Padilha, Anderson São Paulo e Anderson Oliveira para a entrada de Tandera, Nino Paraíba e Eduardo Rato. E foi esse último que quae diminui o placar com um potente chute no canto direito de Diego Lima. No entanto, o goleiro do Santa Cruz estava ligado no lance e evitou o gol.

Assim como o treinador do Campinense, o técnico Zé Teodoro também fez modificações "no atacado". Aproveitando que estava à frente do placar, o comandante do Santa Cruz sacou Diogo, Renatinho, Fabrício Ceará e Dênis Marques para promover a entrada de Diogo Maisena, Jefferson, Flávio Caça-Rato e Paulista.




Santa Cruz x Campinense - Memo - Warley (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
Warley pouco produziu pelo Campinense
(Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Quem se deu melhor com as mudanças foi o Campinense. Aos 28 minutos do segundo, Eduardo Recife tocou para Adriano Felício que não perdoou e marcou o segundo gol do time paraibano.

Depois do gol, o técnico do Santa Cruz investiu em novas mudanças. Ele trocou o goleiro Diego Lima por Fred, que fez sua estreia no Tricolor. Além dele, Anderson Pedra, Sandro Manoel e Diego Bispo tiveram chance de atuar no lugar de Chicão, Memo e Everton Sena. A partida ainda teve a participação de Marquinhos Marabá no lugar de Aderaldo, pelo lado do Campinense.

Com a saída dos titulares para a entrada dos reservas em campo, o jogo caiu de produção. Aos 42 minutos, o Campinense ainda teve a oportunidade de empatar a partida, de pênalti, mas Adriano Felíciou chutou fraco e permitiu a defesa do goleiro do Santa Cruz.


Santa Cruz x Campinense (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
Campinense teve chance de empatar jogo no final (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Água parada


ÁGUA PARADA

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas corais do Pina, Brasília Cordeiro e arredores.
Espia tu, o mar do marasmo que virou a serie C e D.
E não aparece um cristão que desate esse nó górdio que virou a serie C e D.
Como não há o que assistir, eu dou atenção a coisas que em condições normais não faço.
Maldita abstinência de futebol.
Quero dizer, sem o Santinha está jogando, que graça tem?
Isso é que nem a Eurocopa, uma copa sem Brasil e Argentina.
Claudinho sem Bochecha.
Pega o rodo e puxa essa água parada!
Mas quem é do mar não enjoa.
Está rolando em Paris o Roland Garros, assisti a uma partida entre Maria Sharapova e não sei quem.
Menino! Que galega!
Gemendo no saibro!
Maria Eunice (a chefia) pensou que eu estava assistindo filme porno de manha cedo de tanto que a galega gemia.
Isso fez-me lembrar da vitoria de Maria Esther Bueno em Wimbledon.
Comoção nacional estampada na revista “O Cruzeiro”.
Ah, tem as finais da NBA, bom de ver.
Enquanto, nada de novo acontece.
Eu vou ficando por aqui e que Deus do céu me ajude.

domingo, 3 de junho de 2012

Somos o que podemos ser


SOMOS O QUE PODEMOS SER

Clóvis Campêlo

Por conta desse imbróglio jurídico que envolve a Confederação Brasileira de Futebol e alguns clubes do futebol brasileiro, enfrentaremos mais um domingo sem jogo do Santinha pela Série C.
Uma pena. Mais do que isso, um tremendo prejuízo financeiro, pois temos uma folha de pagamento e outras obrigações para cumprir e necessitamos de verba para isso. Ficarmos parados, sem disputar nenhuma competição oficial, significa perder dinheiro e desorganizar toda o planejamento feito para o segundo semestre de 2012.
O pior é que tudo isso acontece sob o olhar complacente e frouxo da CBF, já que nos estatutos da entidade existem punições previstas para os clubes que burlarem a justiça desportiva e entrarem com ações na justiça comum.
Isso também mostra que a Série C ainda é terra de ninguém. Mostra que a competição ainda não é vista pela entidade nacional com a seriedade que merece. Por conta disso, padece o clube e sua fiel torcida. Para nós, da Série C, o futuro ainda não existe. Somos o que podemos ser. padecemos por todos os pecados cometidos ao longo dos últimos anos e que nos fizeram perder um lugar ao sol. Não nos basta enfrentar e matar leões e gigantes todos os dias. Também temos que aprender a lidar com o imprevisível e as loucuras alheias.
A fotografia acima é para nos fazer lembrar do título de bicampeão estadual e não nos deixar esmorecer.