domingo, 19 de junho de 2011

Uma marca histórica



UMA MARCA HISTÓRICA

Júlio Vila Nova


Amigos,
Está no livro 85 ANOS DE BOLA ROLANDO (Ed. Bagaço/FPF), de Givanildo Alves: em 1978 o Santa Cruz chegou à incrível marca de mais de 100 gols numa edição do campeonato pernambucano.
"Nas 28 partidas, o Santa Cruz assinalou 112 tentos e sofreu apenas 8, superando o Santos na Era Pelé, quando foi campeão paulista de 1958, fazendo 143 gols e levando 40, isto em 38 partidas, o que dá uma média de 3,76 gols por jogo, enquanto a média do time do \Arruda chega à impresionante marca de 4 gols por jogo." (p.560)
Lamenta-se apenas que o Sport não tenha participado dessa edição do campeonato, alegando uma crise (será que não foi uma desculpa para não ser humilhado pelo Santa, que era uma verdadeira seleção na época?). É claro que, com o Sport, a média do Santa teria sido bem maior. Lamentamos até hoje a covardia do co-irmão rubronegro
Interessante é ver comoe um time que se autoproclama a rainha da cocada preta do boi bumbá do Recife tenha se acovardado assim. É algo a se refeltir: se formos falar em crise, nada se compara ao que vive o Santa atualmente, na pior fase de sua história. Nem por isso, o clube corre da raia.
Saudações corais santacruzenses do Arruda.


sábado, 18 de junho de 2011

Santa Cruz 13x0 Íbis


Clóvis Campêlo

Nas fotos acima, Betinho e Joãozinho contra a frágil defesa ibiense

SANTA CRUZ 13 x 0 ÍBIS

Clóvis Campêlo

Segundo os pesquisadores do futebol pernambucano, a maior goleada sofrida pelo Íbis na sua honrosa vida de pior time do mundo aconteceu no dia 11 de outubro de 1978, um dia de quarta-feira, à noite, no Estádio do Arruda, contra o Santa Cruz. Segundo os jornais da época, 13 x 0 não refletiu a superioridade do time coral que poderia ter vencido por um placar bem mais elástico.
Os gols foram marcados por Wôlnei (4), Betinho (3), Neinha (2), Paranhos, Jadir, Joãozinho e Deínha.
O jogo histórico foi apitado pelo juiz Edson da Hora e o Santa Cruz ainda se deu ao luxo de desperdiçar duas penalidades máximas, através de Neinha e Wôlnei.
O Santa Cruz, comandado pelo técnico Evaristo de Macedo, venceu com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa (Fraga), Paranhos, Alfredo Santos e Pedrinho; Givanildo (Deínha) e Betinho; Jadir, Wôlnei, Neinha e Joãozinho.
O Íbis perdeu com Eudes; Levir, Bira, Canuto e Chibata; Silva e Adílio (Carlinhos); Bau, Júnior, Pedrinho e Omar (Dino).
A goleada foi assistida por apenas 1.603 torcedores, sendo 991 pagantes e 612 grátis. Segundo o Jornal do Commercio, o jogo foi tão desinteressante que nem o presidente do clube coral, Mariano Mattos, ousou sair do seu confortável apartamento, na praia de Piedade, para ver o vexame ibiense.
Vale salientar que uma semana antes, o Náutico havia goleado o Pássaro Preto por 10x0 e a grande expectativa da torcida presente ao Arruda, naquela noite, era ver a superação dessa marca, que, afinal, foi conseguida.
O fato mais curioso do jogo, porém, foi a revolta do goleiro reserva Negola, do Íbis. Ainda no primeiro tempo do jogo, Negola assinara a súmula para substituir Eudes que já havia levado quatro gols suspeitosos. Eudes, no entanto, se reabilita e defende dois penaltis, sendo mantido no time pelo técnico Pedrinho. Revoltado, Negola abandona o banco de reservas e vai embora. O Íbis, que já não tinha um médico na sua delegação, terminou o jogo também sem o goleiro reserva.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Amor à primeira vista



Em 1972, o Irã foi tricolor

AMOR À PRIMEIRA VISTA

Clóvis Campêlo
Desde pequeno que sempre gostei de futebol. Diziam que eu levava jeito para jogar, ao contrário do meu irmão mais novo, Carlinhos, que era completamente desengonçado com a bola nos pés. Acho que herdou a inabilidade paterna.
O meu pai nunca gostou de futebol. Contava que a sua única e frustada tentativa de praticar o esporte bretão se dera na juventude, em Jaboatão dos Guararapes. Escalado para jogar de zagueiro, deu uma furada hilariante na primeira bola que veio em sua direção, enganando o goleiro do seu time e abrindo caminho para a derrota. Foi tirado do time e nunca mais voltou a jogar.
Assim dito, fica plenamente compreensível que eu tenha precisado buscar outras alternativas para alimentar e expandir a minha paixão futebolística.
Jogar, eu jogava na Rua Jeremias, na praia do Pina, no areial do Aeroclube, numa época em que os espaços urbanos livres ainda permitiam isso. Ir aos estádios, porém, era diferente. Ainda menino, precisava de alguém para me acompanhar. A solução era apelar para os meus tios maternos, Luís e Maurício, ambos torcedores do Clube Náutico Capibaribe.
Para desespero deles, no entanto, não segui o caminho por eles trilhado de torcer pelo clube alvirrubro pernambucano. Bastou-me ver o Santa Cruz entrar em campo, nos Aflitos, numa tarde ensolarada de domingo, para perceber que aquele era o clube do meu coração. Meus tios esmoreceram, desanimaram. Haviam reforçado o inimigo. Nosso caminhos futebolísticos se separavam ali, nas arquibancadas da vida.
Meu tio Luís não jogava nada. Mas Maurício era habilidoso. Atuava no Botafogo do Pina, time suburbano organizado e mantido pelos filhos do tenente Beltrão. Morávamos na mesma rua, éramos vizinhos. Descubro, feliz, que o tenente Beltrão torcia pelo Santa Cruz. Mais do que torcedor, aliás, era sócio patrimonial e não perdia um jogo. Estava resolvido o meu problema. A partir daquela data, passei a integrar a comitiva coral que saia da Rua Jeremias, em dias de jogo, a bordo de um Buick azul, rumo aos estádios do Recife.
Naquela época, no início dos anos 60, o Santa Cruz ainda não tinha o Estádio do Arruda, que só viria a ser inaugurado em 1969. O jeito era ver o time jogar na Ilha do Retiro e nos Aflitos, estádios alheios.
Só fui a um estádio de futebol com o meu pai pela primeira vez em 1972, no Arruda, durante a Copa Independência, realizada no Brasil pela Confederação Brasileira de Desportos para comemorar a conquista do tri mundial, no México, dois anos antes.
Não vimos a seleção brasileira atuar, mas chegamos a ver a seleção do Irã, vestindo a camisa gloriosa do Santa Cruz, enfrentar a Irlanda, num empate de 2x2.
Para mim, foi um momento de grande felicidade.

sábado, 11 de junho de 2011

Encontro de tricolores



ENCONTRO DE TRICOLORES

Da esquerda pra direita: Clóvis Campêlo, Alberto Félix, Ivanildo e Renato Rodrigues.
Alberto Félix é recifense e tricolor, mas mora atualmente em Osasco, São Paulo. Renato Rodrigues mora em Brasília Teimosa, no Recife. Ivanildo jogou no Santa Cruz no final dos anos 60, na época de Givanildo, Luciano Veloso, Ramon, Fernando Santana, Erb e outros.
Fotografia feita por Cida Machado, na orla de Brasília Teimosa, em 2009.


terça-feira, 7 de junho de 2011

Um nascimento em branco e preto



UM NASCIMENTO EM BRANCO E PRETO

Clóvis Campêlo


Naquela noite de terça-feira, a cidade oferecia vários atrativos.
O Teatro de Santa Izabel, que até o dia anterior apresentara o espetáculo "Liliputiana", com uma troupe de anões, anunciava o retorno do seu grandioso e maravilhoso cinematógrafo, o mais importante da América do Sul, com a exibição da fita cinematográfica "A Dama Branca", dividida em quatro partes, com 381 quadros e 2.000 metros, um verdadeiro mimo de arte e beleza da afamada fábrica Nordisk-Film. O Cinema Helvética não ficava atrás, apresentando o filme " A Torre da Expiação", com 594 quadros e 2.800 metros. No cassino, apresentava a excelente paródia à ópera "Fausto", destacando-se ainda na programação a guitarrista portuguesa Carlota Duarte, de bela voz e muita graciosidade.
O Teatro Moderno, situado na aprazível pracinha da Concórdia, por seu lado, apresentava em suas sessões cinco atraentes produções cinematográficas: "Vales e Ruas do Cairo", da Pathé Color; "Os Sinos da Morte", impressionante produção da Casa Ambrosio, em três partes, 1.400 metros e enredo empolgante; "Bebé Faz um Rapto", cena cômica também da Pathé; "O Duelo do Louco", drama em duas partes, 1.000 metros, com entrecho de muita intensidade e valor, e "Miss América", comédia esportiva também do fabricante Ambrosio.

MODERNIDADE

O Recife entrava definitivamente nos tempos modernos com a consolidação do cinema, inventado em 1895 pelos irmãos Lumiére, em Paris, como forma de entretenimento popular.
Nada disso, porém, seria capaz de interferir na determinação daqueles jovens, a maioria estudantes do Colégio Salesiano, de fundar o seu clube de futebol.
Desse modo, na noite daquela terça-feira, dia 3 de fevereiro de 1914, deixando de lado os encontros habituais no pátio da Igreja da Santa Cruz, no bairro da Boa Vista, reuniram-se na casa nº 2 da Rua da Mangueira (hoje ironicamente chamada de Rua Leão Coroado) para fundar o Santa Cruz Football Club.
Nessa reunião, foram aprovadas as cores branca e preta como oficiais e foi eleita a primeira diretoria que ficou assim composta: presidente, José Luiz Vieira; vice-presidente, Quintino Miranda Paes Barreto; 1º secretário, Luiz Gonzaga Uchoa Barbalho; 2º secretário, Augusto Dorneles Câmara; tesoureiro, Augusto Franklin Ramos, e, diretor de esportes, Orlando Dias dos Santos.
Assim, em branco e preto como o cinema recém-inventado, surgia um dos maiores clubes de massa da história do futebol brasileiro. Assim como cinema, o futebol também se popularizava deixando de ser privilégio das elites para cair no gosto das classes sociais menos favorecidas.

POPULARIDADE

Segundo Givanildo Alves, no livro "História do Futebol em Pernambuco", o médico Martiniano Lins, o Tiano, que jogou no Santa Cruz no período de 1914 a 1917, atribuía a popularidade logo conseguida pelo Santa Cruz ao fato de ter sido fundado por gente muito jovem, em contraponto aos sisudos ingleses que, ao lado dos filhos ricos da burguesia pernambucana, formaram as primeiras agremiações do nosso futebol. Além disso, ainda segundo Tiano, o Santa Cruz teve em suas fileiras Teófilo Batista de Carvalho, o Lacraia, o primeiro negro a atuar no futebol pernambucano. Lacraia, inclusive, foi o criador do escudo do time, em 1915, inspirado em uma âncora branca que simbolizava a esperança.

PRIMEIROS SUCESSOS

Conta Givanildo Alves, ainda, que a primeira partida do clube se deu contra o Rio Negro, uma agremiação também nova e composta na sua maioria por garotos. O jogo aconteceu na Campina do Derby, no mesmo local onde foi realizado o primeiro jogo de futebol no Recife, entre o Sport e o English Eleven, em 1905, e que continuava a ser o principal polo das atividades futebolísticas da cidade. Tendo como grande figura do jogo o atacante Carlos Machado, autor de cinco tentos, o Santa Cruz ganhou a partida pelo placar elástico de 7x0.
Inconformados com a derrota, os jogadores do Rio Negro solicitaram um jogo revanche, impondo, no entanto, duas condições: o "match" seria realizado no campo do Rio Negro, situado na Rua do Sebo, hoje Rua Barão de São Borja, e o Santa Cruz atuaria sem o seu artilheiro Carlos Machado. Condição aceita, o jogo foi realizado com o Santa Cruz impondo outra goleada, dessa feita por 9x0, e com Carlindo Cruz, o substituto de Carlos Machado, fazendo seis dos noves tentos assinalados.
Era o Santa Cruz vivendo os seus primeiros momentos de glória.



- Publicado no jornal Folha de Pernambuco, Recife, 5ª feira, 03.02.2000, Caderno Especial, p. 3.-

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Um título nacional


Equipe do Santa Cruz em 1999

UM TÍTULO NACIONAL

Clóvis Campêlo

Por duas vezes estivemos prestes a conquistar um campeonato nacional da Série B.
A primeira, em 1999, durante a gestão do presidente Jonas Alvarenga, quando decidimos o título com o Goiás. Aceitamos a sugestão do arrumadinho e, com dois empates, nos contentamos com o vice-campeonato e garantimos a ascensão à Série A.
Em 2005, na gestão de Romerito Jatobá, a coisa foi muito mais grotesca. Dentro de campo nos impomos e derrotamos a Portuguesa de Desportos por 2x1. O elenco já se preparava para dar a volta olímpica, comemorando junto da torcida o título inusitado, quando, nos Aflitos, o Clube Náutico Capibaribe conseguiu a proeza de ser derrotado pelo Grêmio Portalegrense, mesmo atuando com quatro jogadores a mais.
O placar de 1x0 para a equipe gaúcha, no jogo que ficou conhecido como a Batalha dos Aflitos, além de nos tirar o título das mãos, beneficiando o Grêmio, ainda serviu para eliminar a equipe alvirrubra pernambucana, que manteve-se na Série B do Campeonato Brasileiro.
2005, aliás, parecia que nos traria de volta o respeito e o prestígio no cenário desportivo nacional. Além da ascensão à elite do futebol brasileiro também conquistamos o Campeonato Pernambucano no ano do centenário do Sport Clube do Recife, fato que até hoje eles trazem atravessado na garganta. Um título mais do que importante.
Nos anos seguintes, porém, motivado por administrações calamitosas e pela completa falta de planejamento, descambamos ladeira abaixo, sofrendo rebaixamentos constantes, até chegarmos na Série D do Campeonato Brasileiro, e tendo atuações pífias no âmbito estadual. Foram anos de sofrimento constantes e de esperanças vãs.
Hoje, ostentando o título de campeão pernambucano de futebol, partimos para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro com a consciência de que a conquista de um título nacional, mesmo que sendo o da última escala do futebol brasileiro, será de grande importância para a história do clube coral e para a nossa definitiva afirmação.
Não importa que na Série D esteja o rebotalho do futebol brasileiro. Importa é que queremos ser campeões, ascender à Série C e prosseguirmos rumo a um futuro mais grandioso e condizente com o passado e as tradições do Santa Cruz Futebol Clube.
O momento presente é de afirmação. Por isso não podemos relaxar os ânimos e deixar que nos escape mais essa oportunidade. A diretoria coral sabe que pode contar com a torcida mais apaixonada do Brasil. Por isso mesmo, aumenta a sua responsabilidade. É preciso repor com competência as peças que saíram do time. É preciso estarmos atentos e fortes para enfrentarmos mais esse desafio.


domingo, 5 de junho de 2011

Histórias de bichos e de futebol



HISTÓRIAS DE BICHOS E DE FUTEBOL


Clóvis Campêlo

Mais uma vez, meus caros amigos, nessa historinha, vai aparecer o nome do poeta carioca Moacy Cirne. Conheci-o em 1993, na terceira edição do Festival de Inverno de Garanhuns, onde ele comandava uma oficina literária.
Torcedor doente do Fluminense do Rio, morando, inclusive, no bairro das Laranjeiras, onde fica a sede do clube, e frequentador assíduo do Maracanã, contou o poeta que em um dos inúmeros Fla x Flu por ele assistido, a torcida flamenguista resolveu inovar levando para o estádio um urubú, símbolo e mascote do clube.
Antes do início do jogo, torcidas inflamadas, bandeiras agitadas e sob um foguetório imenso, o animal é jogado para o alto, executando um voo circular belíssimo e de intensa plasticidade, caindo na torcida adversária onde é literalmente estraçalhado.
Assim como o urubu abatido, o Flamengo também foi derrotado dentro de campo pelo maior rival.
Outra historinha interessante aconteceu no Estádio da Ilha do Retiro, em um clássico entre Sport e Náutico, a alguns anos atrás. A torcida do Náutico soltou em campo um timbu, animal símbolo do clube alvirrubro pernambucano.
Assustado pelo ambiente hostil e barulhento, o bicho avançou contra o lateral direito Saulo, do Sport, que se defende desferindo no animal um chute potente e fatal.
Além de comprar uma briga com a torcida adversária, o jogador ainda respondeu a um processo que lhe foi movido pela Sociedade Protetora dos Animais.
O futebol pernambucano, aliás, está repleto de histórias envolvendo animais. Quem não se lembra, por exemplo, do boi prometido pela direção do Náutico ao famoso Pai Edu em comemoração a uma conquista estadual. Após vários anos sem conquistar título algum a direção tentou saldar a dívida enviando ao famoso babalorixá um boi capado, o qual não foi aceito pelo santo credor. Enquanto um animal "completo" não foi enviado ao terreiro, em Olinda, o clube da Avenida Rosa e Silva amargurou um longo jejum de títulos, chegando inclusive a ser rebaixado à terceira divisão do futebol brasileiro. Dívida paga, voltaram a paz e os títulos ao clube.
Mais prosaica ainda foi a história vivida pelo meu compadre Zezo, no bairro da Iputinga. Torcedor fanático do Santa Cruz, tinha em casa um galo de campina, passarinho com penas vermelhas, brancas e pretas, cores do clube. Com o canto do pássaro implicava um vizinho torcedor do Sport. Um dia o pássaro aparece morto na gaiola, supostamente envenenado. A vingança ocorreu com a morte de um galo de briga vitorioso do vizinho, de nome Merica, na época um dos jogadores de destaque do clube rubro-negro. O "derramamento de sangue" só foi interrompido e resolvido na delegacia do Cordeiro, onde as partes litigantes chegaram a um acordo de paz.
Mais antiga é a história do leão da Praça da Bandeira. Pouca gente sabe mas o Recife é uma das cidades brasileiras onde existem mais esculturas de ferro importadas da França. Nesse quesito, aliás, só perdemos para a cidade do Rio de Janeiro. Pois bem. Em 1968, quando o Clube Náutico Capibaribe conquistou o famoso hexacampeonato derrotando o Sport numa série melhor-de-três, a estátua do leão, na época localizada no meio da praça, em frente ao estádio do clube rubro-negro amanheceu vestida com a camisa alvirrubra do Náutico e a faixa do hexa. Foi uma zorra total.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Retrato do Torcedor



RETRATO DO TORCEDOR

Da esquerda para a direita: Jorge Lima, Clóvis Campêlo, Dal e Gabriel Campêlo.
Fotografia feita no Estádio do Arruda, no dia 12 de março de 2011, quando o Santa Cruz venceu o Salgueiro por 2x0, gols de Rodrigo Gral e Wendel (contra). Público de 12.712 pessoas. O Santinha venceu com Tiago Cardoso; Cléber Goiano, André Oliveira, Tiago Matias e Renatinho; Jeovânio, Memo, Wesley (Rodrigo Gral) e Natan (Mário Lúcio); Landu e Gilberto (Everton Sena). Técnico: Zé Teodoro.